O ideal seria Jardim escrever em vez falar

As imagens de marca de Alberto João Jardim residem, em parte, no destempero e na truculenta linguagem utilizada. Um incontido verbalismo, onde o insulto é frequente, serve de arma violenta do Presidente do Governo Regional da Madeira para alvejar adversários políticos ou companheiros de partido. Outro hábito seu, diga-se, é a flagrante contradição de, a posteriori, se converter por vezes em figura de ridícula submissão a quem, antes, atingira com epítetos e discursos grosseiros; é o caso do ‘Sr. Silva’ em relação ao PR e da ridícula cena das mãos postas, de devoto pecador arrependido, diante de José Sócrates.

Por inexplicável impulso e certa curiosidade, li o artigo de opinião intitulado  «UE acelerou demasiado o processo de construção» em TVI24 e confesso o meu espanto. É marcado por ideias consistentes e de bom senso, inimagináveis, talvez por preconceito meu, em Alberto João Jardim.  

Com a surpresa suscitada, inferi: ‘o ideal seria Jardim escrever em vez de falar’ – falar só nos desfiles festivos, mascarado ou em cuecas, euforicamente limitado à euforia funchalense.  

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