Pedido de desculpas a Francisco José Viegas

Venho por este meio pedir desculpas a Francisco José Viegas por ter posto em causa a sua integridade no post «A promiscuidade e as ligações perigosas de Francisco José Viegas».
Este pedido de desculpas tornar-se-á efectivo no momento em que Francisco José Viegas, provando a sua integridade, mandar suspender as obras de construção da Barragem do Tua.
No dia em que isso acontecer, Francisco José Viegas provará que é íntegro ao ponto de fazer como governante exactamente o mesmo que defendeu antes de o ser. Provará também que a sua nomeação para Secretário de Estado da Cultura foi feita para defender a Cultura e o Património e não para defender os interesses de uma empresa privada, a EDP. Provará ainda que não anda aqui para fazer favores a ninguém, mas sim para defender Portugal, os portugueses e o seu legado cultural e patrimonial. Provará, por fim, que continua a acreditar no que ele próprio escreveu em 2010: «A paisagem (a do Tua incluída) é um dos mais importantes patrimónios portugueses. O betão, as auto-estradas e as barragens têm vindo a destruí-la. Os portugueses acham que a paisagem é coisa de doidos que não vivem neste mundo; o mundo deles é uma paranóia»
Até lá, lamento muito, mas não vejo, por mais que tente, ponta de integridade em Francisco José Viegas. Daí que, para se tornar efectivo, este pedido de desculpas fique condicionado à apresentação de uma – digamos… – prova de integridade.

Nota: Algumas bocas da reacção têm chamado KGB’s aos autores do Aventar, que presumivelmente andariam à cata dos IP’s de quem nos escreve. Lamento informar, mas sempre que contactam o Aventar, pela caixa de comentários ou pelo formulário de contacto, o texto vem acompanhado do respectivo IP. Por exemplo, há nesse post 2 comentários seguidos com nomes diferentes, mas o IP é sempre o mesmo, ou seja, deve ser a mesma pessoa (a menos que estejam no Palácio da Ajuda, claro). Em que século é que vocês vivem, pá?

Comments


  1. Caso FJV entenda que deve negar todas as suas anteriores palavras (e datam algumas de 1988, num livro), e sendo, afinal, íntegro e vertical na defesa das suas ideias, deve continuar a encarnar a personagem de “secretário de estado”.
    Caso preze a palavra escrita – a dele -, e não tendo condições pessoais e políticas para a fazer cumprir, tem uma coisa a fazer: demitir-se.

    Resta saber quanto vale a palavra, o compromisso, a honra.

  2. leitor says:

    Esteve mal em acusar o senhor Viegas de favorecimento aos “amigos”, mas tem toda a razão quando se refere à questão do Tua. Assumir claramente uma posição contra o desrespeito pelo património, e, depois, tendo a oportunidade de pôr em prática as suas convicções, não o fazer, é triste, e descredibilizará todo o seu mandato.

  3. Carlos II says:

    Ó Pinto, você é tolo, ou faz-se? Você pede desculpa por ter posto em causa a “integridade” do Viegas, quando pôs em causa a honra. Tanto a dele como a do outro. Pede desculpa e põe condições? Pede ou não pede? E por que mistura alhos com bugalhos?
    Pare para pensar, porque o que estás a fazer é muito feio.

  4. Ricardo Santos Pinto says:

    Não misturo alhos com bugalhos – isto faz tudo parte da mesma questão. Peço desculpas se ele me provar que é íntegro e honrado. E o comportamento dele, na questão do Tua, não é de uma pessoa honrada. E seja mais educado, porque não está em sua casa.

  5. Angra says:

    Pois eu acho precioso que desmascarem, sem falsos escrúpulos e cerimónias, quem tem de ser exposto , portanto estou solidária com Ricardo Santos Pinto. A honra traduz-se nos actos e nas posições que se tomam, quando se chega aos postos e situações em que realmente se pode agir e fazer diferença e na coragem que se demonstra ao tomá-las.

