O caso prático do Kit do Mar (sim, do Kit do Mar)

A equipa Kit do Mar (sim, Kit do Mar) – ontem recebida no Palácio de Belém, pelo Presidente da República – quer “facilitar a implementação”, etc., através do “recurso a ferramentas diversificadas e ao trabalho de casos práticos”.

Peguemos num caso prático – por exemplo, nas acções de formação do Kit do Mar –, para testarmos o estado actual de aplicação do Acordo Ortográfico de 1990.

kit do mar

Vejamos aquilo que acontece nos Professores a Bordo.

kit do mar2

Pronto, já testámos.

Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.

Cavaco Silva não adopta o Acordo Ortográfico de 1990

sampaio guterres durao cavaco

© ACNUR/ S.Hopper (http://bit.ly/1na93XN)
© ENRIC VIVE-RUBIO (http://bit.ly/1na9cdV)

É verdade, já sabíamos. Contudo, no prefácio deste livro de Xanana Gusmão, ficam dissipadas aquelas dúvidas que pudessem ainda subsistir: tudo continua como dantes.

Aliás, através de uma leitura atenta dos quatro prefácios, não se detecta qualquer vestígio de adopção do AO90.

Sampaio, Guterres, Cavaco Silva e Durão Barroso não vêem qualquer necessidade de adoptar o AO90, num livro promovido pela CPLP (sim, pela CPLP) — permitam-me que volte a perguntar: para quê?

Foi ainda durante o mandato de Xanana Gusmão como Primeiro-Ministro que a economia timorense registou quatro anos sucessivos de forte crescimento, que o país foi objecto, pela primeira vez na sua História, de um plano sistemático de electrificação e se procedeu ao lançamento dos alicerces de uma rede de protecção  social em larga escala.

Aníbal Cavaco Silva

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A mesma visão e a mesma liderança são expressas nos discursos compilados neste livro, documentando um projecto que em vários aspectos foi tão difícil como a conquista da independência: a construção de um novo país democrático e com unidade nacional, por via da reconciliação e do desenvolvimento.

António Guterres

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20 de Maio de 2002 ficará para sempre gravado na minha memória.

José Manuel Durão Barroso

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No dia seguinte, em mais um acto excepcional, apresentei, pessoalmente, ao Presidente Xanana Gusmão o primeiro Embaixador de Portugal em Timor-Leste.

Jorge Sampaio

Hoje, lembrei-me de Djavan

A que propósito? Já lá vamos.

Através do jornal O Estado de S. Paulo, ficámos a saber que Cavaco Silva se pronunciou acerca de Eusébio, nos seguintes termos: “uma pessoa de qualidades humanas excepcionais“.

Exactamente:

estadao

Curiosamente, sabendo nós aquilo que muito bem sabemos, o presidente da República terá de facto escrito excepcionais e a máquina devoradora de consoantes gerou este ‘excecionais’.

excecionais cavaco

Isto é, só recorrendo a um jornal brasileiro é que podemos ter uma ideia daquilo que o presidente da República Portuguesa efectivamente escreveu.

Sim, sem AO90, em Portugal e no Brasil, escreve-se ‘excepcionais’. Sim, com o AO90, no Brasil escreve-se excepcionais e em Portugal escreve-se excecionais — é um paradoxo, eu sei, mas a culpa não é minha.

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Agora, Djavan.

Lembrei-me de Djavan, por causa [Read more...]

Cavaco no Panteão, já?

Melhor no de Santa Cruz. Assim, o D. Afonso Henriques, mesmo com 900 anos, ainda lhe assenta umas valentes espadeiradas.

O fim da recessão

fim da recessão

Seguindo a velha escola portuguesa de fazer leis para mudar o que fica tudo na mesma, Cavaco Silva declarou que “Portugal saiu da recessão em que estava mergulhado desde finais de 2010”. Agora é só uma questão de avisar o pessoal das filas às portas da Segurança Social que estão ali a perder o seu tempo.

