A coisa chamada Relvas mentiu na Assembleia da República, foi apanhada por uma jornalista, ameaçou, pediu desculpas de mau pagador, e agora acusa o Público de fazer jornalismo interpretativo. A coisa queria um jornalismo submetido: ele ditava, o jornal publicava e não se falava mais nisso.
Passos Coelho não sacode a coisa do governo, demonstrando duas coisas: que não manda e que já se cansou de ser primeiro-ministro. Não é preciso explicar porque acabam os governos que têm destas coisas, pois não?

A política real, débil fruto de pobres mentes, transformou-se na endemia a que estamos condenados. Em Portugal, porque é do nosso País que falo, os principais agentes portadores e difusores de tal surto endémico são naturalmente os políticos, em especial destaque no Séc. XXI.











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