  6. Carlos II says:

    Ricardo Sá Pinto, peço-lhe que pense um bocado, pois você está, de facto, a misturar coisas que não são misturáveis. Que tem a ver a questão do ajuste directo com a construção da barragem? Nada, a não ser que ambos os casos se referem ao Douro.
    No caso do ajuste directo você equivocou-se e acusou os homens de pouca lisura, de uma coisa que eles não fizeram. E fê-lo publicamente, devendo, portanto e publicamente emendar a mão e pedir desculpa.
    Quanto a condicionar o seu pedido de desculpas à suspensão, por ordem do Viegas, da construção da barragem do Tua, só por brincadeira, penso eu, é que uma coisa dessas devia ser dita. Além do mais, o Viegas não manda no Governo e não lhe podem ser assacadas responsabilidades pela construção daquele empreendimento. Ele até pode ser contra a construção da barragem, mas não tem poder para fazer o que você lhe quer exigir, ilegitimamente, a meu ver.
    Concluindo, peça desculpa aos homens, que só lhe fica bem. E enterre o machado

  7. Faroleiro da Berlenga says:

    Mas você acha mesmo que um mero secretário de estado (e ainda por cima da “cultura”) tem poder político para mandar suspender um projeto energético que já custou milhões de euros ao país só por causa de umas encostas rochosas com algumas oliveiras raquíticas e outras tantas videiras??!!! A minha alma está parva

  8. António Fernando Nabais says:

    Se não tem poder político para mandar suspender um projecto com o qual não concordava antes de ser secretário de estado, tem sempre a possibilidade de pedir a demissão. Se continua a não concordar com um projecto que põe em causa patromónio também cultural e não se demite, não é íntegro.

  9. Carlos Ivo da Silva says:

    Meu caro António Nabais. Estou perfeitamente de acordo consigo. Se um individuo não concorda com a situação criada, estou-me perfeitamente nas tintas. O acordo ou desacordo é um direito que lhe advém do facto de ser livre de expressar os seus pensamentos. Só não me estou nas tintas quando esse desacordo põe em causa o seu próprio estado de Secretário de Estado. Assim, não basta só parecer que é integro. Se o é, já se devia ter demitido há muito tempo, ou seja, logo que o problema se pôs. Se o não fez, onde é que está a honra e a integridade de José Viegas ???. Chega de trafulhices .

  10. Faroleiro da Berlenga says:

    E de que serviria a a demissão do idiota em causa? Se seria certamente substituido por outro idiota igual ou pior que estivesse no rol do partido no poder? Em que medida isso poderia proteger a tão reverenciada paisagem património da humanidade? Pessoalmente tenho suficiente conhecimento geográfico para não confundir o Tua com o Douro e conheço bem os dois. O Tua embora tenha algum interesse paisagístico não se compara à beleza dos socalcos do Douro e a energia essa é vital para o desenvolvimento do país (bem superior ao do famigerado Complexo Agro-Industrial do Cachão espero eu!)

  11. Ricardo Santos Pinto says:

    A energia, Faroleiro? 0,1% da energia produzida no país. Ena, tanto.
    E acha mesmo que não vai afectar o Douro? E as linhas de alta tensão, entre as quais a que vai ligar o Tua a Armamar, em pleno Douro? Veja o impacto sobre os socalcos do Douro. http://aventar.eu/2012/01/03/o-relatorio-da-estrutura-de-missao-do-douro-sobre-a-barragem-do-tua/
    Leia por favor o relatório do ICOMOS, escrito por quem percebe do assunto: http://aventar.eu/2011/12/30/barragem-do-tua-o-relatorio-do-icomos-unesco-que-o-governo-tentou-esconder/

  12. Faroleiro da Berlenga says:

    Já fiz as leituras sugeridas e sinceramente não me choca ver o Douro atravessado por um linha de alta tensão sabendo eu que o rio no seu percurso nacional tem 5 barragens, de Pocinho a Crestuma-Lever e acho que nenhum tolo se lembra de as mandar dinamitar só para “proteger” a paisagem. É preciso saber compatibilizar o progresso com a preservação do património natural pois ambos são importantes. Nem que seja 0.5 % da energia. Antes isso que ter que construir uma central nuclear ou térmica para satisfazer a crescente procura.

  13. Ricardo Santos Pinto says:

    Há uma ligeira diferença entre deitar abaixo 5 barragens ou evitar que se construa outra. Muito ligeira mesmo. É que é exactamente a mesma coisa.
    E nem sequer é 0,5%. É 0,1% mesmo. Se quer falar só de dinheiro, com o Turismo ia-se ganhar muito mais.