O Único de Que Se Lembra

Cavaco e o falecimento de Mandela.

Cavaco reage indignado ao artigo do New York Times em que nos comparam aos burros

Cavaco Silva nem queria acreditar quando abriu o New York Times. O influente jornal americano compara os portugueses ao burro mirandês, animal em extinção.
Tamanha afronta levou o Presidente da República a fazer uma comunicação urgente ao País, que aplaudimos vivamente, pois está em causa o nosso prestígio, a nossa História de 204 séculos, o nosso brio e a nossa imagem internacional.
Recorde-se que o jornal norte-americano The New York Times, naquela que é a sua edição internacional, compara os portugueses ao burro mirandês. Isto porque, de acordo com aquela publicação, esta raça retrata a situação o País: o seu papel foi essencial durante anos, mas agora está em risco de extinção e vive dependente de verbas da União Europeia.

Títulos alternativos (II)

Cavaco Silva, mais uma força de bloqueio

Títulos alternativos

Pensionista envia diploma da convergência das pensões para o TC

Fase Ultra-Choné

É triste envelhecer entre o pateta e o intratável, entre o venenoso e o choné. E ninguém o avisar de como é feio passar por sedicioso, nocivo e chanfrado.

Cavacolemia

vinho sueco

Ao contrário do que pensa o senso comum, a Suécia produz vinho. Em pequenas quantidades, mas produz.

Costumam, por lá, bebê-lo quente, frequentemente misturado com especiarias e vodka ou aguardente. Trago aqui esta informação para que tentemos compreender a nível politológico – e até toxicológico – as declarações proferidas naquele país pelo presidente Cavaco Silva e segundo as quais Portugal já tinha saído da recessão e iniciado um caminho de próspero crescimento.

O sádico Cavaco Silva

sobre os masoquistas portugueses.

Levar a carta a Cavaco

“Desempregado escreve a Cavaco a avisar que não vai pagar impostos”

Passos Coelho, já estará preparado para qualquer inciativa presidencial, com uma lista de nomes de gente que também não paga impostos e que está muito bem de vida, de modo a provar que impostos e fortuna não têm nada a ver.

Os pais fundadores

pais_fundadores_do_Portugal_europeu

Cantilena

Cavaco falou
O cão ladrou
O gato miou
O burro zurrou
E ninguém se importou

E agora, algo completamente diferente

catarras

Cavaco, o entalador, fala ao país

baralhar e voltar a darComo se percebeu desde logo, o PS nunca aceitaria um acordo com o governo. Obviamente. Aceitar seria um tremendo tiro nos dois pés e, além disso, traduzir-se-ia na partilha de todos os insucessos que tem sido a governação do governo PSD-CDS. Também ao PSD não agradava que se estabelecesse um acordo que, na prática, equivaleria a ficar num governo de gestão durante um ano. E o CDS viu o seu líder fazer um ping-pong em tempo muito mais curto do que o habitual em Portas. Cavaco entalou-os a todos.

Cavaco, nessa altura, resolveu passar da inactividade política para o primeiro plano, condicionando em absoluto o cenário da política nacional. Com o esperado não acordo, prestou um enorme favor ao PSD ao empurrar o PS para um cenário de perde-perde. Perderia por não negociar, perderia por negociar um acordo e perde, como se vê, por negociar e negar um acordo.

Voluntariamente ou não, a acção de Cavaco fortaleceu o governo e é seguro dizer que  não foi um jogador imparcial. Baralhou as cartas, deu e hoje o jogo ficou na mesma, ao ponto do Presidente da República nem sequer se ter demitido.

Quero Voltar Para a Ilha

cavaco-silva-selvagens2“Volta, estás perdoado”.

Tive um sonho como uma ilustração

robison and friday
Vi um Cavaco a ficar em terra, e outro náufrago aquecendo-o nas noites frias das Selvagens.

E um Bilhete Só de Ida?

