2.3 milhões de euros a arder ao vento

Ventos com força de furacão (265 Km/h) colocaram em Ardrossan, Escócia, esta turbina a arder por causa de rotação a velocidade excessiva. Possivelmente, digo eu, foi o sistema de travões que falhou. No nosso panorama habitualmente planeado com primazia, há umas turbinas bem perto de zonas habitacionais – basta fazer a A8 e observar alguns exemplos. Mas a sorte protege os audazes e nós ousamos e bem.

foto e notícia: The Telegraph

7 comentários em “2.3 milhões de euros a arder ao vento”

  1. As eólicas tem imensos argumentos contra, mas usar esse, sinceramente, é obsessão, como se noutras formas de energia também não ocorressem desastres provocadas por temporais….
    Vá, não exageremos a roçar o fanatismo cego.

    1. Mas isto não é nenhum argumento contra ou a favor das eólicas. É, antes de mais, um relato e depois uma nota sobre a forma caótica como as autorizações foram dadas.

  2. Uma turbina incendiada vs. Fukushima ou Chernobyl ou 3 Mile Island… mmm… prefiro a turbina, sem dúvida!

    Até porque a turbina tem seguro, coisa que a central nuclear está isenta! Vede a lei!

    1. E tinham que ser plantadas indiscriminadamente em tudo que é monte? Já não bastava o caos urbanístico do litoral, também tinha que chegar ao monte. Conhece, por exemplo as turbinas montadas ao lado da Nazaré? Belo!

      1. Por acaso até conheço. Mas isso näo invalida que sejam a melhor opçäo.

        Em Portugal näo há ordenamento territorial algum, queria que começassem a fazê-lo pelas turbinas eólicas?
        E ademais, as turbinas estäo onde antes estavam moinhos de vento, e pelo mesmo motivo. Säo é maiores.

        Já que quer falar de “poluiçäo visual”, atente nas auto-estradas.

  3. Para já uma turbina não tem travões: o control da velocidade é feito pela inclinação das pás ou por incremento da carga.
    Estamos num país em que toda a gente está contra tudo.
    Qualquer pequeno acidente serve logo para parar, desistir,etc
    Vamos é poupar no consumo

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