  14. Faroleiro da Berlenga says:

    Com essa dos ganhos com o turismo vamos ter à questão da Linha do Tua e do seu interesse turìstico/histórico/social em que as carruagens viajavam com 3 ou 4 pessoas no máximo (e ainda bem pois se não aquando dos acidentes teria sido uma enorme tragédia) em que uns quantos fundamentalistas que na sua grande maioria vive bem longe daquelas paragens defendia a todo o custo a manutenção da linha invocando a sua possível elevada rentabilidade turística mas a realidade diária era bem diversa. Eu digo isto e viajei várias vezes nessa linha:era de causar arrepios as condições em a mesma se encontrava. Enfim será que não aprenderam nada com Foz Côa? E já agora deixem o pobre secretário de estado a braços com a falta de dinheiro para manter os projetos culturais que isso já lhe dá água pela barba (bigode 🙂

  15. adalmife says:

    Digam lá para que preço vai a eletricidade com a construção da barragem do Tua? Vai ser uma descida do caraças! Com o desconto vai dar para fazer um cruzeiro no Douro. Cabe na cabeça de alguém que a construção das barragens são para benefício do povo! NÃO. Quem beneficia são os vampiros do costume. Acordem e deixem-se de conversa fiada.

  16. Tiro ao Alvo says:

    Prontos Adalmife – que raio de nome -, não se fazem mais barragens. Vamos mas é fazer candeias a petróleo ou a azeite. E o resto são tretas…


  17. O Viegas aceitou o lugar porque o dinheirinho dava jeito e não por convicções de qualquer espécie. Desde o início do seu mandato que se sabe que quem manda “na casa” é o Relvas,ponto final.
    Abraço do Zé

  18. adalmife says:

    Não é preciso voltar às candeias – Tiro ao Alvo, lindo nome – há outras formas de produção de energia. Verifique na sua fatura da eletricidade e veja as percentagens de produção hídrica, insignificante.

  19. Tiro ao Alvo says:

    Percebi, Adalmife, defende o nuclear. Ou está a mamar no sistema?


  20. Não tem nada que ver com o resto do post, mas este naco: “Lamento informar, mas sempre que contactam o Aventar, pela caixa de comentários ou pelo formulário de contacto, o texto vem acompanhado do respectivo IP”, juntamente com o que foi feito (divulgar a localização de um comentador através do IP), não só é digno duma alimária imoral, como também é ilegal.

    Já fiz queixas à CNPD por menos.

  21. Ricardo Santos Pinto says:

    É ilegal o quê? Que o IP apareça ao lado do texto enviado? Deve queixar-se ao WordPress e pedir-lhes que omitam os IP’s.
    Já agora, imoral e ilegal é utilizar os computadores do Estado e as redes de internet do Estado para enviar mensagens pessoais, como fez o referido senhor. Não divulgaria o local se fosse um local privado, nem isso me interessaria. Fazendo o que ele fez, passou a ser uma informação relevante.
    Quanto à sua educação esmerada, poderia responder-lhe na mesma moeda, mas não sou da sua laia. Passar bem.


  22. Os IP só aparecem ao lado dos comentários para os autores do blog. São esses que tem o poder e consequente responsabilidade. Faça logout e confirme.

    É ilegal fazer o que fez. Inclusivamente, passível de pena de prisão até um ano, ou multa até 120 dias.

    “Desviar ou utilizar dados pessoais, de forma incompatível com a finalidade determinante da recolha ou com o instrumento de legalização” (Lei 67/98, de 26 de Outubro, artigo 43º, ponto 1, alínea c)

  23. Ricardo Santos Pinto says:

    Se aparece, por algum motivo é. Seja como for, o IP não foi divulgado. E se eu escrevi que ele o enviou do Palácio da Ajuda, é porque o vi a entrar no edifício nessa tarde. Estava à coca, sabe?
    E já agora, utilizar meios públicos para fins privados é o quê? E quanto tempo de prisão é que dá?


  24. Correndo o risco de me repetir, aparece apenas aos autores do blog com uma (tal e qual como diz na lei) “finalidade determinante da recolha” que, no caso de um blog, é a identificação unívoca de um utilizador, tratamento estatístico e prevenção de abusos. Nunca, nunca, para divulgação pública de pormenores de um comentador.

    Se não sabe isso, na volta, não devia ser blogger. O que fez é imoral e ilegal. Ponto final. Tudo o que disser a partir daqui é treta.

