A bandalheira do exame de Português

Quem dá aulas numa escola secundária sabe como são aquelas reuniões intermináveis – dezenas de professores numa sala abafada – em que nos dão a conhecer, pela enésima vez, a Norma enviada pelo Júri Nacional de Exames.
Uma Norma que começa por dizer que «A função de vigilante de provas de exame é uma das mais importantes e de maior responsabilidade de todo o processo das provas finais de ciclo e os exames finais nacionais, já que o não cumprimento rigoroso por parte dos professores vigilantes numa única sala poderá pôr em causa toda uma prova a nível nacional. A normalidade e a qualidade do serviço de vigilância das provas nas salas de exame são fundamentais para a sua validade e para a garantia de tratamento equitativo dos alunos.»
Essas reuniões consistem basicamente na leitura da Norma, sendo que os professores vão sendo alertados para todos os imprevistos que podem acontecer e para exemplos de aspectos que em anos anteriores correram mal. Tudo é analisado ao pormenor e até os sapatos que os vigilantes usarão no dia do exame são debatidos. Sobretudo os tacões das professoras, que são proibidos porque podem perturbar o trabalho dos alunos.
Já no próprio dia do exame, todos os procedimentos parecem saídos de um regime militar, em que cada um desempenha a sua função com total concentração e em que o mínimo desvio não é tolerado. Já me aconteceu ter de ir embora e ser obrigado a apresentar atestado médico porque cheguei 10 minutos atrasado. Os alunos ainda nem sequer estavam dentro da sala, mas naqueles dias regras são regras.
Da próxima vez que vigiar um exame de 12.º ano – e vai ser já amanhã – vou lembrar-me com toda a certeza da bandalheira que foi o exame de Português realizado no dia 17. Os relatos multiplicam-se por todo o lado, mas para o Ministério da Educação tudo correu dentro da normalidade. Isso deve querer dizer que na minha vigilância posso estar com o telemóvel ligado, fechar a porta da sala, sentar os alunos como me apetecer, deixá-los sair antes do fim da prova e por aí fora. E a minha colega de vigilância pode usar tacões. Afinal, é tudo normal.
Obviamente que não o farei. O serviço de vigilância de exames pode ser o trabalho mais chato do mundo, mas deve ser encarado com toda a seriedade. Por todos. Menos pelo Ministério da Educação, que quando se trata de ganhar uma guerra e mostrar quem manda, pode subverter as regras que ele próprio criou e admitir todo o tipo de ilegalidades. Só para poder dizer que os alunos realizaram o exame.
Independentemente da opinião de cada um sobre esta greve, sobre os professores e sobre os sindicatos, ninguém de boa-fé poderá concordar com o que se passou naquele dia 17 em algumas das escolas deste país. Foi um dos dias mais tristes da história do ensino em Portugal.

Comments

  1. Preocupada says:

    Pois, mas segundo o Marcelo os alunos saíram vencedores! Talvez porque mesmo sem estarem a fazer exame já tinham conhecimento do mesmo ou, então, porque invadiram a escola, coisa que se facto é de vencedores.


  2. “E a minha colega de vigilância pode usar tacões.”

    Vivemos em liberdade: o colega também pode usar tacões… então?!

    Mas não recomendo. Os nossos alunos merecem que respeitemos com seriedade a situação especial de que se revestem os dias de exame para eles. Para sacrificar deliberadamente os alunos, sob a égide de motivações que lhes são alheias, chega o MEC.

    • José Afonso says:

      é pena que as motivações sejam dos próprios professores….


