Automotora de Fabrico Nacional na Estação de Carviçais


Pequena automotora de fabrico português (pós-II Guerra Mundial) na estação de Carviçais, Linha do Sabor.

O Comboio no Apeadeiro de Moz

Moz, Linha do Sabor, anos 70.

O Comboio no Funchal

O comboiocirculou na ilha da Madeira.

Final da Taça – 1969 e Hoje

Diferenças e semelhanças.

Caminho de Ferro Natureza = Futuro

O Comboio é o Futuro dos Países Modernos.

Ferroviários em Greve

Instantâneo de Joshua Benoliel, 1911.

“Cá Chegou Direitinha a Encomenda”

Veio de Lisboa e de autocarro a minha bicicleta quase-nova;
espero, a seguir, rodá-la muito nos comboios.

“Pocinho, Tua ou Rua”

Linha do Douro, 2012.

São Miguel da Carreira

A Linha do Minho no concelho de Barcelos. Passou o comboio.

A Caminho da Escola (os alunos de Nuno Crato)

Alguns alunos de uma turma pós-Crato vão para a escola de comboio; o maquinista, claro, ganha mais de 50 mil euros por ano!

A minha Páscoa

Começava numa caminhada. De Rio Tinto a Contumil onde apanhava o comboio até Vila Meã. Não me lembro do tempo que demorava, mas recordo-me que depois da estação eram mais uns quantos quilómetros a pé até ao destino. Ali bem no meio entre o Pai e a Mãe. Uma vezes para a direita até Real. Outras para a Esquerda até Castelões. 

Imagem de Jorge Lopes (http://www.flickr.com/photos/jsepol/6862954096/)

Depois era tudo tão simples, mas tão perfeito. Os verdes e as flores no chão a chamar o compasso. A sineta que se ouvia ao longe e depois mais perto. Aquele grupo de gente que entrava pela casa a anunciar a boa nova – Cristo Ressuscitou!

O orgulho que havia em ser o Juíz da Cruz, em liderar a festa da aldeia. A alegria que havia em ser família. Depois era a correr de casa em casa “atrás” da cruz – umas vezes à frente, outras, mesmo atrás.

Recordo o presunto e o salpicão na mesa. Que maravilha! Que saudades.

Era hora de partir – mais carregados. Cebolas, ovos, “coisas da Aldeia” para os meninos da cidade.

Que bom que era – não pode voltar a ser?

Hoje Choveu em Couto de Cambeses

Concelho de Barcelos, num sítio antigo onde passa o comboio Braga-Porto desde 1875. Hoje choveu; não sei se agradeça as preces da senhora ministra Assunção Cristas.

Vagamente, o Estádio Nacional

Nunca viajei no ramal do Estádio Nacional.
Vagamente tenho memória do que não conheci.

Fim de linha

Então acaba-se com o TGV e anuncia-se uma coisa que afinal… vai dar a NADA?

Ou entre a fronteira e Barcelona vão a pé, num franchise com Lourdes ou com Fátima?

Não há paciência que aguente!

Que Faças Muitas e Muitas Viagens, Aventar!

Trouxeram-me (por grande lapso, digo) para aqui por causa dos comboios.
Fui ficando…

Isabel Stilwell e o TGV

Isabel Stilwell tem todo o direito de, porventura, ter sido má aluna a História. Tem todo o direito de não perceber que, quando Salazar nasceu, já o comboio circulava em Portugal há 33 anos e seria, portanto, impossível que Salazar e Franco tivessem cometido o erro de optarem “por uma bitola (a largura entre os carris) diferente da dos outros países europeus (nós escolhemos a larga, eles usam a estreita), numa tentativa de isolar a Península Ibérica“. Dois erros numa só frase: nem Salazar ou Franco escolheram bitola alguma nem a Europa usa a bitola “estreita”, antes a “padrão“, “internacional” ou “UIC“, como também se pode dizer: 1435 mm entre o bordo interior dos carris em alinhamento recto, por oposição à “bitola ibérica”, 1668 mm.
A Tudologia é cada vez mais uma ciência exacta…

Sostiene Pereira

Morreu hoje Antonio Tabucchi; escrevera nos anos 90 “Sostiene Pereira” (Afirma Pereira), uma estória à volta de um jornalista lisboeta de meia idade, metáfora (será?) de um povo enfadado pela luz que não tem.
Numa viagem de comboio a Coimbra dá-se a epifania: Pereira sabe que a Mudança vem pela sua própria acção. Pereira não pode continuar à espera. Pereira regressa a Lisboa (noutro comboio?) e publica, enganando a Comissão de Censura, a notícia do assassinato de um amigo jornalista…
Sostiene Pereira,  é bom rever a estação do Barreiro fazer as vezes de Coimbra…

A Ponte Sobre o Rio Ave

Em finais do séc. XIX, um comboio de via larga e raríssimas carruagens de dois pisos em madeira atravessa o rio Ave; esta ponte seria substituida por uma outra, mais robusta e ainda em serviço, em 1932.