    Eu teria pena de ver desaparecer o Aventar por causa duma burrice destas de um dos autores.

  25. Ricardo Santos Pinto says:

    Repito a pergunta, usar meios públicos pagos por todos nós para fins privados é o quê?
    Quanto às ameaças, já lhe disse que não sou da sua laia.
    E o ponto final sou eu que o ponho. Quando entender.


  26. Marco, o IP não é um dado pessoal, é a identificação de um remetente. Não há nenhuma lei que impeça a identificação de um remetente, muito pelo contrário, há várias leis contra o anonimato.
    E é prática corrente identificar a origem de comentários nos blogues sempre que o autor do blogue considera isso relevante, como por exemplo quando está a utilizar um servidor do estado.
    Pare de se armar em chico-esperto: muitos blogs, principalmente blogues de geeks, nos comentários identificam automaticamente o IP, o sistema operativo e o browser.


  27. A pergunta é uma desonestidade intelectual da sua parte, mas pela amostra já vi que é prática corrente. Isso não é da minha conta, não foi isso que me levou a comentar, e não é isso que se está a discutir.

    Eu não faço ameaças. Se a situação tivesse sido comigo, nem sequer tinha alertado, tinha feito queixa directamente à CNPD (eventualmente, poderia ter alertado algumas pessoas que respeito no Aventar).

    Ainda bem que não é da minha laia – eu seria incapaz de acusar pessoas baseado em provas erradas, seria incapaz de usar informação privilegiada de forma indevida, seria incapaz de continuar a responder depois de me terem enfiado a lei debaixo do nariz e seria incapaz de ainda ter o descaramento de simular superioridade moral em vez de pedir desculpa.

    Põe ponto final quando entender? Como? Impede-me a comentar? Força-me a vir cá responder a perguntas? A prepotência fica-lhe mesmo engraçada… 😀


  28. João José Cardoso, pare de se armar em inocente.

    O IP permite identificar inequivocamente um dado cliente, logo, é um dado pessoal. Muito pessoal.

    Eu não estou a apontar a recolha dos dados, mas sim a sua divulgação pública. A lei não reprova a recolha dos dados, mas sim a sua divulgação pública.

    E não é por muitos fazerem que passa a estar correcto. É a lei. Dura lex, sed lex.

    O resto, como já disse, é conversa da treta para salvarem a face. Não vão conseguir.

  29. Ricardo Santos Pinto says:

    A forma como me insultou constantemente desde que aqui chegou tira-lhe toda a razão, mesmo que a tivesse. Se não sabe discordar sem partir para o insulto, o problema não é meu. É por isso, e só por isso, que a conversa acabou aqui. Ponto final. A partir de agora, se quiser falar, fica a falar sozinho.

  30. jose silva says:

    Presumo que a discussão original sobre a honra e o bom nome esteja contaminada pela mesma doença que afecta a discussão da energia… Mas que eu por ser ignorante no restantes temas sou incapaz de detectar.

    O IP não é identificador do utilizador. (ponto)
    O IP que fica registado como identificador da ORIGEM deste meu comentário é o IP publico. Ora é aqui que a coisa se confunde. Se eu estiver ligado à web com “modem 3G” na porta USB do meu portátil, então o IP é mesmo meu (ainda que eu o possa partilhar!). Mas, se eu tiver atrás de uma rede (por exemplo wi-fi), então haverá alguns (podem ser muitos) com o mesmo IP público.

    Espero ter ajudado. Embora, muitos não o queiram


  31. Em primeiro lugar, a razão não se perde: ou se tem, ou não se tem. Neste caso, tenho-a desde o princípio. Essa conversa do “perdeu a razão” é uma palermice.

    Em segundo, o insulto só existe quando existe uma extrapolação, falta de fundamentação ou subjectividade. Não é esse o contexto: o que eu fiz foi, baseado em factos concretos, chamar os bois pelos nomes.

    Em terceiro, também não se coloca a questão de eu saber ou não discordar, porque isto não é um assunto de opiniões: são factos concretos, não abertos a discussão.

    Só para recordar, o que fez foi quebrar um contrato social cimentado entre um comentador e um blogger, o que faz de si um imoral, e, como esse contrato social até está fixado na lei, faz de si um criminoso. Mais uma vez, para ficar mesmo clarinho, isto não é um insulto, são factos.

