Peta


Se Dijsselbloem tivesse sido visto a maltratar um cão já não seria presidente do Eurogrupo.

Comments

  1. Konigvs says:

    Mas tinha mesmo de ser um cão, porque se por exemplo, se tivesse deixado fotografar-se depois de ter morto um elefante também era igual ao litro. Hoje há animais com mais direitos que as pessoas, mas também depende dos animais.

  2. Rui Naldinho says:

    A sua “Peta” pode parecer aquilo que se calhar até nem é!
     
    Eu não me admiraria nada que, se aquilo que o Bruno escreveu, acontecesse, ele não estivesse em maus lençóis!
    Pelo menos, que o “animal” fosse enxovalhado pelos seus compatriotas, por tratar mal um cão, que é de facto um animal fiel, de estimação, de companhia e de guarda. Nem aquela carinha de violinista sonso, qual solista de um André Rieu qualquer, o safava!
    No ano passado foi notícia em vários  jornais, que a Holanda tinha sido o primeiro país do mundo a acabar com os cães abandonados. E fê-lo através de um conjunto de medidas a começar pela fiscalidade, que veio agravar a importação de raças puras do estrangeiro, e promovendo uma politica de adoção de cães e gatos abandonados. Hoje não há animais abandonados na Holanda. Com a exceção de animais com doenças graves, nenhum animal foi abatido.
    Tenho uma pessoa conhecida, que trabalhou como jurista durante vários anos no Tribunal Internacional de Justiça (CIJ), em Haia. A Senhora tinha um cão de água, e tratava-o com muito cuidado. Ela contava-me em tempos, que nas cidades holandesas não faltam parques relvados e arborizados, com pequenos lagos e charcos de água, para os animais passearem com os seus donos, e chafurdarem na água se fosse caso disso.

    Quanto a Dijsselbloem, o seu afastamento até  seria mais fácil de resolver, se houvesse vontade politica para o fazer, e não andassem todos armados em virgens ofendidas, mas nos bastidores, cada um a tratar dos seus assuntos per si. É nestas alturas que se percebe como a Comissão Europeia é uma manta de retalhos, onde mandam os alemães e os outros abaixam a bolinha.
    Coloquemos as coisas neste ponto:
    O importante era termos no parlamento europeu dois ou três deputados do tal SUL, com tomates, meios apanhados do clima, estilo José Manuel Coelho, e a pretexto de um qualquer debate, com a presença de Jean Claude Juncker no parlamento, de uma forma quase que despropositada, chamarem-lhe bêbado e alcoólico (a Juncker). 
    O homem sentir-se-ia ofendido com certeza. E com razão. A sua tropa saltaria para a ribalta a pedir justificações e defesa da sua honra, Sua Excelência o Presidente da Comissão!
    Nessa altura, os dois ou três deputados, um de Portugal, um de Espanha e um de Itália, por exemplo, perguntar-lhe-iam se ele estava assim tão ofendido, o que seria dos povos do Sul da Europa, quando o Senhor Djsilboem os insultou?
    E o que tinha feito ele, perante tais insultos? Quais as providencias tomadas pelo Eurogrupo?
    Garantindo-lhes, a ele Juncker, a Schaüble e Companhia, que se Djsilboem não fosse afastado das funções, eles voltariam à carga!
    O Eurogrupo não teria outra alternativa, senão despachar este senhor, mesmo que metesse depois lá um igual, e do PPE.
    Aos cães devemos trata-los com carinho pois estão dispostos a dar a vida pelo seu dono. Às “bestas” devemos tratá-las como tal

    • Ana A. says:

      Concordo com o comentário!
      E chamar aqui a PETA é falta de sensibilidade, pois os animais são maltratados por quem deveriam ser protegidos: o Homem. E precisamente, porque o Homem tem ferramentas naturais para se defender entre pares, assim o queira, é que mandatamos alguns para nos representarem na selva humana. E já agora, não era preciso o José Manuel Coelho, o Rui Naldinho, p. ex., faria um bom trabalho!

      • Rui Naldinho says:

        Não tenha dúvidas que fazia.
        Combinava com um deputado europeu, italiano, pregarmos uma partida ao Juncker, depois do almoço, com aquela malta toda no Parlamento.
        Levávamos três garrafas de GIN do melhor. Ele consome Gin à fartazana.
        Como sabe as grandes marcas de bebidas alcoólicas têm embalagens personalizadas. É um pouco como os perfumes. Muitas delas, marcas de GIN, Whisky, Licores, etc, distinguem-se ao longe só pela embalagem.
        Quando me deixassem falar, tomava a palavra, e virado para ele, Juncker, perguntava-lhe:
        – Excelentíssimo Presidente da Comissão V. Ex.ª sabe o que está escrito no rótulo desta garrafa?
        E ele teria duas possíveis de responder. Ou sabia ou Não!
        Se ele dissesse que sim, provavelmente dir-me-ia logo a marca, por exemplo “BULLDOG”, quanto mais não fosse por conhecer o recorte da garrafa. Aí sacava outra garrafa, de outra marca, e colocava a mesma pergunta. Ele provavelmente responderia “Martin Millers”. A seguir outra garrafa, e ele já chateado questionava-me:
        – Mas acha-me especialista em GIN’s?
        Aí eu respondia-lhe:
        – Sr. Presidente, V. Ex.ª da fama não se livra. Não me diga que desconhece que muitos dos seus pares o acham um homem recorrentemente ébrio! Ou vai dizer-me que nunca ouviu falar disso?

  3. Rui Naldinho says:

    Se há coisa que me preocupa pouco são os likes! Sejam eles positivos ou negativos. O que interessa é sermos lidos, e contraditados uns pelos outros, quando for caso disso. Esse é o verdadeiro valor do Blogue.
    Mas, ultimamente anda ai um engraçadinho a colocar o dedinho para baixo em tudo o que é comentário, mesmo que nele não esteja contida nenhuma opinião especifica sobre o assunto em título.
    Só reparei agora, porque vi alguns comentários que são esclarecimentos dos autores dos textos aos seus leitores, ou seja, questões que poderiam considerar-se técnicas, ou de pormenor, e o artista acha mal essa explicação.
    Será que o gajo também bebe leite Holandês?

  4. Ana Moreno says:

    Post e comentários são sinais destes tempos em que extremizar e polemizar é o que dá leitores e votos.
    A realidade é suficientemente grave para que seja preciso carregar-lhe mais para dar efeito. Mas dá mais gozo, não é?

  5. Rui Mateus says:

    Percebi que o senhor do Eurogrupo gosta mais de cães do que os animais racionais do sul…já há uns bons anos no século passado, um tipo alemão também gostava mais do seu pastor alemão do que certas “raças” humanas. Pois é um fartar vilanagem!

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