Queixa-crime contra o presidente da Câmara de Gaia


Entregarei amanhã, dia 30 de Setembro de 2016, nos órgãos judiciais competentes, uma queixa-crime contra Eduardo Vítor Rodrigues, actual presidente da Câmara Municipal de Gaia, professor da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e membro do Secretariado Nacional do Partido Socialista.

A 28 de Agosto de 2016, o presidente da Câmara de Gaia publicou nas redes sociais um texto da sua autoria com o título “Gollum ou o culambismo”, documento que ficará seguramente a marcar o seu percurso enquanto homem e cidadão mas, mais do que isso, a figurar entre as maiores abjecções morais produzidas por um alto responsável político em exercício de cargo público.

Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Câmara de Gaia, não só atacou publicamente, de modo ignóbil e criminoso, o destinatário do seu escrito e a respectiva família, como rebaixou ao nível do grotesco a dignidade exigida à actividade cívica e política, a respeitabilidade do municipalismo português, da democracia representativa e dos órgãos de poder do Estado, aviltando pelo caminho a honorabilidade do próprio Partido Socialista, de que é um destacado dirigente nacional.

O dano causado pelo actual presidente da Câmara de Gaia será objecto de competente avaliação criminal, ficando, de todo o modo, evidente que Eduardo Vítor Rodrigues não possui os atributos políticos, éticos e humanos, indispensáveis à liderança de uma das mais importantes autarquias do país e a sua presença em orgãos dirigentes do PS é uma mancha na história deste importante partido da democracia portuguesa.

Comments

  1. Não sou do PS says:

    Há culambistas no Aventar ?
    Quem se sente atacado e porquê ?

    Aqui vai o texto completo.