      • Não sei se percebo bem o que quer dizer, mas saliento que as motivações para a discórdia foram delineadas pelo MEC quando tornou público o aumento da carga lectiva para os professores, pelo menos do tempo dedicado à Direcção de Turma, através da publicação do Despacho de Organização do Ano Lectivo, e quando apresentou a proposta para a requalificação, vulgo mobilidade especial, que abrangerá todos os professores, excepto os do Ensino Superior, tendo presenteado os docentes do Ensino Básico e Secundário com estas pérolas mesmo no final do ano lectivo em curso, sem que a resposta de protesto pudesse recair sobre outras datas que não as escolhidas.
        Daí para cá o que o MEC fez, para além de revelar obstinação em manter todas as deliberações, mesmo com violações à Lei e para prejuízo dos alunos, foi intoxicar a opinião pública com inverdades facilmente comprováveis, tais como a de que o horário lectivo dos docentes não será alterado, malogrado o alargamento para as 40 horas semanais de trabalho. Está escrito o aumento do horário lectivo, sob a forma sub-reptícia de retirar da componente lectiva o que lá pertencia.
        Os professores estavam motivados em terminar da melhor maneira, tranquila e com respeito por todos os seus deveres profissionais, este ano lectivo, sim, mas o MEC decidiu que era a altura de montar mais um circo no meio deste palco constantemente agredido.
        Lamentamos muito.

        • José Afonso says:

          Mas escolheram fazer a greve correndo o risco de prejudicar os alunos e dessa forma provaram o seu desrespeito pela própria profissão…
          E parece que a maioria das pessoas se esqueceu que há outras formas de protestar…
          Aqui vai a minha sugestão:
          http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/turkey/10128994/Turkish-standing-mans-silent-protest.html


          • Protestar assim, sim! Sem qualquer dúvida, sim!


          • Esqueceu-se que a sua sugestão de protesto não tem data definida e, podendo recair sobre o dia de uma exame, impediria os professores de cumprir o respectivo serviço na mesma, a menos que levassem os alunos à praça onde decorresse o protesto.
            Também é verdade que entre levá-los a um refeitório, como aconteceu, ou a uma praça a diferença não seria significativa e aí todos teriam feito o exame com certeza, para contento do MEC.

            Tenha dó!

          • José Afonso says:

            Como disse isto era uma forma de evitar recorrer à greve.
            Por isso parece me claro que não deveria coincidir com tempo de aulas e especialmente com tempo de exames…


          • Mas isso é o que eu já ando a fazer há uns 20 anos. Enquanto protestei calada, de pé, à espera de ser ouvida todos me ignoraram. No entanto, esta greve passou a ser primeira notícia de todos os telejornais e, de repente, parece que toda a gente (opinadores) percebeu que havia professores em Portugal. De resto querem lá saber!
            O meu pai tinha uma consulta marcada, havia meses, em Lisboa. Nesse dia houve greve. Teve de se deslocar de autocarro até lá (75 km), pelo qual pagou, andou pelas ruas de Lisboa até chegar ao hospital (e o meu pai tem dificuldades de locomoção), esperou até à hora da consulta até que foi informado que não ia ser consultado, porque o Sr. Dr. estava de greve (ninguém o substituiu). Voltou para casa. Até hoje, nada de nova consulta. Não ouvi nenhum comentador dizer que o meu pai era refém dos médicos. Que já tinha aquela consulta marcada há meses e que os médicos tinham marcado a greve precisamente para o dia da consulta do meu pai. Enfim … este país não é para velhos … E eu cansei-me de gritar calada.

          • Carlos Mangas says:

            Falou-se mais de educação e professores nesse dia, do que nos outros 364 do ano. Ou seja, o objetivo foi conseguido. É maior prejuizo para os alunos não realizarem um exame num dia, e poderem faê-lo num outro, ou andarem 12 anos de ensino a verem piorar de dia para dia as condições de ensino-aprendizagem dentro das salas de aula?


  3. Ora bem, dada a fase do calendário escolar em que estamos, o protesto deveria ser agendado para Agosto. Bem pensado.

    • José Afonso says:

      A questão é este protesto não envolve os alunos de forma nenhuma. Se acha que é preciso causar problemas para um protesto dar resultado sugiro lhe que se junte a um grupo terrorista.