Quanto custaria, senhor Presidente da República?

As escolhas de Cavaco Silva

Santana Castilho *

Há pessoas com propensão para escolhas infelizes. Cavaco Silva, quando líder do PSD, escolheu Dias Loureiro para Secretário-Geral do partido e apadrinhou Duarte Lima no percurso que o levou a líder do respectivo grupo parlamentar. Já presidente da República, Cavaco Silva convidou João Rendeiro para dirigir a EPIS – Empresários pela Inclusão Social. Dias Loureiro não é propriamente alheio às trapalhadas que originariam a gigantesca burla do BPN. Duarte Lima é presidiário de luxo e suspeito de crime de homicídio. A fraude BPP tem um responsável: João Rendeiro.

A 10 de Julho, 4 dias antes da comemoração da tomada da Bastilha (quem sou eu para lhe sugerir que revisite a França de 1789?), Cavaco disse branco e fez negro. Gritou por estabilidade e afundou todos em mais instabilidade: partidos, Governo em gestão e país em agonia. Não aceitando nenhuma das soluções que tinha, inventou a pior que alguém podia imaginar. O raciocínio que desenvolveu é mais uma das infelizes escolhas em que a sua vida política é pródiga. O compromisso que pediu significaria que votar no PS, no CDS ou no PSD seria votar num programa único de Governo. O compromisso que pediu significaria o varrimento liminar do quadro democrático dos restantes partidos políticos, que desprezou. A escolha que fez significa que se atribuiu o poder, que não tem, de convocar eleições antecipadas em 2014, sem ouvir os partidos políticos nem o Conselho de Estado. Para quem jurou servir a Constituição, é, generosamente, uma escolha infeliz. [Read more...]

Posicionem-se

Abrir os olhos é não imputar a uma putativa e ficcional Direita Portuguesa as culpas que se partem e repartem sobre todo o espectro decadente e moribundo do sistema político-partidário português. Por exemplo, depois de anos ao serviço dos interesses instalados, financeiros e económicos, apeada da governação, a Ala Socratista do PS aparece agora umas vezes a masturbar o PCP e o Bloco, outras a diminuir e a vexar a utilidade pragmática de tais partidos. Mesmo Seguro não resistiu a convidar e a incluir PCP, PEV e BE nesta coisa criada pelo Presidente, uma Troyka Negocial do Arco da Governabilidade. Seguro quis incluir esses partidos na proposta presidencial, dando por garantido o voto inútil a favor na próxima moção de censura. Qual foi a resposta dessa Esquerda Anti-Troyka? Rejeição liminar. Dir-se-ia que tal Esquerda se está a cagar para a condescendência segurista ou para o namoro pegado que lhe move a Ala Socratista, ainda incrustada na Bancada Parlamentar Xuxa. A sugestão socratista-socialista-segurista de o convite à salvação de Cavaco ser extensivo àqueles partidos foi portanto mandada àquele lugar. Percebe-se que o socratismo forceja fabricar o seu regresso ao Poder não apenas pelo malogro do Ajustamento, mas também pelo Cavalo de Tróia de alianças e compromissos impostores com a Esquerda Protestatória.

Embora Seguro formulasse o convite, os pretorianos do socratismo apodam-no de pura retórica – talvez desejassem em andamento um projecto de coligação escrito e assinado onde se consagrasse a ruptura com a Toyka e a exigência por um regresso formal aos moldes do PEC IV. Como esse entendimento parece comprometido, a Esquerda bloco-comunista passa a ser tratada à bruta pelo paleio pretoriano dos adeptos e amantes do Grande PlayBoy: comunas e bloquistas não participam em coisa nenhuma que não seja derrubar governos, especialmente se forem socialistas. São partidos de bota-abaixo. Pois, um bota-abaixo selectivo e eficaz se xuxas se confinam à impotência minoritária. A dor de corno política dá nisto. [Read more...]

