Entrevista da TVI a António Costa


Na entrevista da TVI ao Primeiro-Ministro António Costa, nem uma pergunta sobre Cultura. Nem uma sobre a Educação ou a Língua, ou a Diáspora, ou o Mar, ou as Árvores, ou o Campo.
Nada.

Só quiseram saber das taxas.

Comments

  1. Rui Naldinho says:

    “Nem uma sobre a Educação ou a Língua, ou a Diáspora, ou o Mar, ou as Árvores, ou o Campo.”

    Só vi bocados da entrevista, apesar de a ter gravado.
    Mas em face do seu comentário, Bruno Santos, nada me admira.
    Isso só demonstra a qualidade do nosso jornalismo, muito mais vocacionado para a intriga política.
    O importante era saber se Mariana Mortágua tinha sido a parturiente da criança da sobretaxa do IMI >600 mil euros, ou se aquilo era filho de pai incógnito? Ou quem tinha sido o proscrito que se esqueceu de distribuir dez euros mensais às reformas mais baixas não contributivas? Talvez mesmo, se o secretário de estado Richa Andrade não era filho ou um sósia de Vasco Santana?
    Se é verdade que a maior parte dos Tugas estão muito mais preocupados com as suas parcas economias, haveria todo o interesse em saber se os números do Orçamento já permitiam alguma margem financeira para a Cultura? Se o governo está a pensar mandar o AO às malvas ponderando por esta cambada a aprender e escrever Português e não “Brasileirês”?

  2. Diz-se entrevista “da TVI ao Costa” ou “do Costa à TVI”?! https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/entrevista-acomsobre/3806

  3. Bruno Santos says:
    • Rui Naldinho says:

      Pacheco Pereira ( hoje dia 22 no Público)
      “Com excepção mais que meritória da TVI, e da Lusa e de uma forte presença na Rede, apesar de a exposição se realizar no local onde estão sediados vários órgãos de informação (incluindo o PÚBLICO) e vários deles se terem deslocado ao local da sua inauguração apenas para colherem com grande aparato declarações de Rui Moreira sobre uma provocação menor de Passos Coelho, retirando-se depois, fazendo de conta que não viram nada do que se passava à sua volta, pouca foi a atenção que os media dedicaram ao acontecimento. Escrevo isto porque me reconhecerão algum conhecimento do que é o interesse jornalístico e editorial e é impossível defender que o que se passou não tinha interesse jornalístico, tendo por isso visto, com ironia, o principal jornal do Porto, no dia seguinte, a dedicar uma página a uma operação aos seios de uma minivedeta.”

      https://www.publico.pt/politica/noticia/ignorar-uma-outra-forma-de-esquecer-a-propositoi-das-lutas-estudantis-no-porto-1748364

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