      • José Afonso says:

        Não posso deixar de notar que ainda há alguns instante estava um comentário aqui (humorístico sem dúvida, mas sem humor não há esperança para ninguém…) e que foi apagado…
        Censura parece me um pouco drástico e particularmente irónico depois de todos os comentários que reivindicavam os direitos humanos (especialmente o direito à greve)…

        • Ricardo Ferreira Pinto says:

          Não, não foi apagado. Estava agora mesmo a reparar que desapareceu. Vou tentar ver o que se passa, até porque queria responder a esse comentário.

          • José Afonso says:

            A primeira vez acreditaria que fosse um acidente… afinal de contas, censura num site assim?
            Infelizmente não é a primeira vez que noto esse incidente…
            Se for de facto um erro informático espero que se possam recuperar os comentários perdidos… Por outro lado se for de facto censura temo que não se recupere o respeito perdido dos seus leitores…

          • Ricardo Ferreira Pinto says:

            Não costumo censurar comentários dos leitores. E como pode ver, o comentário já aí está de novo. Tive de republicá-lo porque tinha desaparecido.

          • Ultimate Bexigaman says:

            Ontem, numa discussão à parte, eu e outra pessoa recebemos uma ameaça que íamos poder deixar de comentar e que os nossos comentários seriam apagados, o que sucedeu em seguida. Se o de hoje foi um acidente, não acredito que o de ontem também o tenha sido (ainda por cima, quando a pessoa que nos fez a ameaça fez ele próprio comentários de carácter bem mais ofensivo e que continuam postados).

          • Ricardo Ferreira Pinto says:

            No Aventar, cada autor trata dos comentários aos seus posts. E como pode ver, neste caso foi um lapso. O seu comentário está publicado.


          • Sucede que os comentários em moderação não aparecem aqui, nem ninguém é notificado por eles excepto os autores do Aventar. Ou seja, o “José Afonso” adivinhou que o jorge-m-martins estava a trolar por estes lados.
            A prova dos 9 está feita. Ataques concertados e depois falam em censura.

          • José Afonso says:

            Não o estou a acusar disso, erros acontecem, mas não é a primeira vez que acontecem (embora das vezes que já notei fossem em artigos publicados por outras pessoas)… E uma pessoa começa a desconfiar…

          • Ultimate Bexigaman says:

            O meu comentário apareceu “em moderação”, foi publicado e depois desapareceu; mas esteve postado alguns minutos; vá trolar você, e para o raio que o parta, que censura também é democracia, aparentemente


          • Não, não esteve, nem podia ter estado: ficou na fila de moderação onde o foste buscar. Consulta o histórico do comentário.

          • Ultimate Bexigaman says:

            O autor do post disse ele próprio que, por lapso, ele tinha desaparecido; consulte o histórico da conversa.


          • E quanto a ti, ó jorge-m-martins, já foste para a puta que te pariu e para o corno que te amansou?

          • José Afonso says:

            o José Afonso foi em homenagem a um certo sujeito que escreveu uma certa canção… Em relação aos ataques concertados…Eu diria que todo o aventar está num ataque concertado ao partido que estiver no governo (independentemente do partido em questão…)
            Quanto ao trollar, bem eu não posso falar pelo “ultimate bexigaman” mas estive simplesmente a expor a minha opinião… Se não quer ouvir as respostas sugiro lhe que passe a entregar panfletos ou de limite a desligar os comentários, que isto de só aceitar os comentários que interessam acontecia com outro senhor … Um tal de Salazar… é engraçado mas parece que encontro muitas semelhanças…

          • Ricardo Ferreira Pinto says:

            Não é verdade. Há vários autores do Aventar que são do PSD.

