Isto é a América?

91814Tortura, violações. Não tem importância, eram crianças pobres.

Comments

  1. Ana Bento says:

    Sim,também, é isto.
    Horror.

  2. maria celeste ramos says:

    Também há Guantânamo e a pena de morte – há tantos cadafalsos naquele país – no Afeganistão os soldados e soldadas violam os desse país e mostram-se perante as TV pois nem se escondem e fazem vídeos para recordar e projectam-nos e eu vi os americanos a mijar em cima dos afegãos depois de os touturar e estarem nús e ajoelhados no chão na maior humilhação – E há soldados que contam os horrores dos seus camaradas ao regressarem ao país e são admoestados judicialmente (vi um a responder em tribunal) – E há carnificinas nas universidades e outras escolas – E há as CiAS (reformados) como vi há poucos dias em reportagem a contar que para “bem da nação” matam quem quizerem não importa onde – E há como se viu no noticiário TV polícia em alta velocidade pelas autoestradas em perseguição de quem fez o quê, e matam – E há prisões que são geridas por entiades privadas e há cidade que não recordo se é Houston cujas economias andam exclusivamente à volta apenas das cadeias pois são tantas e a cidade do mundo que mais prisões tem, e são mulheres as carcereiras (vi reportagem há poucos anos) – E há uma das maiores indústrias, a das armas, que se compram como se compram batatas – E há ainda a KluxKluxKlan activa ainda (vi ainda este ano não sei a que propósito com o seu carapuço branco) – E há perseguição feroz aos mexicanos que fogem da miséria do seu pais e passam a fronteira e instalam-se no sul e fazem agricultura que tornam o país mais rico – E há e não sei o que há e só sei o que vejo em reportagens da TV e não creio que seja ficção – E há a maior das irreguralidades com os seguros de saúde CARE que inventam despesas de medicamentos e cadeiras de roda e outros equipamentos dispendiosos, que quem “vende” cobra ao Estado e não há doentes porque os documentos são falsos e fabricados por médicos (e pelas empresas que os vendem) e há farmácias falsas (vi reportagem com declarações de cara destapada de pessoas a quem o Estado enviou documentos de despesa que não fizeram, até de uma senhora que se mostrou que “adquiriu” uma cadeira de rodas” e pôs-se bem de pé e a andar para mostar e perguntar porquê isso assim no seu país – E há o que não sabemos que há – E não recordo bem mas um senhor bem situado em empresa que denunciou ao NY Times algo que achou danoso para a saúde e era feito na empresa onde trabalhava e não conseguiu pactuar e de repente vê-se sem casa nem nenhum dos havesres, sem emprego e a mulher divorciou.se e ficou na rua – E mais não recordo agora – E continuam meninos na rua no Bronx a aprender o crime sem escola e sem ocupação de nenhuma espécie embora uma “louca” tenha apanhado alguns e feito um Grupo Coral para recuperar O Gospel que se estava a perder e nenhum menino ou menina faltava (negros) e adoraram cantar e sentirem-se com uma vida digna e um programa e , e foram fazer um espectáculo ao Carnagie Hall – havia menina que nem queria dizer onde morava por saber que habitava lugar maldito, era triste e infeliz mas a professora de canto foi conseguindo que ela, e todos, acabasem por se reabilitar e não ter mêdo nem vergonha do lugar (aliás até parece o que vi ontem de um bom futebolista português que mostrou as suas verdes xuteiras onde escreveu nos sapatos o sítio maldito onde nasceu – “a meia Laranja – rua Maria Pia, Lisboa – e saíu da droga e está feliz com a sua regeneração” –
    Pois há homens que tratam dos meninos perdidos e fazem deles homens quando há outros que os atiram para a valeta da vida – e lá ficam como ficou a semana passada um cavalinho que no norte caís numa valeta e quem viu telefonou para a DG regional de Veterinária que como era sábado nºao trabalhava e recusou trabalho de emergência e o cavalinho morreu agonizando 3 dias – vi na TV a declaraçao ao vivo de quem viu e tentou salvar o cavalinho – a bestialidade para com homens e animais num mundo em que 30 gestores (jornal de ontem) ganham 3 milhões de euros cada um, por mês (ou ano não recordo) – (sic notícias) – ainda se poderá ver hoje creio

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