    Muito obrigado por me deixar a falar sozinho. Virar as costas à discussão acontece a quem não tem razão. Virar as costas à discussão sem pedir desculpas, além de continuar a demonstrar a falta de razão, diz muito sobre a personalidade de quem o faz.


  32. jose silva, isso não é verdade. Alguém, algures, sabe quem é quem. Mesmo que esteja atrás de um router, esse router tem uma tabela de DHCP que sabe que máquinas se ligaram (não só através do IP, mas sobretudo através do MAC), e quando.

    Através do IP exterior, é possível chegar ao router, e daí, chegar à máquina em concreto. Depois, utilizando engenharia social, é possível chegar à pessoa.

    Por isso, um IP é um dado pessoal, sujeito às mesmas regras de todos os outros.

    Mas não precisa de acreditar na minha palavra, basta pedir um parecer à CNPD e logo vê o que lhe dizem.

  33. jose silva says:

    Marco,
    O IP é o IP publico de um router! o Router pode ter (ou não) uma tabela de routing. E pode (ou não ) ser servidor de dhcp. E se não tiver uma coisa, nem for a outra ?!!

    Por favor não confunda ARP com Routing Table.

    Mas não devem e não são acessíveis aos não administradores (técnicas de hacking à parte). Um router pode ou não ser um servidor de dhcp.

    Agora, diferente a afirmação reciproca: Não existe garantia anonimidade em redes com esta tipologia. Isto é verdade! E é isto que o referido relatório deve dizer….

    Detalhe: Se um router tiver uma password (por fraquinha que seja), e for violado isso é um crime informático. A engenharia social que pode vir depois assenta no mesmo pressuposto da discussão inicial da honra e energia, incompetência ou ignorância dos que dela são vitimas.

    Por último, o meu esclarecimento, que o sr. não compreendeu pode resumir-se: Se estivéssemos os dois num centro comercial com WI-FI grátis, ambos teríamos o mesmo IP publico. E pelo que aqui foi dito seriamos a mesma pessoa. Percebeu?


  34. Ao existir uma possibilidade, por mais remota que seja, a lei protege. Mais uma vez, isto não é passível de discussão, são factos.

    Já aconselhei que pedisse um parecer à CNPD… Já o fez? Não? Bem me parecia. Continue a mandar postais.

  35. jose silva says:

    Marco,
    O seu problema transcende a capacidade que eu tenho de lhe tentar explicar.

    Aconselho-o a ler pausadamente o minha ultima afirmação
    “Por último, o meu esclarecimento, que o sr. não compreendeu pode resumir-se: Se estivéssemos os dois num centro comercial com WI-FI grátis, ambos teríamos o mesmo IP publico. E pelo que aqui foi dito seriamos a mesma pessoa.”

    Ao não perceber isto, e ao remeter para pareceres “técnico”-jurídicos mostra que a minha tentativa de esclarecer foi inútil no seu caso.

    Farei apenas mais um pequeno esforço (não para si).

    O que a lei TENTA preservar é o direito à privacidade, e o IP (Internet Protocol) pela sua arquitectura não pode garantir. Se não quer deixar o IP em site, blog, portal, etc, use a internet!

    Serve quem servir.

    E peço desculpa por ter vindo aqui perturbar.

  36. maria celeste d'oliveira ramos says:

    pois aparecem de vez em quando muitos desaventados – que bom – eloquentes – então o Douro e socalcos é que é bom quem lhe disse – só po ser classificado há 350 anos – e o TUA quem disse que o tua eram oun pedregukhos nem sei com conseguiu aprender a ler e escrever e a tar estas conversas tão informo.máticas-tanto tanto perdido só para conversas que são puro recreio-serc de estado da cultura possa iu não dizer não acabou-já voltou atrás – querem salvar o dineiro gasto GASTANDO TUDO e mandando tudo ao charco e quem não se indentifica tem mêdo de quê – dos TIROS ao ALVO- não têm emprego ou usam o computador do ESTADO que tanto criticam ???Tão desonesto é quem vai à vinha como quem fica à porta

  37. jose silva says:

    Correcção:

    Se não quer deixar o IP em site, blog, portal, etc, NÃO use a internet!


