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Orçamento do Estado para 2016



JOÃO RELVAS/LUSA (http://bit.ly/1PcDInQ)

 

tínhamos visto os “riscos relevantes”, as opções “pouco prudentes” e “a incerteza relativa às consequências de médio prazo”.

E agora? Agora, temos um

com:

acção social (pp. 52, 110, 118, 127 e 131) e ação social (pp. 86, 88, 128, etc.);

direcção (pp. 56 e 188) e direção (por exemplo, p. 188);

protecção (pp. 125, 131, 161 e 171) e proteção (por exemplo, p. 131);

efectivas (pp. 31 e 34) e efetivas (por exemplo, p. 31);

efectiva (p. 103) e efetiva (por exemplo, p. 102);

carácter (pp. 73, 131 e 161) e caráter (por exemplo, pp. 79 e 143);

reafectação (p. 18) e afetar (por exemplo, p. 21);

activos (pp. 97 e 194) e ativos (por exemplo, p. 96);

excepto (p. 97) e exceção (por exemplo, p. 83);

projectos (p. 102) e projetos (por exemplo, p. 102);

colectivos (pp. 118, 127, 161 e 171) e coletivos (por exemplo, p. 171);

electricidade (p. 166) e elétricos (p. 167);

indirectos (por exemplo, p. 181) e indiretos (por exemplo, p. 76);

directos (por exemplo, p. 181) e diretos (por exemplo, p. 99);

electrónica (p. 187) e eletrónica (pp. 115 e 134);

facturas (p. 194) e faturação (p. 38).

Efectivamente, há mais.

Contudo, já chega.

Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.