Remodelação do Governo (9)

Pires de Lima elogia Álvaro. Beato hipócrita!

Intimidades

Nós temos o Alvarinho e os católicos têm o Chico.

Por acaso pareceu-me simpático, o Chico.

Tretas politicóides: a História como morte da crise

Descubro, por acaso, uma pergunta de António Sérgio, escrita em 1915: “Quando nos convenceremos de que se cria, avigora, triunfaliza um povo, não por uma colectiva recordação do passado, mas por uma aspiração comum para o futuro?”

Nesse vácuo palavroso que é o discurso político, é frequente ouvir a mediocridade governante usar o passado glorioso do povo português como garantia de que saberemos, porque sempre soubemos, ultrapassar mais este obstáculo, mais aquela crise, como dignos descendentes que somos de todos os que dobraram bojadores ou descobriram outros mundos. [Read more…]

Chocos com tinta são chocos com tinta

Depois de Passos Coelho ter afirmado que a crise terminará em 2013, Álvaro Santos Pereira, o Álvaro, veio relativizar o arremesso do chefe do governo, lançando uma palavra de bom senso, parecendo abandonar o estatuto de pateta de serviço do governo. [Read more…]

Andas a desiludir-me, Álvaro

Ó ÁLVARO EU ATÉ GOSTAVA UM BOCADINHO DE TI, HOMEM!.

Das desilusões que a nível geral me tens provocado, talvez que por falta dos meios que não tens para gerir convenientemente tão grande Ministério, não vou falar agora.

Foste para mim, uma lufada de ar fresco na habitual politiquice Nacional, com aquela coisa de “chamem-me Álvaro, que eu gosto”.

Não é que eu entenda que os gajos todos te devam chamar assim, afinal sempre és Ministro e mereces um bocadinho de respeito, mas nós, os que em ti votamos e acreditamos (sim, que embora ninguém soubesse que irias ser tu o eleito na altura das votações, os votos devem ser-te extensivos à posteriori) podemos e devemos tratar-te como assim o queres. Somos uma espécie de amigos do peito. Os outros que te tratem por Senhor Ministro.

Mas hoje, Álvaro, meu amigo, fiquei a saber que tens desrespeitado os meus outros amigos e conterrâneos, e porque para além de amigos como tu, são conterrâneos, passam à tua frente, como facilmente entenderás. E, diga-se em abono da verdade, fiquei um bocadito aborrecido contigo. Fiquei sim, fiquei! [Read more…]