    ” Gollum ou o culambismo

    O lambe-cus corresponde a uma categoria social criada pelo grande Miguel Esteves Cardoso! Proponho-me ajudar a operacionalizar empiricamente essa sua reflexão. É uma categoria daquela gente que diz sempre amém com o chefe para lhe agradar, não por lealdade e solidariedade, esses sim, atos de honradez e de temperança, mas por mera instrumentalidade de quem abdica de dizer o que pensa em nome da vénia oportunista ao chefe. É o também conhecido culambismo.
    De tantas vénias que fazem, ficam com a espinha torcida, olham as pessoas de soslaio e desconfiam dos colegas. São os parasitas modernos, os sabonetes do banho, os falsos amigos das tristezas, género carpideiras, os emplastros dos momentos felizes, usurpando-os pela presença, mesmo sabendo que pouco ou nada valeram para que eles acontecessem.
    O culambismo sobrevive da ilusão. Julga-se Visconde, mas não o queremos nem no condomínio. Acha-se samurai, mas foge de qualquer disputa direta. Julga-se intelectual, mas deambula no incerto. Acha-se o arauto da ética, mas deixa um lastro de vícios e de equívocos. Julga-se uma sumidade, mas apenas depois de mendigar favores. Acha-se um ideal, mas não faz amigos sinceros. Julga-se e julga o mundo à sua volta, exceto o chefe, a quem opta sempre pelo ato lambão, pelo menos enquanto lhe convém.
    O lambe-cus tanto lambe o seu chefe como escraviza os súbditos, destratando-os porque se acha superior e porque sonha que eles o deviam lamber. É, portanto, um potencial ditador contra os mais fracos, enquanto se mostra sabujo com os mais fortes.
    Não tem coluna vertebral, adapta o carácter aos momentos, cospe no prato onde come, transformando o seu espaço social numa pocilga. Não se julga um porco, mas habitua-se facilmente à mixórdia e à partilha da porcaria. Acha-se um incompreendido pelos outros, porque estranha que nem todos sejam psicopatas (e não falo do insulto, mas da doença). Pensa muito, mas produz pouco, é preguiçoso e laxista. Acha-se um grande artista e aqui tem razão; o lambe-cus tem que ter uma arte muito grande para continuar na sua especialidade, sem tossir sequer.
    Não faz críticas nem dá sugestões. Primeiro, porque não sabe. Depois, porque tem sempre receio de melindrar. Prefere a facilidade de procurar a melhor hemorroida para se exercitar.
    O culambismo é uma vigarice intelectual e uma sacanice operacional. Pouco ou nada faz, não produz nem cria laços, mas suga os recursos dos outros, com os quais compra a pinga e a erva. Por onde passa, não deixa amigos nem raízes. E prolifera nas instituições, massajando o ego dos chefes que gostam disso. Não é solidário, não é fraterno, não é tolerante, não é amigo. É apenas um pedaço de gente mal formada e que ocupa lugares importantes por efeito de escolhas mal feitas (mea culpa!). Estraga equipas coesas, é intriguista e espia os colegas como delator profissional.
    Tão habituados ao culambismo, nunca atacam os chefes, mesmo os adversários. Atacam sempre o número 2 dos adversários, mostrando a coragem de um rato, e fazendo o frete de deixar o chefe fora das críticas. Afinal, para eles, chefe é chefe. São incapazes de atacar o número 1, porque no sangue lhes corre o veneno da sabujice aos chefes. Atacam o número 2, com a coragem de uma barata, branqueando as ações do número 1 e assim sendo coerente: lambe-cus aos chefes, sempre e em toda a parte.
    Mas o pior do lambe-cus é quando é descoberto. Quando se descobre que é um vigarista, um corrupto, às vezes só da mente, outras só dos negócios, outras de ambas.
    Nessa altura, por mim, rua com os lambe-cus, oportunistas e desleais consigo próprios e com a sua equipa. É esse o princípio da decência. Num país onde o dinheiro dos impostos paga o salário dos agentes públicos, os lambe-cus têm que ganhar a vida de outra forma, mas não com o dinheiro do povo. Os impostos pagam eleitos legítimos e funcionários competentes. É o que eu quero. Não podem pagar desleais massagistas de hemorroidas dos chefes.
    Mas, nessa altura, confrontados com a rua e sem solução alternativa, os lambe-cus transfiguram-se e tornam-se em cuspideiros (uma categoria social sucedânea do culambismo). Os cuspideiros desatam a cuspir para todo o lado, pensando que se livram da saliva conspurcada com que se alimentaram. Cospem contra a vida e sobretudo contra o chefe, que foi a sua vida. Não cospem veneno, porque não são cobras, apesar da falta de vértebras. São lagartixas cobardes e sem pudor. Tão criteriosos que põem as suas serventes a tratar das entregas finais, altivos de uma cobardia anedótica e presunçosos de uma superioridade moral e laboral que só descobrem depois de ser despedidos. Passam tempos calados, enquanto julgam que partilham uma gamela. Quando vão para a rua, tornam-se cuspideiros ativos, críticos ontológicos, revivalistas de decisões que nunca questionaram, mas que agora se tornaram erros graves. Como disse um dia um professor meu, se queres ter um inimigo, despede um incompetente sem carácter.
    E desatam a cuspir, sempre ao longe, como peritos emboscadeiros, mas com o hálito da saliva acumulada pela postura que tiveram.
    O pior dos lambe-cus é a sua eterna estrutura invertebrada, visível na sua vontade crítica acicatada apenas pelo facto de se tornarem descobertos e de serem excluídos. Passam a vomitar ataques pessoais, passam à mentira e à calúnia, sem perceber que geram o ridículo dos “seus” e o gozo oportunista dos “outros”. Como não tenho rabos de palha, não tenho medo. Respondo sempre às críticas, aceito-as sempre, mesmo quando não concordo com elas. Aos ataques pessoais e aos insultos, respondo quando tenho tempo e à minha maneira (desculpas a quem não gostar).
    Enquanto cospe raivosamente, deixa duas mensagens:
    – a mensagem da eternidade: um lambe-cus sê-lo-á hoje e para sempre e, por isso, ninguém o quer e quem o experimenta lastima ficar infetado dele para toda a vida.
    – a mensagem da dignidade: um lambe-cus mostra-se sem dignidade nem carácter e, por isso, torna-se indesejado em sítio arejados.
    Como eu não tenho problemas de ego, nem preciso de massagistas, abdico de ver o dinheiro público gasto com gentalha que não merece o salário que lhe pagam. E como sou eu a gerir, sou eu a optar. Se um dia precisar de massagens nas hemorroidas, pago do meu bolso, não pago com os impostos do povo. E como não tenho problemas de autoestima, corrijo os erros e abdico dessa benesse culambista, tão em moda no país.
    Preciso de quem trabalhe pelo Município, de forma competente, crítica e solidária, venha donde vier. Quem não o fizer, mesmo sendo Socialista, não tem lugar e vai para a rua. A Câmara não é o lugar dos boys, é um organismo público decisivo para a vida das pessoas. E, para isso, é preciso estar de pé e ser competente, não é preciso quem tome chá com garfo.
    O pior é que agora tenta voltar ao sítio donde veio e donde saiu por desinteresse momentâneo. Mas a fama começa a alastrar e só terá lugar junto de quem tenha problemas de ego ou de hemorroidas.

