A «roubalheira» na Banca e as «figuras gradas» do PS

sem-titulo1

sem-titulo2

* À Beltronica, a Direcção-Distrital de Finanças de Lisboa perdoou em 1999 10 milhões de euros em impostos, relativos aos anos de 1995 e 1996 e que prescreveram nesse ano. Via http://www.misturagrossa.net/?p=175

Breve recolha de alguns exemplos depois de ler isto.

Comments

  1. Luis Moreira says:

    Este é um bom exemplo da chamada discricionaridade da Administração Pública. Chama uns processos e deixa precrever outros e não dá satisfações a ninguem! isto é feito por estruturas organizadas dentro das autarquias e da Administração central.Já viram alguma notícia sobre estas estruturas? Nunca! Se algum dirigente toca na organização começam a chover notícias nos jornais !

  2. maria monteiro says:

    Os escândalos autárquicos muito raramente chegam aos jornais. Vão-se sabendo nos corredores mas logo são tacitamente abafados.

  3. Isac says:

    Gostei foi da notícia do Público com o e-mail. Bem, eu nunca tinha percebido como alguém chega a estes altos cargos… sempre imaginei que seria como qualquer outra pessoa que apresenta o currículo e depois vai a uma entrevista de emprego… mas afinal não! É mesmo só por cunhas! É um bocado como as “mulheres da limpezas”! “Ó Birinha, não arranja aí um lugar para a minha cunhada?”

  4. maria monteiro says:

    E nestes 35 anos em que é que falhamos para deixar que haja este tipo de recrutamentos?

  5. Luis Moreira says:

    maria, há demasiado poder dos partidos e demasiada fraquesa da sociedade civil.Isto explica-se por terem nascido depois de 40 anos sem partidos e ser preciso tornar atraente a vida partidária. Tomaram o freio nos dentes!

  6. maria monteiro says:

    Pois é. O lógico que os partidos não estejam interessados em combater a corrupção e, dentro da sociedade civil, haver gente que também está nessa onda esperando a todo o custo que se lhes abra uma fresta para entrarem também nessa “vidinha de prosperidade”.

  7. Luis Moreira says:

    Quando não há ética em quem manda não se pode pedir ética a quem obedece!