Escola do Porto fecha por falta de funcionários

Se mais depressa escrevia, mais depressa …

Uma posição que deveria ser seguida por muitos – em causa está a segurança dos alunos e a qualidade das aprendizagens. Segundo a nota que pode ser lida no site da Escola:

A DIREcÇÃO DO AGRUPAMENTO INFORMA QUE POR FALTA DE FUNCIONÁRIOS A ESCOLA NÃO CONSEGUE ASSEGURAR A SEGURANÇA DOS SEUS ALUNOS NO EDIFÍCIO SEDE PELO QUE SERÁ FORÇADA A INTERROMPER O NORMAL DESENROLAR DAS AcTIVIDADES NA TARDE DE QUINTA E SEXTA FEIRA ( TARDES DOS DIAS 3 E 4 DE OUTUBRO ).

A DIRETORA DO AGRUPAMENTO, ROSÁRIO QUEIRÓS

Comments

  1. rui lima says:

    O problema é que metade dos funcionarios estão de baixa. ! É uma pouca vergonha a escola tem obrigação de se organizar em tempo util e não caem os parentes na lama se alguns professores substituirem os empregados durante umas horas.


    • Metade está de baixa? E isso é afirmado com base em que factos? E, se isso fosse verdade, qual seria a solução? Tirar professores do apoio a alunos para irem tomar conta dos alunos nas filas da cantina? Não me parece…

      • rui lima says:

        Nos factos reais e se trabalhasse numa empresa privada como resolveria o problema ? O funcionalismo publico usa e abusa das baixas e os prejudicados são os alunos, se viu a reportagem sobre a Clara Resende isto foi lá abordado. Não posso admitir uma escola fechada por faltarem dois ou três empregados. O professores tambem não tem culpa o sistema é que deveria ter soluções para estas eventualidades, faltam funcionarios alguem tem de os substituir. Se faltar o porteiro a escola não abre ? coloquem lá uma pessoa da secretaria até resolverem o problema.
        Segunda feira a escola vai abrir será que vão contratar pessoas durante o fim de semana? e não há escolas nas imediações a Fontes Pereira de Melo por exemplo que posa ceder um ou dois elementos ?
        Qual é o problema dos professores irem tomar conta dos alunos na cantina ? Talvez responsabilizar os alunos e alguns pais fosse util as comunidades tem de funcionar unidas o que faz falta é união e conjugação de esforços para resolver os problemas,fechar uma escola á sexta-feira não me parece boa solução.


        • Rui, sabe que o desconhecimento às vezes pode complicar a elaboração de uma resposta fundamentada. Deixo apenas um exemplo. A tal funcionária da secretaria passa a fazer uma parte do seu horário na portaria. Duas perguntas apenas:
          a) quem vai fazer o seu serviço que fica por fazer? Fará depois? Horas extra?
          b) E onde fica o conhecimento que cada porteiro deverá ter dos pais dos alunos, do quem entrega a quem, onde fica a segurança? Isto é, se o seu filho for, erradamente entregue a alguém que o diz vir buscar…

          Não estamos a falar de pregos nem de tijolos, de notas ou de ciruclação de mails. Pessoas e ainda por cima crianças.

          Fechar nunca é uma boa solução, mas parece que resolveu o problema, certo?
          JP

        • António Fernando Nabais says:

          A resposta da João Paulo é clara como água.
          Se há gente que abusa de baixas médicas, isso deve ser investigado. De resto, como em qualquer país civilizado, quem estiver de baixa não trabalha e todos são inocentes até prova em contrário, mesmo que trabalhem na Função Pública, esse antro de criminosos.
          A dificuldade em resolver estes problemas está no facto de que não há abertura de concursos para a entrada de pessoal necessário ao bom funcionamento das escolas e não existe um sistema que torne célere a substituição de quem falta. De qualquer modo, a criação de um quadro deve ser feita de modo a prever contingências. Deslocar funcionários (docentes ou não) de um serviço para o outro é tapar de um lado e destapar do outro, para além de, pelos vistos, partir do princípio de que qualquer pessoa está apta a desempenhar qualquer função, o que não é verdade, independentemente de estarmos a referir-nos a pessoas com ou sem formação superior).
          Para que a sua ignorância ficasse ainda mais exposta, teve o azar de propor que a Fontes Pereira de Melo cedesse temporariamente funcionários. Em primeiro lugar, a falta de funcionários afecta a maioria das escolas do país; em segundo lugar, na Fontes Pereira de Melo, há instalações, como o bar e a biblioteca, que estão fechadas, por – adivinhe lá! – falta de funcionários. Eu sei, era simples: obrigava-se alguns professores a tomar conta dos alunos na biblioteca ou a servir no bar da escola. Não há trabalhos indignos e não se trata de haver parentes a cair na lama ou noutro lado qualquer: cada pessoa tem funções que lhe são atribuídas e tem um horário de trabalho. Cabe à tutela organizar e organizar-se e isso não se faz com remendos frequentes e cada vez maiores.

  2. Carla guimarães says:

    o mais engraçado em tudo isto e que a escola fechou duas tardes e mesmo assim não resolveram o problema agora são duas manhas. será que vau resolver o problema?

Trackbacks


  1. […] comentador Rui Lima, neste texto do João Paulo, expele a opinião típica de quem pensa que os problemas são para suportar e não para resolver. […]

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