    PS: este texto é dedicado a um lambe-cus em concreto, que me provoca com ataques pessoais há várias semanas. Como eu temo que ele ache que o desprezo que eu lhe dei é sinal de fraqueza minha, resolvi burilar esta explicação rápida e direta. Até porque se trata de um ex-agente público, logo merecedor de público esclarecimento. Ele sabe quem é. Cobarde como é, nunca se me dirigiu diretamente, preferiu o ato à Sméagle de escrever na nuvem. Eu respondo assim e encerro o assunto. Mas para já não identifico a criatura. A coisa tem família, tem filhos e eles não têm que ler coisas más sobre o pai. Isso eu não faço, como ele fez comigo. Ele sabe, é o que me basta. Pode ser que depois disto resolva finalmente vir ter comigo.
    Ao contrário, o lambe-cus não se coibiu de me tentar amesquinhar várias vezes, com nome escrito e usando um blogue credível, mas que foi usado para vingança pessoal. Felizmente para mim, a minha filha tem orgulho nos anos de vida autárquica na freguesia, sempre não-profissional e sem mácula, tem orgulho no trabalho social que desenvolvi durante anos, tem orgulho na minha carreira Universitária, conseguida em concurso público (e não em nomeação) e com provas académicas públicas duras. Felizmente a minha filha tem orgulho no pai que, aos 42 anos chegou a presidente da Câmara de Gaia, graças a uma grande equipa e um grande projeto. Mas a minha filha também sabe que o pai se engana, como todos os humanos, como foi o caso numa nomeação. Se a minha filha tivesse dúvidas, podia abalar-se com as borratadas escritas por este pseudo-crítico, ressabiado por ter sido despedido por indecente e má figura e que tentou afirmar o culambismo, enquanto não lhe foi descoberta a metodologia.
    Qual a razão de criticar agora a propaganda, se era quem fazia os cartazes e os logotipos? Porque foi despedido.
    Qual a razão de criticar agora um ex-presidente de Junta, digno e honesto, o mesmo que lhe assinou a nomeação? Porque lhe assinei o despedimento.
    Qual a razão pela qual criticou uma medalha, várias semanas depois de ser atribuída? Porque foi, entretanto, mudado de gabinete para uma derradeira oportunidade, não gostou e resolveu vingar-se.
    Qual a razão pela qual não abdicou do lugar em nome da coerência ética, já que tinha tantas discordâncias fundamentais? Porque queria manter o tacho da nomeação, atacando o nomeador (uma espécie de ferra na mão que lhe dá carinho ou cospe no prato onde come).
    Quais as razões do despedimento? Deslealdade, falta de carácter, despudor, incompetência, tudo dissimulado de culambismo. Alguém imagina um Secretário de Estado atacar publicamente um Ministro e ficar tudo na mesma? Ou um assessor atacar um dirigente e nada acontecer? Claro que deveria ser o próprio, num assomo de honradez, a ser coerente e mostrar carácter, demitindo-se. Não sendo assim, ao fim de 15 dias de espera, sobrava-me o último reduto da dignidade. Só tenho direito legal a nomear 2 adjuntos para o meu gabinete, não quero ter 50% de traidores, de preguiçosos e de incompetentes.
    A isso junta-se uma razão que poderei anunciar logo que o segredo de justiça permita. Até lá, pode a fera atacar à vontade, sabendo que não terá mais resposta, mas que não perde pela demora.
    Se tudo isto não chegar, eu espero pela próxima Comissão Política Concelhia para abrir o livro, se o tratante aparecer. Aí desafio-o para um debate a dois, para dentro ou para fora do partido e onde desmascararei as facetas desta figura. Melhor do que escrevinhar umas atoardas, é assumir de viva voz as suas razões. É só aceitar e marcar dia e hora. Se nada disto for aceite, os seus textos de vómito de ódio contra mim denotam o que sempre foram: o suspiro do Gollum, a criatura de dupla personalidade que agia em função do anel, sozinho e apenas movido pela sua grotesca ganância. E eu ficarei para já calado, sem dar mais fio à estrela e a aturar de forma desprezível as atoardas cobardes de quem foge a ser confrontado com as suas próprias insuficiências. Até porque não tenho tempo para acompanhar as suas diatribes e, sinceramente, não me regozijo com isto. Mas menos me regozijo com silêncios, que podem ser entendidos como comprometedores, quando não o são. ”