Hoje dá na net: La Próxima Estación

Documentário de Pino Solanas, “La Próxima Estación” (2008) dá-nos uma clara visão do que já foi e no que se transformou o caminho-de-ferro na Argentina. Um espelho perfeito de um país que já bateu no fundo e desce mais baixo todos os dias…

O Luxo no Norte de Espanha. Sobre Carris.

Bilhetes a partir de 2.400 euros. É favor reservar com muita antecedência.

Estação de Lousado

Estação de Lousado, últimas luzes dos anos 70.
À esquerda, a Unidade Dupla Diesel série 400, então com dois motores Rolls Royce, ligava ainda o Porto a Monção (Linha do Minho); à direita, a recém-chegada UDD de via métrica de fabrico francês ligava então Porto Trindade, Trofa a Guimarães e Fafe (Linha de Guimarães).
O cenário é hoje bastante diferente mercê a modernização da via até Braga e Guimarães (electrificada e com sinalização electrónica).

Ir ao Futebol de Comboio

Ramal do Estádio Nacional: há alguns anos, ia-se ao futebol de comboio, ía-se a muitos sítios de comboio.

À Entrada da Estação de Torre de Moncorvo

Linha do Sabor, anos 70.

Banda Teorema junto à Linha do Sabor

O comboio que subia do Pocinho passava aqui antes da estação de Torre de Moncorvo.

Hoje dá na net: Portuguese Railways

Portuguese Railwaysum olhar inglês sobre o caminho-de-ferro em Portugal em meados dos anos 90. Muita coisa mudou nos últimos 17 anos…

Celorico de Basto, a Estação

Celorico de Basto e a Linha do Tâmega por volta de 1972.
Não havia democracia nesta terra!, nem Albertino Mota e Silva e Cavaco Silva tinham chegado ao poder.

 

Estação de Moura

O único troço de via férrea a leste do rio Guadiana chegou a Moura há cerca de 140 anos, num tempo em que a ponte ferroviária seria também rodoviária nas longas décadas a seguir. Da estação de Serpa-Brinches nunca o comboio haveria de chegar a Serpa nem de Moura a linha chegaria a Mourão, Reguengos  de Monsaraz ou Évora. Nem os girassóis da planície sabem quando o caminho-de-ferro de circunvalação do maior lago artificial da Europa voltará a ter comboios.

O Comboio na Póvoa

Em meados dos anos 70, um comboio traccionado pela mais poderosa locomotiva de via estreita portuguesa CP E144, e rebocando quatro carruagens de fabrico italiano, passa sob o aqueduto de Santa Clara. Esta locomotiva ainda hoje existe; o local também: é hoje atravessado pelo Metro do Porto.

A Trofa Há Pouco

À cabeça do comboio - vinha gente nele, e correio e tudo –  , a locomotiva CP 1429 reboca carruagens Schindler provavelmente desde Monção e com destino a Porto São Bento; a máquina foi montada na Sorefame (Amadora) sob licença da Vulcan Foundry algures entre 1966 e 1968 e ainda circula por aí. Das fabulosas e notáveis carruagens Schindler (pós-1956) restam apenas algumas para circulações eventuais na Linha do Douro. À esquerda, parece vislumbrar-se um ou dois vagões da via métrica (Linha de Guimarães) que ligava o centro do Porto (Trindade) a Guimarães e Fafe (até 1985). A Linha de Guimarães, que aqui tinha um ponto importante, foi alargada desde Lousado a Guimarães há cerca de uma década e recebe agora comboios directos de Porto São Bento e Lisboa Santa Apolónia (sim, o Intercidades). À direita, vêem-se ainda os carris da via métrica dentro da via larga junto do cais de mercadorias que ainda hoje subsiste. O tempo passou por nós todos e o comboio na Trofa passa agora noutro lugar a que se acede, pelo lado Sul, pelo 3.º mais extenso túnel ferroviário português (1404 metros), o 2.º maior a norte do Douro e o 1.º a ser construído no séc. XXI. Encontrei a foto aqui.

Eles são como o Cavaco Silva

Adoram andar de comboio! e não sabem se o rendimento chega para pagar as despesas.