As armadilhas da pub online

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Para compensar a publicidade encapotada que tem enchido capas de jornais fica este momento haja esperança, quanto ao Banco Espírito Santo nada de novo na sua tradição secular de antro de malfeitores.

Para as cagadas do governo

Produto garantido para tapar o cheiro das cagadas governamentais. E não só…

Publicidade subliminar na Antena 1

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Ao passar pelo Der Terrorist dou com a imagem quem me preparava para procurar: o clip de promoção da Antena 1 onde é mostrada, durante um breve momento, uma notícia com a particularidade de, por completo mero acaso, constar o laranjinha Arnault a fazer propaganda ao governo.

Parece uma daquelas experiências nas quais se recorre a estímulos subliminares. Uma frame com uma bebida refrescante, espetada no meio de um filme, imperceptível no consciente, mas suficiente para deixar a audiência a salivar pelo refresco.

Básico, muito básico, numa rádio que até dá gosto ouvir quando não está a passar música de arrepiar o pêlo. Que ao menos tenha dado sede a algum boy do momento.

Falem mal de mim, mas falem…

A receita é antiga. Nada como uma boa polémica para vender, principalmente em tempos de crise. Aparece sempre alguém disposto a desempenhar o papel de idiota útil. As feministas moderam o isco…

Papel e IPAD

Uma limpeza!

Quando o telefone toca e a “chateza” nos invade a privacidade

A Europa e a Publicidade Infanto-Juvenil

Jornalismo de serviço privado

Eusébio saiu de um anónimo hospital polaco e já está num hospital privado com publicidade gratuita.

Viva o arroz de tomate

Mulheres no desporto – dia Internacional da mulher

As personagens mais procuradas no google luso não deixam margem para dúvidas – a Ana Malhoa é uma pessoa muito importante, tal como a Shakira ou o Carlos Cruz, por motivos naturalmente diversos. Não, o Carlos Cruz não colocou silicone e a Ana Malhoa não namora com o Messi.

Não impressiona também nenhum dos leitores que o Cristiano Ronaldo, seja no seu mais recente veículo – aqui mesmo, no Aventar – seja a marcar golos ou com inveja do Messi, esteja também sempre presente nos tops.

O que já me impressiona mais é a forma pornográfica como os jornais desportivos – os três em papel e outros tantos em formato digital – usam meninas sem roupa (aposto que este vai ser o link mais clicado neste post logo a seguir ao da Ana Malhoa lá em cima) para fazer subir as audiências. [Ler mais ...]

“Não podia ser mais simples”

Por exclusão de partes, encontrar a pessoa certa.

O vinho e o Direito do Consumo

O vinho, de harmonia com o Regulamento (CE) n° 1493/1999, do Conselho, de 17 de Maio de 1999, define-se como o produto obtido exclusivamente por fermentação parcial ou total de uvas frescas, inteiras ou esmagadas ou de mostos.

Cautelas peculiares se impõem no que tange ao consumo do vinho e demais bebidas alcoólicas por jovens, em natural processo de formação…

Já o DL 9/2002, de Janeiro, previne no seu preâmbulo: 

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Governo suspende anúncios com Gisele Bundchen

Um governo suspendeu um conjunto de anúncios onde aparece a modelo Gisele Bundchen em fato de banho alegando que o seu conteúdo é

discriminatório e que infringe os artigos referentes aos direitos das mulheres consagrados na Constituição.

O mais estranho é tratar-se do governo de um país cujo turismo ganha milhões promovendo por imagens como esta

Ténis Vertical

Às vezes, para ser criativo, basta pensar ao contrário.

Sorry, old republican chaps!

Royal Wedding Posting

Pode ser um exagero, pode ser uma lamechice, pode ser excessivo em tempos de crise. Mas a euforia não se esconde, só os mais tristes não gostam de uma história de amor e dinheiro gera dinheiro. Lamento muito pelos republicanos que nos dias que correm espumam mais raiva do que o habitual mas, caros amigos, a cerimónia vais ser transmitida a biliões de pessoas, milhões vão estar presentes e, provavelmente a maior parte do mundo (que é feminina) queria estar no lugar da Kate. É certo que segundo as últimas sondagens 10 por cento dos britânicos queria ter uma república, mas acho melhor não passarem pelo vexame republicano da Austrália que viu negado os seus “democráticos” intentos pelo referendo de 2005. E certo é também que nestes dias aumentam os clamores moralistas sobre os gastos daquela gente que vive o conto de fadas. Porém, no país de Oscar Wilde, toda a publicidade, mesmo a má, é boa. Sugiro aos que nunca sonharam que no próximo dia 29 desliguem a televisão, a rádio e que nos dias a seguir não leiam jornais. Vai ser doloroso.