    PS: Não sou do PS

  2. Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

    Para além de ver o modo rasteiro como o “poder” trata os que pensa esse mesmo “poder” serem os “inferiores”, preocupa-me de sobremaneira que esse senhor dito dirigente, autarca e político, seja PROFESSOR e use à tripa forra esse título.
    Li o texto e considero-o mais que abjecto. Mas transparece que ele sabe do que fala (culambismo) devendo ser, na matéria, um verdadeiro Professor.
    PROFESSOR era, na minha juventude um símbolo não de poder, mas de RESPEITO, palavra que esse senhor político autarca e dirigente, não conhece, tal como o seu significado.
    Da sua cátedra saiu uma lição de culambismo e uma lição de como um homem responsável não pode ser. Assistiu-se a uma prática inquisitorial, antidemocrática, soez e criminosa, sem dúvida.
    Esperemos para ver o que esta justiça faz. Mas esse senhor professor, doutor, autarca político e dirigente, não pertence seguramente ao mundo da educação nem da democracia.
    Demonstrou ser politica e socialmente irresponsável.
    E termino: o grave é que é Professor ou pelo menos, intitula-se como tal.

  3. Ana A. says:

    O post e o texto do presidente/prof. fez-me retroceder ao tempo dos duelos.
    Retirado da wikipédia:
    “O último duelo realizado em Portugal ocorreu no dia 27 de dezembro de 1925 e fez capa no Diário de Noticias. No Jockey Club do Campo Grande, confrontaram-se António Beja da Silva, um republicano, vice-presidente da Câmara de Lisboa, e António Centeno, um monarquico diretor das Companhias Reunidas de Gás e Eletricidade, acusado de não cumprir um acordo sobre a subida do preço do gás e do aluguer dos contadores. Beja da Silva acabou por perder o duelo e faleceu por síncope cardíaca.”

    Actualmente com a blogosfera, isto é outra “limpeza”!

  4. José Peralta says:

    http://www.insonias.pt/marco-antonio-costa-e-os-equivocos-da-atribuicao-de-uma-medalha/#more-4308

    Não sou gaiense, não sou do PS e muito menos do PSD ou CDS, e mantenho-me equidistante das opiniões de Paulo Vieira da Silva, cuja prática de alegados actos censórios aqui no Aventar, não deixo de condenar !

    Este preâmbulo serve-me para dizer que não posso negar a coragem das graves denúncias contra o presidente socialista da Câmara de Gaia feitas por P.V.da Silva, que me parecem ligar-se com outras do mesmo teor por parte de Bruno Santos, que agora anuncia a apresentação da sua queixa crime.

    • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

      Tal como o caro José Peralta, não sou do PS e muito menos do CDS ou PSD.
      Reajo à alusão a Paulo Vieira da Silva, o Censor do Aventar.
      E reajo porque não considero as opiniões de Paulo Vieira da Silva íntegras, depois de saber o que ele fez às opiniões (educadas) de quem não pensa como ele.
      Não falo de cor, pois fui um dos censurados.
      Há aqui uma questão de credibilidade e a que me merece Paulo Vieira da Silva, o Censor, não é muito diferente da que me merece o Presidente da Câmara, o Inquisidor.
      E não vai ser por PVS pensar como eu nalgumas matérias que merecerá qualquer consideração da minha parte. Será apenas uma coincidência e os acontecimentos aleatórios, em termos de probabilidades, são exactamente isso. Simplesmente, aleatórios.

      • José Peralta says:

        Caro Ernesto Martins Vaz Ribeiro

        A minha opinião sobre P. V. da Silva, tem como condicionante, como certamente reparou, os actos censórios a que me refiro, e que são, justamente, os de que foi alvo e relatou em comentário anterior !

        Quanto às graves denúncias, são sempre graves denúncias a exigirem investigação ! Mesmo que tenham sido tornadas públicas por ele !

        Porque, que eu saiba, tanto gente do PSD como do PS de Gaia, sobre as práticas “culambistas” e insultuosas do presidente da Câmara, estão num silêncio comprometido e ensurdecedor !

        • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

          Tem toda a razão no seu comentário. Mas eu chamei apenas e só atenção para algo que me é muito querido: credibilidade.
          E, para mim, independentemente do que narra, PVS não pode ser uma pessoa credível.

  5. Paulo Vieira da Silva says:

    Meus caros,

    No Aventar fui alvo das maiores campanhas difamatórias que foram testemunhadas por vários autores do Aventar, bem como pelos leitores.

    Eu não sou homem de fugir. Sempre assumi que apaguei comentários vários não pela razão invocada mas porque entendi que os mesmos ultrapassavam os limites da razoabilidade. A campanha insultuosa e mentirosa no Aventar contra a minha pessoa ultrapassou todos os limites. Fi-lo e voltaria a fazê-lo. O que para alguns é censura para mim é decência. Se algumas pessoas estão habituadas a viver ” na lama ” da política, eu não estou.

    Desculpem mas o Paulo Vieira da Silva só pode mesmo ser uma pessoa muito importante tanta a persistência em algumas pessoas em falar dele.

    Porém começo a vislumbrar que por trás disto pode estar uma campanha persecutória que atenta a minha credibilidade e o meu bom nome que se persistir, com a colaboração do Aventar, permitindo este tipo de comentários e outros que estão registados, terá, infelizmente, que ser tratada nos órgãos judiciais competentes.

    Aliás esta campanha já está a extravasar o espaço do Aventar aparecendo numa página anónima que visa fazer a defesa do actual Presidente da Câmara de Gaia e atacar ” ad hominen ” a minha pessoa, conforme o link abaixo, em que parece notória a fuga de informação do interior do Aventar. Longe de imaginar que o Aventar poderia servir de arma cobarde de arremesso político podendo estar ao serviço de alguns interesses menos claros, como deixam transparecer alguns posts da referida página que tem carácter anónimo mas objectivos muito claros. Estou certo que se existe algum autor a fazer fuga de informação a administração do Aventar saberá tomar as suas medidas perante a gravidade de tais factos.

    https://m.facebook.com/Gaia-Reposta-a-Verdade-295201534191666/

    Aceitem os meus cordiais cumprimentos.

