António Borges escapou-se


Fico sempre triste quando morre um homem da Goldman Sachs e recordo logo Simon Wiesenthal e a sua luta de aranha estendendo e esperando o nazi na teia antes que a natureza ou um acidente chegasse.

Estes também terão o seu tribunal de Nurembergue, a guerra lá chegará, e também um Simon que, implacável e metódico, os perseguirá até aos confins do Oriente. Sem justiça a morte não é a mesma coisa. António Borges não aguentou, dommage.
antonio-borges-salarios

Comments


  1. Como diz Siza Vieira o tempo é o arquitecto… a morte desta vergonha de português executivo, serve para abrir a mente aos portugueses nas eleições e desmascara todos os carniceiros que lhe tecem elogios e perda, paz para os anjos e o inferno aos cegos do vil metal !


  2. A sua “fina” ironia” deixa escapar aquilo que o homem
    (substantivo colectivo) tem de pior.
    A luta deve ser no campo das ideias e quiça com armas
    se preciso for e coragem existir.
    Em caso nenhum a morte de alguem pela doença e
    sofrimento, deve alegrar alguem com sensibilidade
    humana.
    P


    • Luta no campo das ideias é outra cinematografia. Em 37 e 39 também houve quem quisesse combater Hitler e Mussolini “pelas ideias”. É ver o que desses hoje reza a história.


      • JJC, você não sabe intrepretar um pequeno texto, ou
        está de cabeça perdida No meu comentario até
        ponho como possivel a luta pelas armas. Não percebeu?
        E depois como você me chamou iletrado terá que aceitar
        que para mim 37 e 39 não me dizem nada.Pela sua
        resposta fico com a ideia que quer ganhar a “guerra”
        com o aparecimento de cancros nos inimigos politicos


      • Houve, de facto, muita gente que quis combater Hitler e Mussolini pelas ideias e nas urnas. Muita desta gente acabou nos fornos crematórios.


    • Ninguém se alegra com a morte deste monstro. A mim, por exemplo, entristece-me que ele nunca venha a ser julgado por crimes contra a Humanidade.

    • sd.kvnawliuh says:

      Esse Cabrão devia ter sofrido o que recomendava aos desgraçados dos portuguese desempregados e explorados antes de ter tido a sorte de morrer. Filho da puta! Arda no inferno!


  3. No último paragrafo a palavra alguém é repetida,não
    consegui encontrar forma de a evitar.
    Perdoem-me os filologos e especialistas.

  4. nightwishpt says:

    Que seja o primeiro de muitos.


  5. JJC, afinal o boneco que tinha acabado de fazer estava
    mal feito.Faltava introduzir a parte que faz de si um
    mentiroso!!!!!!!


    • Que chatice, além de analfabeto nem desenhar sabe.
      Mas já agora o Adelino vai meter aqui o link para esse tal momento em que terei chamado “cabrão de merda” a alguém, Vai não vais?


  6. A propósito de certos comentários que circulam nas redes sociais sobre a morte de António Borges…

    Ideologias à parte, é profundamente lamentável, que a morte de um ser humano, faça irromper noutros, sentimentos tão primários.
    De facto,a linha que nos separa do “absurdamente irracional” é demasiado ténue…
    O combate ideológico e político faz-se no terreno das convicções e da frontalidade com que se assumem as mesmas. O ódio não é bom conselheiro. Sejamos suficientemente sensatos, para não nos regozijarmos com a morte de alguém, independentemente das ideias que nos possam separar!


