“Cavas” em grande

É um fartote! Uma viagem até aos colorados e sai-nos uma comitiva destas. Leiam os comentários dos leitores do i, valem mesmo a pena. Realmente, ou melhor dizendo, “presidencialmente”, os famosos sacrífícios são para alguns. Ainda me lembro da chegada de Carlos e Camila a Lisboa. Chovia a cântaros e o casal britânico empunhava os respectivos guarda-chuvas, enquanto os nossos “mandarins” Aníbal e Maria, tinham serviçais que faziam o excelso frete de os proteger da enxurrada. Enfim, coisas da pequeno-burguesa república ainda portuguesa.

Caramba, se pelo menos nesta Cimeira, o homem ousasse dizer um “porque no te callas?!” Impossível, até porque estar calado é o seu “viver habitualmente”, como dantes se usava dizer.

3 pensamentos em ““Cavas” em grande

  1. Quem nunca comeu mel, quando come se lambuza

    Diz o Povo e é verdade

  2. Uma desgraça nunca vem só, é mesmo, não chegou um mandato deste oráculo, precisávamos de dois.

  3. Pingback: O mentiroso compulsivo ou a inutilidade mais bem paga do Portugal Democrático | cinco dias

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