Eles vão. E vocês?

http://www.facebook.com/v/196142750413666

Produtos “milagrosos” pela “mão” dos apresentadores de programas de entretenimento…

Afigura-se-nos menos própria a intervenção de figuras carismáticas das televisões, como em geral o são as dos apresentadores de programas grande público, nos blocos em que se publicitam produtos de duvidosa eficácia e que surgem como autênticas poções miraculosas…

Em boa verdade, o facto em si mesmo considerado, conquanto aparentemente anódino, é factor de influência sobre os espíritos daqueles com quem os apresentadores estabelecem uma dada empatia, o que contraria obviamente os objectivos específicos dos programas e os das mensagens que se pretende atraiam os consumidores com manifestos objectivos mercantis… [Ler mais ...]

Publicidade Exterior: a “selva” onde a lei é afrontada sobranceiramente!”

Enxameiam auto-estradas, itinerários principais, itinerários complementares, vias outras, não importa onde…

As entidades com competência para travar a vaga de escaparates onde se anicha a publicidade parece ignorarem a lei.

Já o sentimos em contacto com uma Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional que, mesmo após a advertência, ao que parece, manteve a mais reverberável das inacções…

As Câmaras Municipais não reagem e têm competência concorrente.

Ora, o que diz a lei a tal propósito. [Ler mais ...]

Gainsbourg, Serge

A publicidade, por vezes, roça o genial. É o caso desta imagem dedicada a Serge Gainsbourg, possivelmente o mais fantástico compositor de música popular francesa do séc. XX. Isto, para além do provocador, boémio, polémico, bon-vivant, alcoólico, dissoluto & etc. cidadão público. Se esta ou esta canções excitaram o mundo no seu tempo e se adequam mais à imagem publicitária que o homenageia,

eu escolho outra canção, cuja letra só por si é música, para relembrar Gainsbourg, o poeta. Os menos fluentes em francês que me perdoem, mas só por isto valeria a pena terem-se esforçado um pouco mais.

A ACOP propõe ao governo a proibição da publicidade a brinquedos nos programas infantis e nos canais destinados exclusivamente a crianças e jovens

A ACOP propõe ao Governo a  restrição da publicidade a brinquedos não só nos programas infantis e em canais destinados prevalentemente a crianças e jovens, mas também em canais generalistas, das 06.00 às 24.00 horas.

Trata-se de uma medida menos gravosa que a de Países como a Suécia e a Noruega onde se proíbe toda e qualquer publicidade dirigida a menores de 12 anos, mas que se justifica porque o assédio de que os menores são alvo representa algo que a própria Directiva das Práticas Comerciais Desleais condena, com expressa alusão às exortações dirigidas a um tal estrato sócio-etário, que de todo se vedam.

Novas Oportunidades para a publicidade

O José Simões foi à página da transparência na Administração Pública,  escreveu “novas oportunidades” e saíram-lhe 3.956.176,33 €. Ou melhor: saíram do Orçamento do Estado quase 4 milhões de Euros gastos em publicidade. É fantástico não é?

O esforço de oferecer o 12º ano a toda a gente (e não apenas a quem merecia que lhe fossem reconhecidas competências adquiridas ao longo da vida) não alcançou nem de perto os resultados estatísticos pretendidos: segundo um estudo do Banco de Portugal continuamos a estar na cauda dos países com menos escolaridade da OCDE. O estudo diz que a culpa é transgeracional

Os filhos “têm um trajecto escolar fortemente influenciado pela experiência educativa dos pais. Portugal é um dos países da OCDE em que esta transmissão intergeracional é particularmente marcada”,

ou da

“qualidade do ensino e da formação de professores.”

Nesta última causa é evidente que após o 25 de Abril houve uma entrada massiva na profissão de gente sem qualificações para tal, e não podia ser de outra forma, tal como a baixíssima frequência escolar até aquela data tem um preço que ainda hoje estamos a pagar (qualquer professor sabe que o desinteresse de muitos alunos passa por terem ultrapassado a escolaridade dos progenitores, e acharem que já chega).

As Novas Oportunidades não deixam de ter aspectos positivos, mais que não seja porque garantiram emprego a muitos candidatos à docência, e criaram a economia paralela da fraude em trabalhos de RVCC.

Espero que os Ministérios da Educação e do Trabalho poupem aqui, antes que se volte ao tempo em que os professores pagavam fotocópias do seu bolso, mas devo esperar sentado: tal como o e-escolas, estas foram oportunidades de caçar votos a torto e a direito. E comprar votos compensa, acham eles.

