O radicalismo do amor


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contra o radicalismo dos populismos, é a receita de Assunção Cristas, hoje, no Público. Um artigo tocante.

 

Comments

  1. Konigvs says:

    Ah que pena não poder ler. O homem-dos-contraplacados só me deixa ler três artigos por mês!
    O vestido faz-me da música da Dina… que curiosamente também fez o hino do CDS!

  2. O amor anda por aí à solta em cada esquina. Esta querida da Cristas muito bem instruída pelo maquiavélico Portas, sabe-a toda. Até aqui, fez parte de um governo que só espalhou o terror, a miséria e a desordem sobretudo entre os mais frágeis da sociedade, os idosos, os doentes e os desempregados. Chegou a hora da metamorfose. Uma velha estratégia a que o CDS nos habituou. Toca a vestir o fato-macaco e ir de feira em feira à cata dos incautos. Depois de ter flagelado os portugueses o partido da lavoira, dos contribuintes, dos reformados dos pensionistas e sobretudo dos incautos, está de volta.

  3. anti-pafioso diabrete . says:

    Tão querida que ela é . O amor na agricultura foi tanto que se esqueceu da miséria que provocou aos pobres dos agricultores e dos pescadores . Porque os grandes latifúndios estão-lhe muito gratos . .

  4. martinhopm says:

    Boquinha gulosa que só destila amor…Ou será como cantava o poeta: «Apetece como um barco./Tem qualquer coisa de gomo./Meu Deus, quando é que eu embarco?/Ó fome, quando é que eu como?»

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