          • José Afonso says:

            Suspeito que nesse caso toda esta vaga de ódio os abafou, que ainda estou para ler algo do estilo…
            Pelo menos o Senhor Cardoso (porque pelo menos um de nós deve ser civilizado) limita se a criticar o governo, ao ponto de colocar um vídeo onde aparentemente alunas já sabiam o conteúdo do exame poucos minutos após o início da prova sem sequer averiguar se isso era de facto verdade… Acabou por não ser e foi o seu rigor que acabou ali…
            Quanto aos termos mais ofensivos a que recorreu, não foi para o jorge-m-martins (que estou a supor que é o “ultimate bexigaman”) foi para um Carlos Rafael, que foi depois eliminado… Bem ele está de volta e como expliquei o José Afonso é uma homenagem.

          • Ricardo Ferreira Pinto says:

            No Aventar, escreve quem quer escrever. Não está a propor que os autores de Esquerda obriguem os de Direita a escrever, pois não? Aqui somos todos iguais, apenas uns escrevem mais do que outros.


          • Os canalhas mudam facilmente de nome, até porque são sempre anónimos. Até que um dia o seu IP dá com os costados num tribunal. Azares da vida.

          • Ultimate Bexigaman says:

            O tratamento que eu e o Carlos Rafael recebemos ontem por parte do sr. Cardoso mostra que essa igualdade de direitos não se estende aos comentadores, e isso é que me parece deplorável. Não pudemos ter uma conversa civilizada como estamos a ter aqui, desde o início que se recorreu ao insulto gratuito para replicar aos nossos comentários (que, diga-se, não ofendiam ninguém, eram apenas argumentos). Creio ser isso que o “José Afonso” está a querer dizer; quanto ao resto, apoio haver igualdade política entre os autores, mas que seja civilizada.

          • Ricardo Ferreira Pinto says:

            Aliás, o Aventar é um exemplo que não me parece que haja muitos na blogosfera. Temos gente do CDS, do PSD, do PS, do BE e do PCP e até de outros Partidos. Temos republicanos e monárquicos. Temos católicos profundos e ateus convictos. Temos portistas e benfiquistas. Temos aficionados e defensores da Causa Animal. E todos nos damos muito bem com estas diferenças.


          • Muito civilizado.
            “visto que percebe tanto sobre barretes talvez devesse dar aulas sobre o assunto e deixar o futuro do país em mãos mais competentes”
            “Com esse paleio, tenho pena dos alunos que o ouvissem, mesmo a falar de barretes;”
            E querem ter direitos, nos blogues dos outros. Têm realmente direito a uma queixa no Ministério Público mais próximo, têm sim senhor.

          • Ultimate Bexigaman says:

            Conveniente esquecer-se dos seus próprios comentários, em que mandou o Carlos Rafael ir, e cito, “para a puta que o pariu e o corno que o amansou”. Muito civilizado, para quem acha que só tem direitos e os deveres do respeito cabem só aos outros.

          • José Afonso says:

            O anonimato foi uma necessidade visto que os meus comentários estavam a ser sistematicamente eliminados…
            Quanto aos direitos e respeito, caso não tenha notado nem Eu nem o Senhor Ferreira Pinto nos lançámos em insultos aos familiares de ninguém…
            E acho engraçado que esteja a desviar se do facto de participar num site sobre (entre outras coisas) política, num país onde se vive em democracia e tenha tanta facilidade em usar ferramentas de ditador…
            Em resposta ao Senhor Ferreira Pinto, é claro que não espero que ninguém seja obrigado a escrever, mas visto que descobri o Aventar recentemente só tive oportunidade de ler alguns artigos, mas terei toda o cuidado para ler os seus próximos artigos, porque mesmo que não concorde com o conteúdo de algum artigo em particular tenho a possibilidade de discutir esse tema de forma civilizada.


          • “O anonimato foi uma necessidade visto que os meus comentários estavam a ser sistematicamente eliminados” – mentira: os comentários passaram a filtrados, por mail e IP depois de me terem insultado no que toca à minha vida profissional, as bocas anteriores ainda as tolerei.
            E foi depois de me terem insultado que levaram resposta, os dois meninos da JSSD (o que foi assumido por vocês) que ontem tiraram o dia para o costumado assalto às caixas de comentários dos blogues onde escrevem professores, missão notável em argúcia, e muito falha em dinâmica, percebem tanto de educação como eu de peixe-caracol.
            Hoje, viraram-se para outro lado. Mas insistem. Suponho que ao fim de 1000 comentários recebem o prémio do Partido. Já vi muito boy chegar a assessor por menos.

