O imbecil e a ameaça jihadista que paira sobre Portugal

Cimeira das Lajes

O novo director do SIS, Adélio Neiva da Cruz, alertou ontem o país para o facto de Portugal não estar fora do radar dos jihadistas. Assim de repente, vêm-me à memória um determinado imbecil que em 2003 trocou as funções de primeiro-ministro pelas de mordomo e trouxe para o nosso país um terrorista e dois dos seus bobis europeus para juntos planearem a invasão ilegítima de um estado soberano.

O que se seguiu não é novidade para ninguém: os países governados pelos bobis foram vítimas de dois brutais atentados terroristas, o primata norte-americano continuou a semear o terror enquanto açambarcava poços de petróleo, o país invadido tornou-se mais violento e completamente ingovernável e o mordomo, esse imbecil, ganhou-lhe o gosto e fugiu do país para servir outros aristocratas. Já Portugal foi poupado da violência fundamentalista, possivelmente porque nem os radicais islâmicos levaram a sério o papel do imbecil que colocou o nosso país no seu radar. Quem diria que o inútil do mordomo até poderia dar jeito? Ou será que ainda não chegou a nossa vez? É que estes gajos sabem ser pacientes…

Comments

  1. João Paz says:

    Alguém viu por aí as armas de destruição maciça? Ou o cretino das “luvas” dos submarinos (junto com o Portas) teve mesmo uma alucinação (ou crença errónea) tal como agora é moda do Passos?


  2. Esta é uma mancha negra na diplomacia portuguesa. O americano chamou os seus comissários (inglês e espanhol), reservou a gas station dos Açores e convidou o ilustre fugitivo para lhes servir copos de água e salgadinhos. Ainda me lembro da convicção com que o fugitivo afirmou a pés juntos que existiam armas de destruição maciça no Iraque. Coitado! Que insignificante! Mas, em Portugal, a insignificância compensa, pois ainda se arrisca a ser Presidente da nossa República.

  3. lisboa says:

    e ainda há jagunços que defendem esta quadrilha.

Trackbacks


  1. […] no sentido de reforçar o combate ao terrorismo (que por cá simplesmente não existe e, a existir, Durão Barroso seria com certeza o maior culpado: prendam-no) através de medidas que visam sobretudo amputar liberdades, abafar a crescente […]

Responder a lisboa Cancelar resposta