O nome e a coisa nomeada


Partido Trabalhista da Holanda. Um Punho na Rosa. Um homem sério. Trabalhador. Isto, sim.

Comments

  1. Paulo Só says:

    Como dizia a grande jornalista francesa Françoise Giroud, “não se metralha uma ambulância.” Mas é óbvio que o principal facto das eleições holandesas é o esmagamento dos sociais-democratas, aliados à direita no governo. Aliados às políticas de austeridade.
    Mas é mais que isso, é o fim da esquerda trabalhista, de uma certa cultura do trabalho. É um sinal a mais da precarização do trabalho. Possivelmente parte dos eleitores foram para os verdes. Talvez isso possa inspirar o Schultz a procurar uma aliança à esquerda e não com a CDU/CSU, e enterrar de vez com essa política de austeridade que está a acabar com a UE. O Antonio Costa deve estar a rir à gargalhada.

  2. Rui Naldinho says:

    Os Tabalhistas foram os grandes derrotados das legislativas, na Holanda. O partido terá passado, dos atuais 36 deputados para apenas 9 deputados. Mesmo num país com um eleitorado muito fragmentado, pior deve ser difícil. Perderam 3/4 dos seus membros no parlamento. A isto é que se chama uma PASOKização.
    Imaginem em Portugal, acontecer isso ao PS ou ao PSD.
    É que o PvdA não é um partido qualquer. Era o segundo maior partido da Holanda. E no passado já foi o maior partido, com a chefia do governo por diversas vezes, a última das quais, entre 1994 e 2002, com Wim Kok a primeiro ministro.

  3. Fernando Manuel Rodrigues says:

    O PvdA colheu os frutos da aliança que fez com a direita. Seria o que iria acontecer ao PS se tivesse feito o que muitos queriam – uma aliança do chamado “centrão”. Os partidos socilaistas europeus devem reflectir, e perceber de uma vez por todas que as políticas da chamada “terceira via” e as alianças com a direita que estiveram na base da sua estratégia a partir dos anos noventa vão acabar por conduzir à sua completa extinção. SE quiserem continuar a ser relevantes, têm de se reinventar, e alterar as suas políticas. Em minha opinião, o que o PS está a fazer em Portugal é o caminho certo.

  4. ZE LOPES says:

    Trabalhador, pois! Nada de mulheres e copos! Ainda se fosse cannabis e…homens…e só ao fim de semana…
    Um gajo destes só pode ser ministro num país…baixo…

  5. ZE LOPES says:

    Ah! Descobri agora! Isto de os “gajos do Sul” gastarem o dinheiro em mulheres e copos, é a hipótese da tese de mestrado de Diesselblom! Aquela que ele já fez, mas teve de retirar do currículo!

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