Quem é esta Sofia Galvão?

Uma lancheira Chanel nas trombas e talvez os dois neurónios conversassem.

Comments

  1. Jorge says:

    Isto anda tudo ligado é so ver tambem o cv do Moedas
    SOFIA GALVÃO

    Licenciatura em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
    Mestrado em Ciências Jurídicas pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

    Regente de Direito do Urbanismo na Faculdade de Direito de Lisboa.
    Responsável pela cadeira de Direito do Ordenamento do Território e do Urbanismo, no Curso de Pós-Graduação em Ciências Jurídico-Ambientais, na Faculdade de Direito de Lisboa.
    Integra a Vieira de Almeida & Associados desde 2007. Actualmente é sócia concentrando a sua actividade na área de Urbanismo & Turismo onde tem trabalhado activamente em diversas operações, em Portugal e no estrangeiro.
    Foi Secretária de Estado da Presidência do Conselho de Ministros (XVI Governo Constitucional) e Secretária de Estado da Administração Pública (XVI Governo Constitucional). Foi membro do Grupo de Trabalho responsável pela concepção e redacção da Proposta de Lei de Bases do Ordenamento do Território e do Urbanismo.
    Foi também membro da equipa de investigação no âmbito do Direito do Urbanismo, criada no CESUR – Centro de Sistemas Urbanos e Regionais (Instituto Superior Técnico).
    Vogal da Direcção do Fórum dos Administradores de Empresas e Membro do Conselho Consultivo da Associação Lisbonense de Proprietários.
    Antes de integrar a firma foi sócia na sociedade de advogados Sérvulo Correia & Associados e na PLMJ – A.M. Pereira, Sáragga Leal, Oliveira Martins, Júdice e Associados.
    Várias obras publicadas, incluindo “Alguns tópicos para uma reflexão sobre política do ordenamento do território em Portugal” na Revista Jurídica do Urbanismo e do Ambiente, n.º 7, Junho 1997, IDUAL, Almedina, Coimbra, pp. 187-207.
    Inscrita na Ordem dos Advogados Portugueses.
    Línguas: Português, Inglês, Francês

Trackbacks


  1. […] Estive a ouvir António José Seguro atentamente no seu discurso de encerramento das Jornadas Parlamentares do PS. As suas palavras são as de quem já está em campanha. Não será demasiado cedo? Não acredito em eleições antecipadas para este ano. Duvido que seja possível. Essas eleições serão, creio, no ano que vem, depois das Autárquicas, e havendo nesse próximo mês de Outubro um Governo credível, que gere consensos, ou seja, um Governo de iniciativa presidencial, com um primeiro-Ministro que represente o bloco central, e seja capaz de levar este orçamento (ou o que restará dele depois do escrutínio Constitucional) até ao fim do ano sem haver desobediência civil se não antes seguramente durante as Autárquicas. Com Passos Coelho essas eleições não poderão ser realizadas, ou então o Governo vai bater em toda a gente que as boicote (e não faltará quem). Por fim, e apesar dos esforços de Seguro, duvido que venha a encabeçar o PS nas próximas legislativas. António Costa é o homem para compor um Governo à esquerda com capacidade negocial no contexto do programa de reformas dos Estados da UE, mas isso só depois das Autárquicas, lá está. Resumindo: a bola continua em Belém. E enquanto isto, Passos Coelho inibe os jornalistas de participar no debate para que tem vindo a convidar a sociedade…. […]


  2. […] impostos, o governo entrou numa nova fase: procurar que as decisões sejam tomadas por outros e discutidas às escondidas. Pouco falta para chegarmos à clandestinidade da distribuição de panfletos, coisa de tempos que […]

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