É “Proíbido” correr no Colégio de Gaia

Se não resultar, há sempre a Ritalina. Ou o dicionário.

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Comments


  1. Gosto deste tipo de coisas compactas: vários erros por parágrafo. Gosto bastante…

  2. Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

    Nunca a língua portuguesa levou tanto pontapé como agora.
    Até a língua foi tomada pelo neoliberalismo que é mesmo que dizer, vale tudo.
    Deveria ser proibido (e não proíbido) tanta asneira à solta, sobretudo num estabelecimento de ensino.
    A recomendação do “quer chova, quer faça sol”, é deliciosa…
    E considerando que esta notícia passou pelas mãos de várias pessoas antes de ser afixada, demonstra bem o nível a que se chegou.

    • martinhopm says:

      Nível de sarjeta? Privado? Católico? Está tudo dito.

    • Rafael Madureira says:

      Concordo. Triste língua portuguesa…
      Quanto às regras, não são propriamente incorrectas. As correrias podem ser um questão de segurança ou, mesmo de ambiente. O resto, quem quiser mostrar os seus atributos ou dotes, que o faça em locais convenientes. Talvez, mesmo, o padreco queira usufruir dos mesmos em exclusivo; pelo menos, não se livros da fama (e do facto) de “comer” metade das freguesas, mas, ao menos, fa-lo em privado… Mas concordo com as normas.


      • Mais um que foi sexualmente molestado pelo padre da paróquia. Deve falar com conhecimento de causa.

  3. Balha-me a Santa... says:

    E o expressamente ?

    Se é proibido, está proibido.

  4. Dulce Cruz says:

    Medonho. Eu quero um Colégio onde os meus filhos corram à vontade. Confunde-se zelo com tirania. No meio disto tudo o que menos me espanta é os erros ortográficos. Deviam era pôr essa gente toda a correr deste país!


  5. Não percebo de que é que se queixam. Afinal de contas, ainda sobra lugar para correr em noites em que não chova e em dias nublados.

  6. Fernando Antunes says:

    Duas ou três frases e é só calinadas. Também gosto do “Correr, sem perceber os riscos que se corre…”
    Ainda bem que os meninos sairão destes colégios com boas notas e bonitas t-shirts amarelas para compensar (e perpetuar) quaisquer “proíbições” ou outras iliteracias.

  7. martinhopm says:

    E eu a pensar que Gaia era só a questão da medalha de mérito municipal, grau ouro, outorgada pelo actual presidente da câmara , Exmº. e ilustríssimo Prof. Dr. Eduardo Vítor Rodrigues (PS), ao nosso bem conhecido Marco António Costa, mais conhecido por Big Mac (PSD). E temos também agora a auditoria pedida à IPSS onde trabalha o cônjuge do Vítor Rodrigues. (para uma informação mais pormenorizada, pode consultar-se o jornal ‘Público’ de hoje, 06 de Janeiro de 2017)

  8. Joao says:

    Fiz a primária neste colégio há mais de quarenta anos. O medo e pavor de ser chamado ao Sr padre Leão ou ao Pinto de Sousa afinal é agora substituído pelo medo ao padre António Barbosa..
    Réstias de um sistema do tempo do totalitarismo e ditadura que a nossa sociedade ainda permite! Pobre povo que não abre os olhos e defenda os seus direitos! Tenho vergonha de ter sido aluno desse colégio.

    • Rafael Madureira says:

      Esse “totalitarismo e ditadura” são os estigmas criados pela nossa imprensa e pelo actual regime… Quanto às correrias, sabemos, podem ser perigosas… De resto, que direito é esse, de exibir os atributos físicos e os “dotes” pessoais, em público, a miúdos que dificilmente terão direito a usufruir desses dotes? Para isso existem locais apropriados, bares,, discotecas, a noite da Baixa, não propriamente um Colégio…

  9. Rafael Madureira says:

    Essa das notas, é pura inveja. Para que saiba, nesse Colégio só entram os melhores, vindos das escolas públicas… Porque não podem manter as notas? Aliás, se não mantiverem as notas, são, simplesmente, convidados a sair, a abandonar, o Colégio.
    Os seus filhos, teriam notas para entrar?

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