A crise portuguesa da actualidade

O seu a seu dono: a autoria da actual crise é da direita

Bem se empenham os arautos tendenciosos, desonestos e vesgos por conveniência para engrupir a opinião pública com a desresponsabilização da direita pela crise política em que atolou o país nos últimos 15 dias.

A defesa inconsistente e estrambólica da inocência do governo de Passos e Portas, e até do presidente Cavaco, emporcalha-se por ímprobos ataques desferidos sobre quem, de área política divergente ou neutralmente, dignifica a verdade e tece legítimas críticas às ridículas peripécias da vil tríade do presidente, da maioria e do governo a que estamos submetidos.

Para reposição da verdade – e já agora para memória futura – grave-se com letras de indestrutível relevo, por ordem cronológica, quem, quando e como a crise se despoletou e desenvolveu:

A 1 de Julho de 2013

Vítor Gaspar demite-se. Insinua falta de perfil de Passos Coelho para liderar a actividade governativa, confessando responsabilidades próprias na falha dos défices de 2012 e 2013, na expansão da dívida pública, na depressão na procura interna e desvios desfavoráveis nas receitas fiscais; e, em acto de comovente penitência, Gaspar rematou: “a repetição destes desvios minou a minha credibilidade enquanto Ministro das Finanças.”

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Tiro ao alvo, modalidade presidencial

tiro ao alvo

Monte de merda é uma metáfora

Adoro, adoro, adoro, quando uma figura pública, depois de fazer uma declaração, vem explicar a declaração que fez. Raramente a dita figura pública pede desculpa pelo que disse, preferindo inventar desculpas: que foi um mal-entendido, que foi mal entendida, que retiraram as palavras do contexto, que retiraram o contexto das palavras, que havia ruído nas proximidades.

Assunção Esteves, mesmo tendo chamado Beauvoir a Babeuf, comparou os cidadãos que protestaram nas galerias a “carrascos”. Depois, é claro, veio explicar a declaração, reduzindo o apodo lançado a uma metáfora: “Carrasco significa qualquer elemento de perturbação. Sem querer ofender nada nem ninguém. Significa que quando as pessoas nos perturbam, não devemos dar atenção.”

Podia, agora, dar início a um debate sobre a importância de criar escolas para utentes de metáforas, à semelhança das escolas de condução, mas prefiro deter-me no precedente criado, inconscientemente, pela jurista Assunção Esteves: o que fazer, a partir do momento em que se explique que aquilo que parecia um insulto era, afinal, uma metáfora?

Quando Miguel Sousa Tavares chamou “palhaço” a Cavaco, poderia ter recorrido a uma argumentação semelhante: “Palhaço significa qualquer elemento que nos faz rir. Sem querer ofender nada nem ninguém. Significa que quando as pessoas nos fazem rir, não devem ser presidentes.”

Às vezes, dei por mim a pensar que a maioria que nos governa é um monte de merda. É claro que é uma metáfora, porque não há nenhum ser humano que seja apenas um monte de merda, mesmo que esteja com prisão de ventre há vários dias, porque ainda sobra muita pessoa para além das fezes acumuladas.

Poderão objectar-me que um monte de merda é o resultado encontrado no meio da rua, mas isso ainda torna mais evidente o carácter metafórico da expressão, porque nenhum grupo de pessoas é uma acumulação de excrementos no passeio.

A verdade é que ao considerar que um grupo específico de cidadãos é um monte de merda não quero ofender ninguém, até porque não tenho nada de pessoal contra um monte de merda. O meu principal objectivo até é caridoso: não quero pisá-lo. O meu grande desejo é que seja removido, porque com a saúde pública não se brinca.