Um homem com ideias e uma menina para atender o telefone

Consiste uma das minhas inúmeras manias  no facto de o duche matinal ter de ser acompanhado pelas notícias da rádio. Se não consigo encontrar o rádio (levo-o para todos os lados da casa), ou se as pilhas estão descarregadas, não posso tomar banho até resolver o problema. Para mim, tomar banho depende tanto da existência de água e sabonete como de um transístor ao pé do chuveiro.

Isto traz os seus amargos de boca, claro está, porque tendo a começar o dia com uma voz a anunciar-me que o PSI20 está em queda e que a bolsa de Lisboa abriu no vermelho, conceitos demasiado abstractos para mim, confesso. Ou que há complicações de trânsito na Avenida AEP, por onde raramente passo, ou no IC24, por onde não passo nunca. [Ler mais ...]

Publicidade genial:

A não perder ESTE vídeo publicitário encontrado no PiaR do Rodrigo – um excelente blog para quem gosta de Comunicação e PR.

O "i" vende 10 000 exemplares diários…

Mais um jornal sem viabilidade económica apesar da minha ajuda que o compro quase todos os dias. É sempre uma tristeza ver um jornal fechar. Não tem leitores e não tem publicidade !

Num artigo ao abrigo do direito de resposta, na Sábado, o Grupo de Joaquim Oliveira vem mostrar quem é que leva a publicidade do governo. Curiosamente, o Correio da Manhã leva a maior parte do bolo, seguido dos habituais. Estava convencido que o “i” tambem tinha direito a qualquer coisinha mas enganei-me.

Os estudos económicos mostram, quando queremos que mostrem, que o investimento se paga em cinco anos. A vender dez mil exemplares/dia nem daqui a 30 anos. A intenção de venda já está em cima da mesa, com um acumular de milhões de dívidas a fornecedores. Nem pelo valor das dívidas alguem lhe pegará, pois o seu valor são as tiragens e estas, são baixíssimas muito longe do “break even point”, a partir do qual deixará de ter prejuízos.

A comunicação social vai ficar mais pobre, tão pobre já ela é!

Mais um caso de publicidade sexista

http://www.dailymotion.com/swf/bSoJ72AAmzen46e8C

Mais um caso de utilização abusiva do corpo feminino para fazer passar agressivamente uma mensagem publicitária, neste caso a de um ginásio. A nudez, a insinuação sexual ainda por cima anal, subtil mas patente, a exposição despudorada do corpo, tudo razões mais que suficientes para pelo menos duas petições e três queixas.

Além das feministas retardadas neste caso tem todo o sentido que também se manifestem os vegas, já que a imagem das nozes fica um bocado maltratada.

Este anúncio é sexista?


Corre uma polémica em vários blogues sobre o que é ou não sexista. Se não me engano, começou com este «post» do Arrastão e a partir daí a polémica continuou, envolvendo respostas do próprio Arrastão, do 5 Dias (aqui e aqui), da Minoria Relativa e de outros blogues.
E este anúncio, bem divertido por sinal, será que pode ser considerado sexista?

“Bosh é Brom”, slogan criado por Alexandre O’Neill

Volto à polémica campanha anti-tabaco, em França, abordada no ‘Aventar’ pela Carla Romualdo e pelo Fernando Moreira de Sá, cujas opiniões reflectem o que eu penso. Mas neste instante, o interesse da abordagem é outro: prende-se, sobretudo, com o recurso ao tema ‘sexo’ em publicidade, o que me permite, confesso, um regresso virtual a esse inconfundível mundo de marketers e publicitários, que coabitei em determinada fase da minha carreira profissional.

O ‘sexo’ tem sido, desde sempre, um tema recorrente para criativos de publicidade. Não me recordo, porém, de casos em que isso tenha sucedido à custa do estilo grosseiro e ultrajante, característico da citada campanha antitabágica. De facto, no dia-a-dia das nossas vidas de telespectadores, é fenómeno comum – anúncios de perfumes, por exemplo – visionarmos a aplicação, com sentido estético e sensatez, de sábias mensagens de insinuação erótica; seja a promover a água-de-colónia típica do homem duro, machão, do género do Hugh Jackman no ‘Austrália’, seja a divulgar o perfume com que qualquer mulher sonha ser uma provocadora sensual, alma gémea da Scarlett Johansson. Este jogo, a meu ver, é habitual e ninguém fica chocado, a não ser a D. Maria que trabalha para o Sr. Pároco Augusto e que, naturalmente, sente os fígados revoltados com tamanhas blasfémias – Ai que horror, Nosso Senhor!

A história da publicidade portuguesa é composta de excelentes e ricos exemplos de talento, estética e eficácia comunicacional – e sublinho o uso da história porque o presente, dominado por multinacionais, é muito bisonho e está praticamente confinado a exercícios de mimetismos, como aquele da Sónia Araújo a testemunhar as virtudes dos corantes da L’Oréal, justamente no estrito respeito pelo estilo da ‘petite vedette’ francesa que faz o anúncio original.