          • nightwishpt says:

            Se não gosta da casa, vá para a outra, ou acha que o Aventar é serviço público?
            Quer ter agora o direito a mandar no que fazem os outros na sua casa. Pidesco e revelador.

          • José Afonso says:

            Esse argumento soa muito à história de emigrar…
            E limito me a comentar a hipocrisia que vejo por aqui

      • nightwishpt says:

        Eu sugiro que se mude para a Coreia do Norte, lá o respeitinho, o culto ao líder, a austeridade e o autoritarismo devem agradar-lhe imenso.

        • José Afonso says:

          Duvido, parece que não é só na Coreia do norte que abunda a censura… No aventar também acontece… se me pronuncio contra ela aqui não vejo porque é que deveria ir para a Coreia…


          • Ó paspalho, começas por dizer quem és? nome e profissão? um tipo que cria um perfil só para comentar aqui, armado em moralista.

          • José Afonso says:

            Desde quando é que exigir liberdade de expressão é ser moralista?
            Quanto ao meu perfil, não o fez sozinho?
            Não sou eu um miúdo da JSD?
            Mas se o incomoda pode chamar me Zeca

    • Ultimate Bexigaman says:

      انضمام إلى الاحتجاجات، والله! فقط قل لي حجم الخصر بالنسبة لك لترتيب حزاما ناسفا مريحة.


  4. 🙂


    • Este meu comentário do 🙂 era precisamente para o comentário do Ultimate Bexigaman que esteve, realmente postado durante alguns minutos (vejam a hora do meu comentário!)

      • Ultimate Bexigaman says:

        Haja bom senso 🙂 não vou negar que o meu comentário teve apenas propósitos humorísticos, mas não é o humor um argumento na luta também? Ou merece ser crucificado porque não tem lugar neste debate…

        • José Afonso says:

          Já por diversas vezes notei que os seus comentários estavam recheados de bom senso, mas agora tenha cuidado, porque não tarda está a ser acusada de estar em conluio com alguém…


          • Caro José Afonso, tantas vezes fui insultada e acusada de ser o que não sou que já estou imune! 🙂 E olhe que bem tenho pregado contra o insulto…
            Afinal, o que importa mesmo é contribuir para que a sensatez possa vir a reinar um dia!


      • Faça um esforço, Isabel, e ainda consegue descer mais baixo.

        • Ultimate Bexigaman says:

          Isso é que é insultar só depois de alguém o insultar a si? Insulto não é só “seu bandido!”, isso é ao nível da escola primária; e, já agora, quem denegriu a profissão do professor? Nunca tive nada senão respeito pelos meus, mas se têm atitudes que considero reprováveis, porque não hei-de eu dar a minha opinião? Enfim, se a Senhora Isabel pode descer mais baixo, você tenha cuidado e não se aleije, que o nariz deve estar quase a raspar no chão.


        • Oh João José, fico triste que me diga isso. Acho que me conhece bem melhor do que esse seu comentário pretende demonstrar.
          Além disso, o João José nunca me insultou, portanto sabe muito bem que os meus comentários referentes aos insultos vão para os seus autores e não para si. Esta presente guerra não é minha.


  5. José Afonso,

    O seu comentário humorístico, supostamente desaparecido, era este???
    «A questão é este protesto não envolve os alunos de forma nenhuma. Se acha que é preciso causar problemas para um protesto dar resultado sugiro lhe que se junte a um grupo terrorista.»

    A ser verdade, aquilo que chama de sentido de humor precisa de ser requalificado.

    • José Afonso says:

      referia me à resposta em árabe de “Ultimate Bexigaman”…
      Não quando lhe sugeri que se juntasse a um grupo terrorista estava a ser sarcástico…

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