  38. jose silva, tem aí uma dificuldade em entender qual é o problema… O problema não é ceder o meu IP aos serviços e pessoas por trás deles; o problema é que esses serviços e pessoas não cumpram o contrato social e a lei, cedendo-o a terceiros e/ou publicamente.

    A ilegalidade está aí – eu até tive o cuidado de apontar cuidadosamente a lei, artigo, ponto e alínea relevante… Não percebo onde é que está a dificuldade em entender o óbvio.

  39. adalmife says:

    Tiro ao Alvo Não mamo, sou mamado pela cambada de vampiros e chulos do sistema… e já agora verifique na fatura, por exemplo de Dezembro, as percentagens de produção de energia: Eólica 44, cogeração e micro… 17,6, outras 7,20, carvão 14,2, gás natural 7,3 etc… etc… NUCLEAR 2,6.Entendeu?

  40. José Pinto says:

    Não sei nem imagino como será a cara do senhor Ricardo Santos Pinto. Infelizmente o país é feito de gente pequenina. Esse senhor que põe a representa-lo um pirilampo mágico azul não merece qualquer tipo de credibilidade.É pequenino, deve ser um frustrado ou alguém que espera…ou perdeu o tacho. Senhor pirilampo mágico, saber usar o teclado de um computador não lhe dá o direito de achincalhar pessoas a quente destilando raiva e inveja. Eu sei que ir a um psiquiatra custa mais dinheiro mas há patologias que só mesmo tratadas com técnicos, não basta exorcizar num blog. Tire o pirilampo do seu identificador e mostre a cara porque deve ser alguém cinzento ressabiado. Eu também não quero a barragem, alias foi por isso que cheguei a este blog mas usar assim uma ferramenta de livre opinião, não é usar a liberdade, é abusar da liberdade. Não conheço o secretario de estado da cultura mas a sua agressividade meteu nojo sr. Pirilampo.


  41. Ó Marco, para acabar com a sua lengalenga: a CNPD não tem nada que ver com o assunto, pela simples razão de que se houvesse uma violação da lei competia ao Ministério Público tratar disso. A Comissão quanto muito reporta ao MP. Entendido? é que se não percebe sequer o que é um IP, como já lhe foi demonstrado, ao menos quando precisar por qualquer motivo de apresentar uma queixa, saiba a quem se dirigir, não dê trabalho a quem tem outras competências.
    E vá ler o Contrato Social, que por acaso foi escrito no séc. XVIII, sempre se cultiva um bocado e deixa de citar coisas a despropósito.


  42. Um retira-se da discussão, mas manda cá o cão de fila… Isto está cada vez melhor. 😀

    1. A CNPD serve precisamente para estes casos – na minha linha de trabalho, lá calha ter de fazer queixas para lá de vez em quando;

    2. Se eu não soubesse o que é um IP, de certezinha que não tinha o ramo profissional que tinha (vá lá, não custa muito descobrir quem sou e o que faço – ao contrário de muitos “anónimos” que para aí andam, não me escondo);

    3. Não me “demonstraram” nada, a não ser que eu tenho razão desde o início (não é difícil, visto que me baseio apenas e só em factos, e não em subjectividades);

    4. Eu não falei d’”O Contrato Social” e sim de “um contrato social” – um contrato implícito entre duas ou mais pessoas, em sociedade, tendo em conta as suas posições no contexto social em que é celebrado, os seus deveres e direitos, ditados pela norma socio-cultural em que se insere.


  43. Já agora, e para ver se arrumamos com o assunto de uma vez por todas:

    – a própria CNPD reconhece o IP como um dado pessoal a ser protegido, na política de privacidade do seu projecto Dadus (http://dadus.cnpd.pt/content_pages/view/17);

    – O formulário para apresentar queixa está disponível online, para quem quiser usar (http://www.cnpd.pt/bin/duvidas/queixas_frm.aspx).


  44. Marco, vai ladrar para a puta que te pariu e para o corno que a amansou. Não minha casa não será um puto ignorante, completamente burro e teimoso que me vem chamar cão de fila, entendido?
    Tão idiota que confunde uma base de dados com um comentário assinado e público num blogue. Tão cretino que nem percebe a figura ridícula que está a fazer. E ainda vem com norma sócio-culturais, a avantesma.
    Não, não sabes o que é juridicamente um IP, nem para que serve a CNPD, nem o que é poder judicial, e sobretudo não percebeste rigorosamente nada da discussão.
    E agora ladra para a lua, que talvez te ouça.