    Paulo Vieira da Silva

    • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

      Sr. Paulo Vieira da Silva:
      Pois massaje o seu ego da forma que quiser e chame para si toda a importância que entender.
      No que me toca, reafirmo que o Sr. Paulo Vieira da Silva é alguém que convive mal com opiniões contrárias às suas e que se esconde atrás da capa do insulto (no meu caso, mentindo), para exercer uma actividade de censura. Já aqui, nestas páginas o desafiei a publicar as minhas opiniões que censurou miseravelmente, acusando-as de insultuosas.
      E o grave é que publiquei exactamente o mesmo texto num outro artigo seu com o mesmo assunto (instado por mim e por outros, o Sr. alegou que tinha havido um erro informático e por isso tinha desaparecido) e logo a seguir o Sr. voltou a censurar, alegando desta vez o insulto.
      O seu problema é uma evidente falta de consistência democrática, uma má convivência com a crítica e um nítido desejo de “aparecer”.
      E é aqui que reside a sua importância, Sr. Paulo Vieira da Silva. Pertence a uma espécie que num regime democrático urge denunciar.
      E em termos da sua importância, quedo-me por aqui.
      A credibilidade constrói-se, caro Senhor e o primeiro acto visível, é o respeito pelos outros e pela sua opinião.

  6. Paulo Vieira da Silva says:

    Caro Ernesto Ribeiro,

    Sempre que o meu nome aparece em qualquer noticia ou noutra qualquer circunstância aparece o senhor com esta sua ” lenga-lenga ” que os leitores do Aventar já não devem suportar.

    Os textos são meus, por isso, o critério que define se os comentários que cumprem os padrões da urbanidade e da boa educação sou eu.

    Muitos milhares de pessoas comentam quotidiamente os meus textos nos mais diversos locais onde escrevo e só aparecem, curiosamente aqui no Aventar, duas ou três pessoas a levantar esta questão. Não será estranho? Parece que vive obcecado com a minha pessoa. Nao sofrerá de qualquer perturbação?

    Afirma, por diversas vezes, que eu apenas pretendo protagonismo. Então se esse é o meu objectivo porque ainda alimenta o meu protagonismo com os seus comentários?

    Não restam dúvidas que me move uma perseguição pessoal.

    Lamento apenas que não repudie e critique o aparecimento de uma página anónima e covarde a fazer ataques ” ad hominen ” à minha pessoa envolvendo em alguns casos o nome do Aventar.

    Ah, desculpe, esqueci-me que a página tem como alvo principal a minha pessoa. Por isso é uma pagina cheia de virtudes!

    Cumprimentos.

  7. Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

    Sr. Paulo Vieira da Silva:
    Se o Sr. ler o que lhe escrevi uma vez – sempre com a máxima educação, ao contrário do que pretende – e que o Senhor censurou, compreenderá que quando se cruzar comigo no Aventar não deixarei de dizer o que penso sobre as sua actuação de censor e mentiroso.
    O Senhor é mentiroso, pois acusa-me de ter sido mal educado consigo, coisa que nunca fui. Nem consigo nem com ninguém.
    O Senhor usa esse estratagema para se vitimizar, um esquema a que se liga a falta de responsabilidade.
    Não é preciso ser muito inteligente para perceber que eu nutro por um tal Paulo Vieira da Silva, que aparece pelo Aventar, um sentimento de profunda revolta que se aplica a quem é censor e mentiroso. Se percebeu isto, percebeu muito bem.
    Fique tranquilo no que toca a eventuais perturbações da minha pessoa. De resto, esse seu comentário despropositado e arrogante, está verdadeiramente ao seu nível.
    Cruzo-me consigo no Facebook e não verá nunca um comentário meu. Aqui, fui maltratado pela sua pessoa e uso um direito – o meu direito de defesa – para o contestar, independentemente dos leitores do Aventar gostarem ou não gostarem do que escrevo. Escrevo para denunciar os seus actos pouco democráticos. E por isso, não alimento o seu protagonismo como pretende. Antes, denuncio a sua prepotência.
    Chamar à minha atitude perseguição ou assobio, para mim é a mesma coisa.
    O triste é que depois de tantas que fez por estas páginas, o Senhor ainda não percebeu porque é que não gostam de si.

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