A infame Lagarde

Lagarde

Só a Espanha??? Então e Portugal Lagarde? Já viste bem a competitividade que para aqui vai? Andas feita com os com os gajos da esquerda, só pode. Vê lá se queres que chame o Poiares Maduro para ele te dizer das boas

Os bancos viveram acima das suas possibilidades,

com o nosso dinheiro: Lagarde diz que vão fechar bancos em países como Portugal.

O *acessor e a Cristine

Segundo a SIC, o acessor… *Acessor? Acessor? Ah! Assessor. Segundo a SIC, Rudolfo (sim, é com ‘u’) Rebelo, acessor, perdão, assessor do PM, assinou uma carta como se fosse a directora… Não, não é *diretora que se escreve em português europeu: é directora. D-I-R-E-C-T-O-R-A. Com cê. Perdão? Está directora? Muito bem. Mas a SIC não adopta o Acordo Ortográfico de 1990? Não? Sim? Não sabem? Adiante. Rebelo assinou uma carta como se fosse Christine Lagarde? Mentira! Rebelo assinou como se fosse Cristine Lagarde. Se tivesse assinado uma carta como se fosse Christine Lagarde, o Cristine teria H. Uma Cristine, como sabemos, não é uma Christine. Pronto. Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.

132013 SIC

O que vale é que ninguém foi prejudicado!

FMI reconhece que calculou mal o impacto da austeridade na economia

António Borges, os salários, e os crimes sem castigo

“Diminuir salários não é uma política, é uma urgência”  – António Borges

“A opinião pública sente-se enganada e pressionada pela austeridade imposta, em parte, para pagar os erros da banca e ainda nenhum banqueiro pagou pelos erros. Quando ponho a questão aos banqueiros eles respondem que a imoralidade e a falta de ética não são crime. Por isso, às vezes, calcam o risco amarelo da imoralidade mas não ultrapassam a linha vermelha da legalidade. Temos de começar a pensar em julgar a imoralidade”  Marc Roche, autor do livro “O Banco – Como o Goldman Sachs dirige o mundo”

António Borges decidiu seguir as pisadas de Madame Lagaffe. Ambos têm em comum o estatuto de isenção de IRS enquanto funcionários do FMI. Ambos têm responsabilidades nesta crise, uma enquanto ministra de Sarkozy, Borges enquanto homem da Goldman Sachs. Ambos ficarão impunes.

Ou talvez não. Nunca escrevam certezas sobre o vosso futuro com a mesma displicência com que falam sobre a vida dos que pagam IRS, viram os seus salários reduzidos e não têm pão para a boca dos filhos. Em determinadas situações os seres humanos são levados a actos espontâneos e irreflectidos, e tornam-se violentos. Uma dessas circunstâncias é a fome, coisa que para os filhosdaputa deste mundo é uma palavra mas para cada vez mais gente é um aperto no estômago que se mitiga com água, enquanto não a privatizarem. A fome faz milagres, António Borges; Marx deixou umas dicas sobre o assunto mas a simples lei da sobrevivência também serve. A fome faz do cobarde um herói, do amansado um rebelde, do cordeiro um bode selvagem.  E os bodes selvagens quando acossados perdem o medo, marram a direito, levam tudo em frente, incluindo os Borges e as Lagardes deste mundo. Chegará a vossa vez de terem medo, muito medo, e nessa altura não haverá paraíso fiscal que vos valha. A imoralidade não se paga com os portões do céu encerrados mas muitas vezes conduz directamente ao inferno, na terra. Fujam já, ou pensem nisso.

Não esperes piedade

 

Madame Lagaffe, benemérita das crianças nigerianas, afinal não paga impostos.

 

via Indignados Lisboa

A Morte em Atenas

Lagarde sobre a crise da dívida grega

Há dias, Christine Lagarde, DG do FMI, concedeu uma entrevista à estação televisiva CBS, centrada no tema da dívida grega. Sumariamente, afirmou:

  • A solução correcta, neste momento, é que os responsáveis implementem as políticas “correctas e sólidas”;
  • É o momento em que os partidos políticos “responsáveis” têm de dizer ao povo a verdade;
  • Esses partidos têm de distanciar-se dos partidos populistas, marginais na vida democrática e que rejeitam o caminho correcto;
  • Em democracia, os líderes políticos devem dizer a verdade ao povo;
  • Qual é a alternativa? Mais débito?

No final, ao que se sabe pela comunicação social portuguesa, SIC em especial, Lagarde admitiu a bancarrota e a saída da Grécia do Euro.

Um farmacêutico grego, de 77 anos, suicidou-se na Praça Syntagma em Atenas. Na derradeira carta, deixou clara a razão da opção pela morte: ter sido privado de meios para a sobrevivência. O FMI, de Lagarde, lamentou. Hipocritamente.

Esta morte de Dimitris Chrisoula teve origem na pandemia das medidas do FMI. Efeito, de facto, pandémico que, surda e perfidamente, está a matar silenciosamente muitos europeus do Sul – em Portugal, em 2010, registaram-se 1195 suicídios, acima, das 1135 mortes nas  estradas. São indicadores de reflexão obrigatória. [Read more…]

Última Hora: António Borges abandona a direcção do departamento Europeu do FMI

O FMI anunciou hoje em comunicado que António Borges comunicou à Directora Christine Lagarde a sua intenção de deixar o FMI, com efeitos imediatos, por motivos de saúde.

António Borges ocupou o cargo em Novembro de 2010 pela mão do tristemente famoso Dominique Strauss-Kahn.

O substituto foi imediatamente apontado pela Directora do FMI. Quem vai desempenhar o cargo vai ser Reza Moghadam que entra em funções amanhã.

As palavras de circustância de Christine Lagarde foram (traduzidas à pressa):

António Borges conduziu o Departamento Europeu durante um periodo extremamente difícil para os membros da Eurozona. A sua vasta experiência no sector público e privado, e a sua experiência académica, combinadas com a capacidade de criar fortes relacionamentos com as autoridades dos países membros, foram de grande valor para responder a esta crise.

Espero ansiosa que Reza Moghadam, aplique ao nosso trabalho na Europa, a mesma visão estratégica, ímpeto e cuidado que demonstrou ter na sua anterior posição. A excelente prestação em todos os postos que ocupou no FMI bem como as suas qualidades de liderança fazem de Siddharth Tiwari uma pessoa qualificada para ocupar o cargo deixado vago por Reza Moghadam.

Tendo em conta o exemplo Grego e Italiano temo que alguma mudança governamental esteja na calha para Portugal. Será que o Gaspar se quer ir embora? Estamos a assistir a uma dança de cadeiras destinada a consolidar as políticas da Sra. Lagarde? (Pura especulação.) Ou o homem está mesmo doente?

Todas as opções são más.

FMI rasga memorando, adeus troika

A diretora-geral do FMI considerou como prioritário evitar a recaída na recessão do que endireitar à força as contas públicas no curto prazo, comentou a Eurointelligence. Viragem ao crescimento, em vez de austeridade, como prioridade, acrescentou esta agência europeia de informação. “Dito de um modo simples, as políticas macroeconómicas devem apoiar o crescimento. E a política monetária deve, também, manter-se altamente ‘acomodativa’, pois o risco de recessão ultrapassa o risco de inflação”, segundo as palavras da própria.

A citação é do Expresso, não é do Inimigo Público. E agora? Estava tudo a correr tão bem, a austeridade até ia chegar aos muito ricos… se calhar foi por causa disso. E nada a temer: arranja-se já um escândalo para Christine Lagarde. Trabalhadores da hotelaria de todo o mundo, cuidai-vos.