A Puta da Semântica

Desculpem, Esquerdóides, mas estou cansado dos vossos anúncios do fim do mundo e da vossa boca cheia de mortos: «o Governo está morto»; «o Presidente matou a esperança». Ide matar o caralho! Maldita semântica. De repente, os vossos comentadores descobrem que vão nus. Após a surpresa pelo discurso presidencial do dez de Julho, vêm os cromos Adão e Silva e os insuportáveis Pedro Marques Lopes, sempre os mesmos, sempre a mesma merda, encher de cínico e sonso ou de falsete e risonha histeria os ecrãs das TV, mostrando um desprezo pelas instituições lá, onde o Supremo Corrupto mereceu mesuras e deferência. Contra os ventos e marés da actual popularidade maravilhosa do Partido Socialista, o Presidente da República ousa não convocar eleições?! Toda a socialistice e a esquerdice dão tau-tau ao Presidente. Chamam-lhe Múmia, Estarola, Esfinge. O Presidente tem inimigos. Sócrates é inimigo mortal e mortífero do Presidente. O Presidente tenta sacudir a maledicência dos socratistas com a vingança de um aperto no torno de um dilema: respaldar ou não o caminho sob o Memorando até, pelo menos, Junho de 2014. [Read more...]

Cavaco Silva e o governo de salvação pessoal

maroteira

O presidente do qual se dizia à boca cheia ter perdido espaço de manobra, por se deixar colar ao governo devido a acções como promulgar em apenas um dia um diploma governativo, ao ponto de se contar com o ovo no cu da galinha, decidiu cuidar do que a História de si dirá e mostrar ao mundo que ele é que é o plesidente da junta.

Cavaco Silva escolheu um caminho que dificilmente trará um governo capaz mas, por outro lado, tratou da sua imagem, mostrado que arrisaca tomar decisões fora do seu ecossistema. E o interesse do país?

Zeca e os vampiros

Há cinquenta anos, Zeca Afonso publicava um EP intitulado “Baladas de Coimbra”. Lá estava “Os Vampiros”. Os vampiros lá estavam.

A lembrança do composipoetocantor resiste na limpidez da voz e na frontalidade do homem (e a frontalidade é só uma maneira de ser límpido).

Os vampiros continuam irrevogavelmente agarrados ao nosso pescoço. Austeridade é o nome que dão aos caninos.

Detesto a frase feita: “Isto é tão actual!” Hoje, não tenho outro remédio senão repeti-la, porque continua a haver pouca gente a comer tudo.

O vídeo é o do célebre concerto no Coliseu, em 1983. O Zeca estava muito doente e o país também não se sente muito bem.

A vida artística de Cavaco Silva

cavaco silva durao barroso angela merkel christine lagarde comunicacao pais

do Kaos

O Réptil de Cavaco

Não adianta chorar, bimbos do PS! Não vivemos sob o regime dos PEC. Não é o PEC provisório IV que dita a nossa vida financeira presente. Vivemos, sim, sob o Memorando de Entendimento e os seus ditames. Para o mal e para o bem, temos-lhe obedecido e é a partir dele que qualquer coisa de sólido pode surgir. Não vale a pena falar do magno chumbo, por toda a oposição, não apenas do PEC IV, mas de toda a forma opaca, corrupta e burlona de conduzir os Negócios de Estado pela mão do elenco catastrófico dos sócrates. A lei que provisoriamente nos rege é, pois, a do Memorando de Entendimento, escrito e assinado pelo Governo PS da altura, com os números da altura, mas também pelo PSD e pelo PP. De fora de tal assinatura que compromete e vincula, PCP-PEV e BE. Já se sabia da inevitável e provisória recessão e das previsíveis e provisórias dificuldades da economia. Já se sabia que o grau de obediência e de cumprimento nacionais faria proporcional o grau de ganhos em moralidade negocial, alta, no caso da Irlanda, baixa, quase nula, no caso da Grécia, precisamente pelas razões subjacentes de lealdade ao acordado. Entre uma longa intervenção externa e uma intervenção de médio prazo, intensa e dolorosa, sim, mas curta no tempo, PSD e CDS escolheram abreviar os nossos tormentos, intensificando-os no período mais curto possível. Foi uma escolha. Custosa. Patriótica. [Read more...]

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