25 de Abril visto pelos mais novos

abril
Assinalam-se amanhã 42 anos da revolução que nos restituiu muitos dos direitos básicos que os longos anos de fascismo nos tinham tirado e cerceado.

Se para os mais velhos esta data continua a merecer ser comemorada por tudo o que lhes está subjacente, para os mais novos, que sempre viveram com liberdade e tudo o que lhe está inerente, é só mais um dia lavrado na história.

Mas será mesmo assim?

É isso que gostávamos de saber. E por isso mesmo, o Aventar vai abrir as portas aos mais novos: crianças, jovens ou assim-assim, para que, em forma de texto, desenho ou áudio, digam o que para eles significa a data e todos os valores que o 25 de Abril nos restituiu.

Pedimos pois aos nossos leitores que nos façam chegar por aqui colaborações para, ao longo do dia irem sendo publicadas.

A iniciativa vai prolongar-se até ao dia 1 de Maio.

Comments

  1. Atento says:

    Vou tomar a liberdae de publicar um excerto de um livro sobre Salazar e a sua ditadura feroz contra o povo…(…)

    OS CAMISAS AZUIS E SALAZAR,

    “Em Fevereiro de 1932, um grupo de estudantes fascistas criou em Lisboa um jornal académico, A Revolução. Quase todo o grupo fundador pertencia ao sector estudantil do Integralismo Lusitano, movimento monárquico de direita radical, fundado nos anos 10, sob inspiração da Action Française. Meses mais tarde, o grupo decidiu convidar para seu director Francisco Rolão Preto, o membro da Junta Central do Integralismo Lusitano que se encontrava mais próximo do ideal fascista que todos professavam. Lançado no Verão desse ano, o Movimento Nacional-Sindicalista rapidamente se organizou à escala nacional, sob a chefia carismática de Rolão Preto.
    O Nacional-Sindicalismo, expressão do fascismo enquanto movimento em Portugal, foi um fenómeno político tardio. Fundado em 1932, em plena transição para um regime autoritário, representa o último combate de uma «família política» que desempenhou um papel importante no processo de crise e de derrube do liberalismo português, mas que foi secundarizada na edificação de uma alternativa ditatorial estável no início dos anos 30. Tão estável que a resolução desta crise acabaria por produzir uma das ditaduras de direita mais longa da Europa do século XX”!.

    de autoria do professor de António Costa Pinto

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