Actualmente não é bem o caso, mas as estratégias de marketing, durante muitos anos, implicaram políticas de comunicação sintética, clara, incisiva e socialmente transversal; isto é, ao jeito do velhinho slogan, “Farinha Predilecta, para o avô e para a neta”. É, pois, dentro destes princípios, também impostos por meios de comunicação de alcance mais limitado e precários, que deve relevar-se os contributos de vários intelectuais, nomeadamente poetas, no papel de ‘copy-writers’. De entre eles, é justo destacar três figuras: Fernando Pessoa que, em 1928 e ao serviço da agência “Hora”, criou para a Coca-Cola o conhecido slogan: “primeiro estranha-se, depois entranha-se”; Ary dos Santos que, nos anos 60, foi o autor de “Cerveja Sagres, a sede que se deseja”. Por fim, Alexandre O’Neill que, igualmente nos anos 60, propôs o slogan “Bosh é Brom” que o lápis azul transformou em “Bosh é Bom”.

Os três casos são demonstrações de elevada capacidade criativa e poder de síntese na comunicação. Mas, de todos, a frase original de O’Neill, “Bosh é Brom”, constitui exemplo da possibilidade de fundir, em três palavras, a criatividade, a estética, a comunicação eficaz, a malícia e o humor, dispensando, claro, a boçalidade. ‘Bosh’ é uma marca de bens duradouros e na expressão, como nas imagens, o foco era o produto e apenas o produto.

É domingo…

Vá passear. Imite-os. Divirta-se. E esqueça a publicidade. Água d’el cano, cervejinha, suminho de fruta, caipirinha… divirta-se.

Vídeo pornográfico atrapalha trânsito

Era o fim de um dia normal, igual aos outros. Igor Ivanovich saiu tarde do trabalho e dirigia-se para casa. Em Moscovo, nesta época do ano, a noite cai cedo, Igor faz o mesmo percurso cinco vezes por semana.  À entrada do túnel Serpukhovski foi obrigado a parar. Um engarrafamento. Merda, mais um acidente, pensou. Alguns automobilistas abriam as janelas e punham a cabeça de fora. Olhavam todos na mesma direcção e Ivanovich imitou-os. Arregalou e esfregou os olhos, primeiro por não acreditar, depois para ver melhor. Mas, ver melhor o quê? Isto, no gigantesco painel publicitário! Uma pequena diferença num dia absolutamente normal.

A distância e o tempo

É comum encontrar-se cartazes de publicidade (agora chamam-se “outdoors”) a anunciar, por exemplo, que certo hipermercado ou certo centro comercial fica a “x” minutos.

Antigamente, as distâncias eram anunciadas em metros ou quilómetros. Agora, são em minutos. E compreende-se: á medida que a evolução tecnológica avança, as distâncias diminuem, logo o que vai contando cada vez mais é o tempo que se gasta.

Hoje falar com alguem que está do outro lado do mundo, com imagem em tempo real é mais do que normal. Ou gravar centenas de músicas num só pequeno suporte. Ou deslocarmo-nos fisicamente com todo o conforto entre pontos distantes.

O que nos interessa, mesmo, é saber quanto tempo demora a fazer a ligação, a gravação, ou a deslocação. O que interessa é o tempo que nos consome.

Será mister – no sentido de forçoso e não no sentido inglês do termo – um dia calcular-se se andaremos a investir bem esses fragmentos de tempo que se vão poupando. Em que medida essas poupanças de escala no nosso tempo têm sido aproveitada por nós, ou se estão a ser aproveitadas pelos outros.

É que á medida que vamos tendo cada vez mais sofisticadas gerigonças (agora chama-se “gadgets”) para nos poupar tempo, este vai mingando. O normal é ouvir-se da boca de quem tem Internet, iPhone e outros brinquedos, a contemporânea frase “Não tenho tempo para nada!”.

Dificilmente tiramos para nós, e para os nossos, o tempo daqueles fragmentos que vamos poupando, porque nos vai sendo exigido fazer cada vez mais em cada vez menos tempo. Porque é para isso que está orientada a evolução tecnológica: para sermos cada vez mais rápidos. Numa nova espécie de escravatura, que deita por terra mais uma das utopias da industrialização: a máquina libertará o homem.

Pelo contrário, parece, sim, que a crescente velocidade com que nos movemos, mesmo que virtualmente, é proporcionalmente igual ao tempo que afinal vamos perdendo. Porque o tempo que temos é cada vez menos nosso e cada vez mais dos outros. E no entanto, vai-se ficando cada vez mais distante daquilo que nos é próximo.

(Publicado no semanário famalicense “Opinião Pública”, em 23/12/2009)

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