Esta acertou no alvo, atravessou o governo e ficou espetada na banca


12.000.000.000,00 €

Este é o valor que o governo não quer transferir para as autarquias para que paguem as suas dívidas, o que fará com que micro/pequenas/médias empresas com viabilidade e facturação continuem a falir e despedir.
Este é o valor que o governo quer dar à banca privada e aos seus accionistas para que mantenham os seus rácios. Não se traduzirá directamente na criação de um único posto de trabalho e/ou dinamizará a economia.

Não há dinheiro… só para alguns.

Tiago Mota Saraiva

Sobre João José Cardoso

Comments

  1. Pois a pouca vergonha continua, será que não vai acabar…..

  2. marai celeste ramos diz:

    Sempre houve muito dinheiro em Portugal mesmo em tempo de guerras – Apenas mudou de “lugar”

  3. Tiro ao Alvo diz:

    As coisas não são assim tão simples. Não brinquemos com coisas sérias. Muito sérias!

  4. E vai dar!

    Não, não vai acabar. Aliás, nos EUA está apenas no começo. A partir do dia 16 de Março… só se safam ou milionários ou quem esteja ligado a corporações… e/ou agências. É chato ler um documento extenso, mas depois de ler este decreto, fica-se esclarecido:

    DECRETO

    DEFESA NACIONAL DE PREVENÇÃO DE RECURSOS

    http://www.whitehouse.gov/the-press-office/2012/03/16/executive-order-national-defense-resources-preparedness

    Em português do google, ou “brasilês”:

    http://translate.google.pt/translate?sl=en&tl=pt&js=n&prev=_t&hl=pt-PT&ie=UTF-8&layout=2&eotf=1&u=http%3A%2F%2Fwww.whitehouse.gov%2Fthe-press-office%2F2012%2F03%2F16%2Fexecutive-order-national-defense-resources-preparedness

    Os portuguesinhos que nos andam a gamar, estão esclarecidos e é o salve-se quem puder. Nada de criação de emprego ou desenvolvimento…

  5. Tito Lívio Santos Mota diz:

    andaram a dizer que o Salazar era “muito bom”.
    Que o que era preciso era um Salazar…

    Agora têm uma política à moda do Salazar !

    é a vida.

    Só tenho pena de quem nunca gostou do Salazar porque sabia que a política do Salazar sempre foi a que hoje é aplicada pelo atual governo.

    os outros, francamente, que se lixem.

  6. Muito sérias, Carlos, tiros no alvo bancário, eu sei que mexem consigo.

  7. João Grade diz:

    “Pois a pouca vergonha continua, será que não vai acabar…..”

    “As coisas não são assim tão simples. Não brinquemos com coisas sérias. Muito sérias!…”

    “E vai dar!…”

    “andaram a dizer que o Salazar era “muito bom”.
    Que o que era preciso era um Salazar…

    Agora têm uma política à moda do Salazar !

    é a vida. …”

    pois… votaram neles.. estavam ah espera de quê?????

    soh pode ser do vinho (zurrapa) que andam a beber.
    bebem vinho da uva, por exemplo, da Cartuxa, passe a publicidade.
    it´s expensive?
    nem por isso, com apox. 16,00 euros conseguem uma botelha.
    faz parte do bom que se leva desta vida: beber, comer e f….

  8. Carlos diz:

    João José, não são os tiros no alvo da banca que mexem comigo, pois eu até penso que eles, os Bancos, precisam de levar alguns. O que mexe mesmo comigo é a ignorância mostrada publicamente como sendo sapiência, traduzida frequentemente no atrevimento de se falar de coisas que não se conhecem, como fez o tal Tiago Saraiva, que sabe tanto disto como o abade da minha freguesia.

  9. Carlos, com quem tem freguesias ainda servidas por abades não discuto, temeroso, almas do mundo desaparecido sabem aquilo que nem sonho, quanto mais imagino.
    Mas lá que as autarquias devem aos pequenos, disso sei.
    Em tempos idos telefonei e faxei a 4 ou 5 por dia. E livrem-me de um dia aqui escrever a técnica usada para pagarem num instantinho quando a fome aguçava mesmo o engenho.

  10. Pois é, mas dar dinheiro a bancos privados que tiram das contas dos seus clientes milhões de euros para pagar todos os serviços que prestam e eles só sobrevivem porque os seus clientes colocam o seu dinheiro para que eles o usem e abusem em negócios que os clientes nem fazem a mínima.
    No fim de cada ano têm divisão de lucros em milhões de euros, o que fizeram com isso depositaram nos offshores para fugirem aos impostos que enriqueciam o estado onde eles se governam e têm negócios.
    E agora o estado português ainda lhes vai dar dinheiro para eles sobreviverem, então são privados ou não, que se danem se falirem quero lá saber, o dinheiro é preciso nas autarquias para que elas se mexam e paguem aos pequeno e médios empresários que movem a economia e que ainda vão depositar o seu dinheiro nos bancos privados para que eles façam os negócios que ninguém sabe e sabe-se para que serve o dinheiro que colocam nos offshores.
    Estes governantes dos últimos anos deviam todos ir á barra do tribunal responder por este tipo de atitudes lesivas da economia do estado e das populações.

  11. As regras de ajuda do estado português aos bancos privados devia de ser alterada, bastava que se mudasse apenas que as ajudas deviam ser dadas a quem não fugisse aos impostos desviando dinheiro para offshores ou outro tipo de coisas lesivas da economia e do estado português.
    Aliás quem mexe com dinheiro como és os bancos e os supermercados, como foi este ultimo que foi para a holanda, que eu não compro nem mais um centavo a essa gente, não deveria ser permitido esse tipo de coisas, porque é um pretexto para fugir aos impostos e fazerem negócios pouco claros.
    Mas claro a classe politica vigente está toda comprometida e vai ser difícil mudar este tipo de coisas.

    • Tito Lívio Santos Mota diz:

      eu até poderia estar de acordo com alguma ajuda à banca.
      E até às empresas.
      Só que isto não é “ajuda” a coisa nenhuma.
      é boda aos ricos.

      Baixar a TSU? mesmo se está provado desde a eleição da Sra. Thatcher em 1979 que isso nunca criou emprego em lado nenhum, poderia ser admissível se fosse uma descida pontual e orientada a favor de empresas contra obrigação de X criação de empregos e mantimento dos restantes.

      Avanços de líquido a bancos?
      Porque não, mas sob condição de separar as atividades bancárias entre depósitos, financeiras, etc.
      E mediante obrigação de apresentação de relatório de investimentos, empréstimos e contabilidade geral.

      faz parte do programa de gente séria noutros países e foi a política aplicada pelo famoso “esquerdista” Franklin Roosevelt.

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