Há uma tendência, cada vez mais acentuada, para a atomização do ministério publico quanto à comunicação social. Sem saberem como lidar com a pressão mediática assistimos a entrevistas (exclusivas).
Fazendo parte da sociedade, em termos mediáticos, os magistrados não devem ser tratado como monges mas também não são pregonistas da feira para questões da audiência.
Seria curioso ouvir, sobre este caso, a opinião do procurador distrital responsável num pais onde as autonomias reinam a coberto de uma qualquer desculpa sindical e/ou corporativa.
Nem venham falar de violação de segredo de justiça, de estatuto dos magistrados ou da constituição pois, antes de mais, em causa ficou um elementar dever de reserva.
Seja bem vindo, Rafael. Boas postas
Bem chegado Rafael.
Inteiramente de acordo!