Sorria…

Vamos começar bem a semana…? Sorria… está a ser roubado!

Viriato Teles e o Acordo Ortográfico: todas as letras do afecto

Viriato Teles é um homem das palavras, vivendo delas e por elas. Li-o, durante anos, nos saudosos Se7e e n’ O Jornal, numa altura em que eu já sonhava ser jornalista e pude invejar-lhe o privilégio  de contactar pessoalmente com monstros fundamentais da cultura portuguesa, como, por exemplo, Zeca Afonso ou Fausto. Continuo a lê-lo no seu site, onde arquiva e publica muito daquilo que escreveu ou escreve.

Mais recentemente, deleitei-me com este texto, em que explica as razões da sua afeição pelas letras que o Acordo Ortográfico quer suprimir. Não se trata, no entanto, de um texto meramente afectivo, o que seria legítimo porém insuficiente. É um conjunto de argumentos, construído por quem conhece as palavras de que vive.

Deve ser bom negócio

Portugal vai pedir novo resgate

É o que tenho que concluir das repetidas vontades expressas para novos empréstimos

Judite recordas-me a outra…

No passado dia 8 de Março, logo às primeiras horas da manhã, fui acordado por quatro simpáticos e anónimos inspetores da PJ – só um se dignou identificar-se.
(…)

Enquanto me “arrumavam” a casa – tudo no estilo “Feng-Shui” – fui questionado sem nunca conhecer os motivos que se escondiam por detrás de tão agradável e matutina visita (nota: para a próxima, sff, tragam-me o café e os jornais da manhã, obrigado).

Rui Cruz, activista do Tugaleaks e de outras causas, contituído arguido, ainda não sabemos porquê, mas pode ler o que o Rui por enquanto pode contar.

* de uma cantiga do Fausto

Pais na Escola

Do acordo entre a FNE e o Governo resulta um velho modelo de gestão das escolas. Apesar de continuar a pensar que a Escola não precisa de gestores, a verdade é que o modelo partidário (sim, não estava a pensar em político) que está no terreno permite e promove todo o tipo de trapalhadas, criando promiscuidades várias entre Directores, Autarquias, Colectividades, Associações de Pais,…

Não se percebe porque é que os do costume assinam. Paulo Guinote questiona sobre o incómodo que tal decisão provoca – eu, que não assinei começo a ter pouca (nenhuma!) paciência para ver sempre o mesmo tipo de comportamento: incomoda e muito!

E reitero uma opinião que partilhei num post recente sobre esta temática e que o Miguel teve a amabilidade de questionar, trazendo para cima da mesa uma saudável divergência entre pessoas que partilham o mesmo espaço sindical.

É ou não positiva a saída dos Encarregados de Educação do Pedagógico?

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Muita polícia em Foz Tua para proteger o colonato da EDP

P. Vaz

Durante toda a semana.
Para proteger as obras da barragem de Foz Tua de 100 campistas/manifestantes, o Estado português enviou, por obséquio, pelo menos 34 agentes da autoridade. Ontem juntaram-se dois cães…
Há assim tanto a esconder?

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Aulas de Impotência para Grupos de Trabalho

Devemos olhar para alguma impotência do Governo Passos com uma paciência esperançosa. Sim, já são demasiados grupos de trabalho para estudar e para encher, cujas conclusões depois ficam a marinar à espera que ninguém grite, que nenhum protesto suba, que nenhuma histeria se manifeste por causa de uns meros ventos de mudança forçosa. Mas note-se que, por exemplo, para afrontar as indecorosas rendas que o Estado paga à EDP, e colocar finalmente os interesses das pessoas comuns em primeiríssimo lugar, seria necessário ter por trás toda a gente possível, gente do PC e do BE. Gente! Seria necessário constituir grupos de pressão aliados ao Governo, se é que este não se quer encolher para ser igual a todos os que passaram, quando o escrutínio não era apertado porque também não roçávamos em falência conforme roçamos. Nesse momento, nada ficaria como está.

Vítor Gaspar: viagem inútil aos EUA

O ministro Gaspar decidiu ir aos EUA explicar o ajustamento português Em época de contenção de gastos, de que é o actor principal, o ministro infrige as regras da austeridade e vai por aí fora, até aos EUA. Sem proveito, nem utilidade para o País. Todavia, encontrar Timothy Geithner e outros “men from Goldman Sachs” poderá ser uma vantagem para a sua carreira. Há que aproveitar os tempos de poder.

Como funciona a escolha partidária dos directores das escolas

A verdadeira intenção do MEC ao alterar a gestão das Escolas manifesta-se na fase final da declaração disponibilizada no site do governo.

“O MEC propõe-se a concluir até final do ano escolar de 2012/2013 o processo de agregação de escolas e a consequente constituição de agrupamentos, com o acordo das respetivas direções e autarquias. A integração em agrupamento ou a agregação de escolas ou agrupamentos de escolas integradas em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária, escolas profissionais públicas, de ensino artístico, que prestem serviços em estabelecimentos prisionais e com contrato de autonomia dependerá da sua iniciativa”

Vamos lá então a uma explicação, a pensar nos leitores que não são Professores.

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Você é excepcional

Se você

  • não trabalha na TAP nem na CGD,
  • nem no Banco de Portugal ou na ANA,
  • se não faz pare da administração da RTP-SA nem dos quadros EMPORDEF,
  • se não labora nos CTT, nem nas Águas de Portugal nem na CP Carga,

então parabéns, você é a excepção que vai pagar o buraco. Dizem que nestas empresas não haverá cortes salariais para evitar a fuga de quadros. Fuga para onde? Para as empresas onde os salários serão cortados, obviamente.

Hoje dá na net: Elis

Elis Regina ao vivo, em 1973. Se fosse viva, a Pimentinha, hoje, estaria a recuperar da festa de anos de ontem, depois de completar 67 anos.