Dakar 2012

Como sabem, sou um apaixonado pelo Todo Terreno. Eu sei, eu sei que me podia dar para pior. Enfim.

Acompanho o Dakar desde miúdo na televisão e ao vivo quando passou por Madrid e por Portugal. Agora andam pelas “Américas” e limito-me a ver pelo Eurosport e a acompanhar no site oficial. Ontem, o Dakar fez mais uma vítima. Um corajoso aventureiro argentino que perdeu a vida a cumprir um sonho. Sim, o Dakar é uma aventura e um sonho para muitos.

Pode ser que um dia destes consiga perder a cabeça, angariar apoios e cumprir um sonho antigo: participar num Dakar. Para isso, fico à espera que volte ao local de onde nunca devia ter saído: África. Posso sempre tentar fazer como aquele italiano que angariou apoios no facebook e leva no seu casaco de prova o nome de mais de uma centena de amigos que participaram na angariação de fundos.

Para ser perfeito, seria num Jeep. A verdadeira marca de 4×4. Assim como este:

Ou, pode ser que a minha sogra perca a cabeça e me empreste o Mini dela. Nesse caso, seria uma coisa deste género, em azul, sff:

Uma coisa é certa, gostava de ter ao meu lado o João Severino.

Comments

  1. Jlafonso says:

    Era melhor se fosse em Land Rover…
    Abraço


  2. Melhor melhor era UMM, se ainda se fabricassem(?).
    Nenhum deles ficou pelo caminho para Dakar, embora outros tenham chegado à frente…

    Agora, quem sabe porque raios um rally na América do Sul ficou com o nome “Dakar” que a última vez que conferi fica no Senegal? Sei que em África não há condições políticas para passar a corrida, portanto não há “Dakar”.
    Perdia alguma coisa este evento se tivesse um nome alusivo às regiões que percorre?

  3. Konigvs says:

    “Dakar” é a marca do todo terreno mais duro do mundo, mudou de continente mas a marca manteve-se e acho que faz todo o sentido. A Teresa Salgueiro também saiu dos Madredeus e eles continuaram a ser os Madredeus.

    Eu gostava era de ver pilotos portugueses com reais possibilidades de venceram a prova e deixarem de ser aguadeiros e coisas do género. Vamos ver nas motas.

  4. maria celeste d'oliveira ramos says:

    Também fui fanática de estar em casa a ver dia a dia o Paris-Dakar realizado por Négre que morreu em 2011 – que era um senhor e víamos, em casa, diarimanete, todo o desenrolar da aventura e as paisagnes do Tenéré e os habitantes que assistiam – agora resta uma nociciazeca de um Dakar sulamericano (façam lá o deles e deixem este) – muda a ortografia para brasilês e muda a geografia do Daker -que até muda de continente e é tudo a fingir relativamente ao que foi mas já não é – infelizmente houve este ano no 1º dia uma baixa de morte – e ainda não sei por onde anda o camião da portuguesa Jacinto – Também tive minis desde os mini 800 até aos melhores de 1300 – sem cinto ainda, e tenho pena de não ter guardado o último mini, fabuloso, e quando o conduzia parecia que tinha vestido um casado de rodas – e até fiz uma vez em mini e em março de neve, uma viagem Lisboa-Paris sem nenhum problemas. Já não tenho minis e agora os que existem são bonitos mas de preço impraticável e nunca sei quando há Dakar – as TV preferem dar jogos para anormais e telenovelas – conheci Joaquim Mégre que por acaso conduzia em sentido oposto na 24 Julho e um idiota (há sempre idiotas) que me bateu de frente sem eu o poder imaginar e Mégre socorreu-me e disse que a culpa era do outro que vou muito bem o que fez – fui o único acidente que tive em 1965 – agora não conduzo nas IP onde há só bêbados e drogados que matam os outros – só conduzo na cidade onde nem havia mortes e agora há – deviam retirar a carta a quem conduz só com acelerador e sem travão e mata até nas passadeiras de peão como sucedeu na Praça do comércio em 2011 – e com várias séries de liçºoes de condução – eu só tive uma lição para poder ter a carta e nunca mias tive acidentes e não conduço a 40 km/h – conduzo em cada local no limite permitido se puder, se não puder ando devagar mas nem com chuva ninguém percvebe a diferença – se calhar que dá lições não ensina nada – cobra o dinheiro e pronto
    saudades do mini e de corecç~ºao na estrada – sendo Portugal o camoeão dos acidentes de estrada e mortais – tinha de se ser campeão nalguma coisa – a quem quizer darei liçoes de condução gratuitas


  5. Uma garantia, meu caro Fernando: não ficávamos em último.

Trackbacks


  1. […] escrevi no Aventar várias vezes sobre esta mítica prova do desporto automóvel. Ainda hoje tenho atravessada na garganta […]

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