  45. Definição de vitória numa discussão: o adversário larga a argumentação e parte para a violência.

    Au! Au!

    😀


  46. Oh Marco, prontos, ’tá bem, vai lá levantar o prémio. Ganhaste. És grande.

  47. Tiro ao Alvo says:

    Alguns dos donos deste blogue utilizam uma linguagem tão badalhoca, que não resisti a deixar aqui o meu protesto: Tenham vergonha!

  48. Faroleiro da Berlenga says:

    Bom… Estava eu a falar da beleza do Tua e das vantagens da energia nuclear quando de repente desata tudo à estalada virtual e pim e pumba e paf!! Mas será que alguém aqui viajou na antiga linha do Tua e conhece a zona e atravéz das plantas de localização consegue avaliar o impato negativo que a barragem vai ter? tenho quase a certeza que não. Escrevem escrevem contra a barragem porque é intelectualmente bem ser-se contra. E melhor ainda passam o dia com os computadores ligados sem se preocuparem de onde vem a energia que os alimenta e como é produzida he he he Sim senhor grandes ecologistas da treta me saístes.

  49. Ricardo Santos Pinto says:

    Sim, Faroleiro, sabes tudo sobre a minha vida. Nunca viajei no Tua, nem conheço o local, nem estou a par do impacto que a Barragem vai ter, só escrevo contra porque tenho a mania que sou intelectual. Realmente, o preconceito é fodido. E tudo porque cometo o sacrilégio de não concordar contigo. Excelente.

  50. Faroleiro da Berlenga says:

    wird in den Arsch zu nehmen

  51. Ricardo Santos Pinto says:

    Ou traduzindo para português, «vai levar no cu».
    De uma educação refinada, o nosso comentador Faroleiro da Berlenga. Tão refinada que até insulta em alemão. E tudo porque, relembro, não concordo com ele.

  52. Carlos Alves says:

    Realmente!!! que grande falta de educação. Esse Faroleiro é Foleiro. 🙂 🙂 🙂

  53. Mariana C says:

    go ssać penisa konia

  54. Ricardo Santos Pinto em says:

    Traduzindo: Vai chupar o pau de um cavalo! isto é demais mas que falta de respeito. sinto-me profundamente ofendido e continuo a não concordar convosco.

    • Ricardo Santos Pinto says:

      Está um poliglota, o nosso comentador Faroleiro. Agora em polaco, «Vai chupar um caralho». Pena não ser tão bom na tradução para o português – é o que dá usar o Tradutor do Google. Mas sabe usar indevidamente o nome dos outros – pena que o IP o desmascare completamente. Xi, lá vou ter de levar com o outro. A CNPD já deve vir a caminho.

  55. António Fernando Nabais says:

    #50
    Talvez devido a um excessivo conhecimento da língua alemã, o senhor Faroleiro desconheça que, em Português, se escreve “através” e “impacto” (mesmo depois do Acordo). A não ser que, na Berlenga, a ortografia seja diferente.

  56. Faroleiro da Berlenga says:

    Mete o IP na peida. Ou pensas que não sei mascarar o IP ó nabiço xico esperto

  57. Ricardo Santos Pinto says:

    Ooops. agora em português. Nunca pensei que o nosso comentador Faroleiro soubesse escrever em português. Utiliza termos técnicos e tudo, como peida. Totalmente insuspeito.

  58. Augusta Barreira says:

    Lol Já não me ria assim hà muito muito tempo. Vocês são muito melhores que o Bruno Nogueira

  59. Faroleiro da Berlenga says:

    Agora a sério: Peço desculpa públicamente ao Ricardo S Pinto mas como isto estava a ficar muito chato resolvi abardinar um pouco a conversa para descontrair um bocado. Mas continuo favorável à barragem. Cumps e até uma próxima

  60. cidinha campos says:

    Preciso muito. que Sr : Francisco Viegas, entre em contato comigo, é de extremo interesse o assunto a ser tratado, por favor se alguém tiver o e-mail dele me envie .
    Agradeço desde já.

Trackbacks


  1. […] propósito do “político” Francisco José Viegas. Polémica travada entre, nomedamente, Ricardo Santos Pinto e Carlos Garcêz Osório, pessoas que pessoalmente muito prezo. E, apesar disso (de considerar […]

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