  7. O tempo, esse escultor – espero que esta fase aventar passe depressa e retome o espírito dos que o criaram (o aventar) – mas anda “tudo a arder” – fogo destruidor e não ainda purificador
    O fogo do Chiado, nem Siza o disse hoje, é bem educado e “sábio” não começou como foi dito nem àquela hora nem no último andar – eu vi o inicio no r/c mas tanto faz – se não fossem os bancos de betão e floreiras na rua do Carmo feitas pela CML os bombeiros teriam passado – e se não fosse a idade do Teatro D.Maria e da Igreja de S.Domingos nunca ter sido limpa de cotão e pó e etc – o fogo não teria sido com pólvora a arder – o cotão é pólvora – aliás aumenta cada dia o nº de carros de bombeiros (e INEM) que correm aos berros no meu bairro (mesmo aqui na rua ao lado) mais do que duas vezes dia para ir apagar fogo . as casas velhas e a falta de restauro como é obrigatória em Inglaterra de 10/10 anos fz com que o velho se torne pólvora – vivo numa rua cheia de pólvora mesmo na minha casa que é nova de 70 anos mas nunca tive o privilégio de ver o senhorio ou outro por ele a mandar limpar – limpo eu e pinto-a eu – mas a casa tem 13 família e se arder ao lado ou em baixo – só gasto dinheiro parcialmente inútil – no terramoto de 1967 ninguém aqui veio consertar nada e o meu andar oscilou que se fatou já que uma empena não tem prédio colado – está à solta – sei lá como estão as paredes com rachas monumentais na escada de 50 anos – pois senhorios e inquilinos não se entendem – agora posso ser posta na rua se não pagar 2 meses de renda – mas os senhorios ?? sei lá – só os oiço a queixar-se uns dos outros – e de que me serve um seguro contra o fogo ?? O que eu quero é que isto não arda mas estou “entalada” entre que casas de quem ?? que fiscalização há ?? da parte de que organismo ?? e com que periodicidade ??


  8. Quem vai herdar o salário milionário de António Borges – embora lamentando profundamente a sua morte pois que até sou mais velha do que este senhor e morrer que seja Deus a decidir e não sou capaz de desejar a morte a ninguém (desejo sim que levem as cornadas que dão aos outros) o facto é que “assim parece” que estes senhores que nos desgraçaram a vida, nem na morte deixam de ser nefastos porque creio bem que terá herdeiros – Mas, a ser assim, um dia não há reformas decentes para ninguém e muitos reformados como este que ao fim de 4 anos ganham 100% do mais indecente salário, rapam todo o tacho (Falo de reformados de tempo total não os que foram à mama de reforma antecipada e proposta pelo estado creio que erradamente, e andam se calhar noutro emprego) nem falo dos que tiveram a oferta de se reformar “antes” embora com penalização que nem sei qual foi – se contar com esmolas a universidades privadas e fundações e reformas a eis governantes – mas quem é que ganha para tantos parasitas ?’
    Se calhar os reformados de tempo inteiro que ainda não quiseram morrer terão de voltar a trabalhar para alimentar BICs e Deuses Pinheiros & outros – é bom viver em Portugal – e nem vão para a UE pois se calhar teriam de trabalhar mais um bocadinho – mas eu não emigro – aqui é que tem “graça” e na europa não se passa nada – não desejo, repito, a morte de ninguém, mas da UE não digo o mesmo – gostava de a ver estoirar como um foguete – PUM – rebentou mesmo – e se calhar os alemães entrevistado há dias que odeiam os do sul que dizem, têm de pagar resgates, não querem mais euros – nem eu – mas também não quero os transgénicos deles nem os porcos nem nada – que se lixem todos que aqui enriqueceram com a melhor mão de obra do mundo e deslocalizaram mas esqueceram


  9. Não se deve desejar a morte e o mal a ninguém , mas este
    sujeito que Deus quis levar , era mesmo mau , um tirano ,
    um verdadeiro tira-peles , ultra-maquiavélico , que queria
    subjugar os portugueses , tal como faz o Goldman Sachs ,
    que faz o mesmo em todo o mundo .
    São defensores descarados da Corrupção .
    São autênticos carrascos , uma triste característica do PSD ,
    que devia ser o Partido mais democrático e não é . .
    Só é pena que estes indivíduos não seja julgados nem pós-
    -morte .
    .

    ,

  10. nabantina says:

    Aventar: qual o artigo que quer referir sobre a morte do Prof. Saraiva?
    Por favor escreva o link com um ponto entre letras senão, não aparece.


  11. Clique no link, vai ter ao artigo, e logo percebe. Ponto entre letras? andam por aqui drogas novas.

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  1. […] tendem a procurar afecto noutras espécies, nomeadamente a humana. Por outro lado, comunistas e socialistas tendem a procurar conforto na canidização dos […]


  2. […] da morte de António Borges, e do que já foi escrito aqui e que subscrevo, publico um artigo sobre a morte e José Hermano Saraiva, que se aplica a António Borges. Que a […]


  3. […] de cadáveres adversários?! Vingança? Mas adianta? No limite, não haverá aí, caríssimos camaradas, uma base humanística mínima, sem Esquerda e sem Direita, sem Liberalismo nem Socialismo, que […]

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