
Pequena automotora de fabrico português (pós-II Guerra Mundial) na estação de Carviçais, Linha do Sabor.
Automotora de Fabrico Nacional na Estação de Carviçais
Caminho de Ferro Natureza = Futuro

O Comboio é o Futuro dos Países Modernos.
“Cá Chegou Direitinha a Encomenda”
São Miguel da Carreira

A Linha do Minho no concelho de Barcelos. Passou o comboio.
A Caminho da Escola (os alunos de Nuno Crato)
Alguns alunos de uma turma pós-Crato vão para a escola de comboio; o maquinista, claro, ganha mais de 50 mil euros por ano!
A minha Páscoa
Começava numa caminhada. De Rio Tinto a Contumil onde apanhava o comboio até Vila Meã. Não me lembro do tempo que demorava, mas recordo-me que depois da estação eram mais uns quantos quilómetros a pé até ao destino. Ali bem no meio entre o Pai e a Mãe. Uma vezes para a direita até Real. Outras para a Esquerda até Castelões.

Imagem de Jorge Lopes (http://www.flickr.com/photos/jsepol/6862954096/)
Depois era tudo tão simples, mas tão perfeito. Os verdes e as flores no chão a chamar o compasso. A sineta que se ouvia ao longe e depois mais perto. Aquele grupo de gente que entrava pela casa a anunciar a boa nova – Cristo Ressuscitou!
O orgulho que havia em ser o Juíz da Cruz, em liderar a festa da aldeia. A alegria que havia em ser família. Depois era a correr de casa em casa “atrás” da cruz – umas vezes à frente, outras, mesmo atrás.
Recordo o presunto e o salpicão na mesa. Que maravilha! Que saudades.
Era hora de partir – mais carregados. Cebolas, ovos, “coisas da Aldeia” para os meninos da cidade.
Que bom que era – não pode voltar a ser?
Vagamente, o Estádio Nacional
Nunca viajei no ramal do Estádio Nacional.
Vagamente tenho memória do que não conheci.
Fim de linha
Então acaba-se com o TGV e anuncia-se uma coisa que afinal… vai dar a NADA?
Ou entre a fronteira e Barcelona vão a pé, num franchise com Lourdes ou com Fátima?
Não há paciência que aguente!
Que Faças Muitas e Muitas Viagens, Aventar!
Trouxeram-me (por grande lapso, digo) para aqui por causa dos comboios.
Fui ficando…
Sostiene Pereira
Morreu hoje Antonio Tabucchi; escrevera nos anos 90 “Sostiene Pereira” (Afirma Pereira), uma estória à volta de um jornalista lisboeta de meia idade, metáfora (será?) de um povo enfadado pela luz que não tem.
Numa viagem de comboio a Coimbra dá-se a epifania: Pereira sabe que a Mudança vem pela sua própria acção. Pereira não pode continuar à espera. Pereira regressa a Lisboa (noutro comboio?) e publica, enganando a Comissão de Censura, a notícia do assassinato de um amigo jornalista…
Sostiene Pereira, é bom rever a estação do Barreiro fazer as vezes de Coimbra…
A Ponte Sobre o Rio Ave
Em finais do séc. XIX, um comboio de via larga e raríssimas carruagens de dois pisos em madeira atravessa o rio Ave; esta ponte seria substituida por uma outra, mais robusta e ainda em serviço, em 1932.
Hoje dá na net: La Próxima Estación
Documentário de Pino Solanas, “La Próxima Estación” (2008) dá-nos uma clara visão do que já foi e no que se transformou o caminho-de-ferro na Argentina. Um espelho perfeito de um país que já bateu no fundo e desce mais baixo todos os dias…
O Luxo no Norte de Espanha. Sobre Carris.
Bilhetes a partir de 2.400 euros. É favor reservar com muita antecedência.
Estação de Lousado

Estação de Lousado, últimas luzes dos anos 70.
À esquerda, a Unidade Dupla Diesel série 400, então com dois motores Rolls Royce, ligava ainda o Porto a Monção (Linha do Minho); à direita, a recém-chegada UDD de via métrica de fabrico francês ligava então Porto Trindade, Trofa a Guimarães e Fafe (Linha de Guimarães).
O cenário é hoje bastante diferente mercê a modernização da via até Braga e Guimarães (electrificada e com sinalização electrónica).
Ir ao Futebol de Comboio

Ramal do Estádio Nacional: há alguns anos, ia-se ao futebol de comboio, ía-se a muitos sítios de comboio.
Banda Teorema junto à Linha do Sabor

O comboio que subia do Pocinho passava aqui antes da estação de Torre de Moncorvo.
Hoje dá na net: Portuguese Railways

Portuguese Railways – um olhar inglês sobre o caminho-de-ferro em Portugal em meados dos anos 90. Muita coisa mudou nos últimos 17 anos…
Celorico de Basto, a Estação

Celorico de Basto e a Linha do Tâmega por volta de 1972.
Não havia democracia nesta terra!, nem Albertino Mota e Silva e Cavaco Silva tinham chegado ao poder.
Estação de Moura

O único troço de via férrea a leste do rio Guadiana chegou a Moura há cerca de 140 anos, num tempo em que a ponte ferroviária seria também rodoviária nas longas décadas a seguir. Da estação de Serpa-Brinches nunca o comboio haveria de chegar a Serpa nem de Moura a linha chegaria a Mourão, Reguengos de Monsaraz ou Évora. Nem os girassóis da planície sabem quando o caminho-de-ferro de circunvalação do maior lago artificial da Europa voltará a ter comboios.
O Comboio na Póvoa

Em meados dos anos 70, um comboio traccionado pela mais poderosa locomotiva de via estreita portuguesa CP E144, e rebocando quatro carruagens de fabrico italiano, passa sob o aqueduto de Santa Clara. Esta locomotiva ainda hoje existe; o local também: é hoje atravessado pelo Metro do Porto.
A Trofa Há Pouco

À cabeça do comboio - vinha gente nele, e correio e tudo – , a locomotiva CP 1429 reboca carruagens Schindler provavelmente desde Monção e com destino a Porto São Bento; a máquina foi montada na Sorefame (Amadora) sob licença da Vulcan Foundry algures entre 1966 e 1968 e ainda circula por aí. Das fabulosas e notáveis carruagens Schindler (pós-1956) restam apenas algumas para circulações eventuais na Linha do Douro. À esquerda, parece vislumbrar-se um ou dois vagões da via métrica (Linha de Guimarães) que ligava o centro do Porto (Trindade) a Guimarães e Fafe (até 1985). A Linha de Guimarães, que aqui tinha um ponto importante, foi alargada desde Lousado a Guimarães há cerca de uma década e recebe agora comboios directos de Porto São Bento e Lisboa Santa Apolónia (sim, o Intercidades). À direita, vêem-se ainda os carris da via métrica dentro da via larga junto do cais de mercadorias que ainda hoje subsiste. O tempo passou por nós todos e o comboio na Trofa passa agora noutro lugar a que se acede, pelo lado Sul, pelo 3.º mais extenso túnel ferroviário português (1404 metros), o 2.º maior a norte do Douro e o 1.º a ser construído no séc. XXI. Encontrei a foto aqui.
Eles são como o Cavaco Silva

Adoram andar de comboio! e não sabem se o rendimento chega para pagar as despesas.

O 




Concelho de Barcelos, num
Isabel Stilwell tem todo o direito de, porventura, ter sido má aluna a História. Tem todo o direito de não perceber que, quando 




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