Stephen Hawking junta-se ao boicote académico a Israel (em inglês).
Mostra que muita coisa ficou por contar…
Restos mortais de 56 vitimas sérvias em Zabar, na Croácia (inglês), foram exumados. Para saber mais (inglês).
Os racistas escondidos
A avaliar por este artigo (em inglês), temos uma imagem demasiado boa dos suecos.
Tribunal de Contas arrasa Ministério Público por não acusar membros do Governo da Madeira
A solução para todos os problemas do país!
Agora, no Reddit: Gloriosa Thread de Ideias Para Portugal.
A Alemanha vai continuar a ser caloteira?
A Alemanha deve reparações de guerra, os gregos vão pedir que pague. Será que a dona de casa alemã vai nisso?
Financiamento de risco!?
Um CDS é isto, ou seja é um seguro. A história que nos contam é que um seguro provocou a remodelação governamental? – Esta história está mal contada.
Ontem: Atentado à bomba monstruoso
Os bancos viveram acima das suas possibilidades,
com o nosso dinheiro: Lagarde diz que vão fechar bancos em países como Portugal.
Ministro das Finanças garante que medida semelhante em Portugal “está fora de questão”
Se o Gaspar diz isto, então é melhor irmos levantar as nossas poupanças…
Se fossem cipriotas
Stay Classy Israel!
Punição colectiva em Israel. Esgoto é pulverizado sobre palestinianos (em inglês).
Hoje dá na net: The Revolution Will Not Be Televised
The Revolution Will Not Be Televised, documentário com a história do golpe de estado de 2002 na Venezuela. Página no IMDB. Página na Wikipédia. O programa está legendado em português.
PGR vai substituir Cândida Almeida no DCIAP
Papa resigna
O Papa Bento XVI vai resignar, avança a agência italiana Ansa.
Notícia na Rádio Vaticano.
Alemanha separa bancos comerciais da banca de investimento
Por cá devemos estar à espera de autorização do Ricardo Salgado, ou do Fernando ‘Sensibilidade’ Ulrich. (Ver por que motivo isto é importante aqui.)
E o Constâncio, ninguém se lembra do Constâncio?
O Banco de Portugal tinha em 2003 provas concretas das fraudes e más práticas que tinham lugar no BPN, como na altura foi noticiado no Jornal de Negócios (PDF). No entanto o BdP decidiu ignorar esses avisos e continuou como se nada fosse.
O que fizémos aos responsáveis do BdP? – Nada, absolutamente nada, até houve umas prateleiras douradas para distribuir. Falhar assim é fácil.
Banha da cobra ou ciência?
As previsões económicas do banco central australiano são tão boas como mandar uma moeda ao ar (em inglês). Estas previsões, lá como cá, são usadas para decidir o nosso futuro. Assustador.
Privacidade? Segurança?

Um grupo de hackers (no sentido original do termo) conseguiu, alegadamente, obter números válidos de cartões continente e, a seguir, aceder aos dados pessoais guardados pela SONAE.
Quem é quem no BANIF
O BANIF está insolvente. Mais uma vez se confirma que as relações a finança e a política são promiscuas e pouco claras.
Sexta revisão ao Memorando da Troika
Eis o verdadeiro programa do governo (PDF). Em inglês, como convém.
Bundesbank retira o seu ouro de Nova York e Paris
Será que o ouro está lá? (em inglês) Quando o Chavéz fez o mesmo correu muita tinta.
Os islandeses começaram a prender banqueiros?

Parece que sim! (Tradução automática.) Guðmundi Hjaltasyni e Lárus Welding foram condenados a 9 meses de prisão por um negócio de 100 milhões. É certamente pouco tempo, mas é também um começo.
O crime destes senhores foi um crime contra a economia da Islândia, autorizaram empréstimos sem garantias, ignorando a opinião dos avaliadores de risco do próprio banco. Tão simples quanto isto.
Se transpusermos este caso para Portugal, teríamos de prender quase todos os banqueiros nacionais. Os banqueiros nacionais envolveram-se em práticas estéreis para a economia. Guiados pela ganância, pelo amiguismo e pelo lucro rápido e abundante.
Foi prática comum os bancos nacionais emprestarem dinheiro a certos “empresários” para comprarem acções dos próprios bancos por motivos muitas vezes interesseiros (ver o caso de Manuel Fino com a CGD, de Joe Berardo com o BCP, etc) . Os banqueiros usaram estas tácticas para obterem maiores bónus para si próprios, para obterem vantagens tácticas dentro dos próprios bancos, que facilitassem a ascensão ao poder de certos grupos ou interesses, ou então, nas lutas entre bancos. Outra prática comum foi a forma como os pequenos investidores foram pressionados a investir nos próprios bancos, mais uma vez por motivos interesseiros, muitas vezes por gestores de conta apenas interessados em cumprirem objectivos irrealistas.








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