O caso sem vergonha e simplex da Liscont

Vamos lá, então, pôr as coisas em pratos limpos, dizem os ex-jugulares, actuais simplex e futuros assessores…

O contrato com a Liscont terminava em 2017 mas nada impedia de se renociar já agora. Adoptou-se negociar agora com grande prejuízo para o Estado. Está correcto!

O contrato devia ser negociado a partir de um concurso público como mandam as regras da transparência e das boas regras. Mas o governo optou por renegociar com a Liscont assim ganhando tempo. Com grande prejuízo para o Estado. Está correcto!

O Tribunal de Contas não diz que é ruinoso diz só que “não protegeu o interesse do Estado,” o que não é a mesma coisa. Está correcto!

A “controle financeira” do ministério diz que o contrato “não acautela da melhor forma” o interesse do Estado. Está correcto!

Se não fosse o Jorge Coelho estar na Motta/Engil tudo isto passaria despercebido. Está correcto!

Os políticos não deveriam passar do governo e dos partidos para gestores de empresas que fazem negócios com o Estado, mas neste caso é como é! Está correcto!

Tão jovens e já tão sem vergonha …

Comments

  1. maria monteiro says:

    Nós todos temos o poder (sem milagres, rezas, magias…) de poder mudar o rumo das coisas ….Em véspera de eleições vamos deixar de ser tolos… em nome da democracia, da liberdade está correcta a nossa coragem de dizer «não», de dizer «basta»

  2. isac says:

    “Tão jovens e já tão sem vergonha …” É o que dão os velhos e persistentes maus exemplos do passado. Estes estão é a começar mais cedo e de forma mais descarada. Sinal perigoso de que se sentem à vontade e totalmente seguros que são intocáveis.

  3. Luis Moreira says:

    Pois, Isac o problema é esse, começam nas Jotas verdadeiras universidades de corruptos e carreiristas…