Vacinas: direito à segurança e à informação


A comunicação social, tal como as próprias instituições do Estado, entre as quais o Ministério da Saúde e a DGS, têm prestado um mau serviço ao país e à sua população na polémica questão das Vacinas. Através da manipulação de factos, ocultação da verdade e sonegação de informação vital ao esclarecimento de todos, foram lançados a confusão e o medo na opinião pública, com o propósito de iniciar uma discussão sobre a obrigatoriedade compulsória das vacinas e facilitar a sua implementação. Não é a primeira vez que tal acontece, estando ainda na memória de muitos o gigantesco logro que foi a falsa epidemia de Gripe A, uma campanha inventada que custou milhões de euros ao país, em vacinas que ninguém tomou.

Robert de Niro

Uma das falsidades em que se apoia esta campanha de desinformação e chantagem, que começou com outra falsa “epidemia” de sarampo, é a acusação feita aos pais das crianças que, por motivos diversos, optam por não vacinar os seus filhos, e que são tratados, pelas instituições do Estado e pela comunicação social, como criminosos e delinquentes comuns. Porém, a verdade é que a maioria desses pais não tem uma posição de princípio contra as vacinas, mas exige que se cumpra o seu direito à informação e que se esclareçam com total transparência as questões de segurança que às vacinas estão associadas. Ora, esse esclarecimento nunca foi prestado, antes pelo contrário. Há uma permanente ocultação, manipulação e falsificação de informações relativas às vacinas, a sua composição química, o seu grau de segurança, os seus riscos e efeitos adversos a curto, médio e longo prazo. A título de exemplo, atente-se na informação prestada pelo jornal Expresso sobre os efeitos adversos da vacinação. Afirma o jornal que, em casos muito raros, esses efeitos podem ser graves, chegando mesmo a causar a morte, mas que nisso as vacinas não são diferentes de uma Aspirina. Se o leitor se der ao trabalho de consultar a bula da Aspirina, verificará que em nenhum lugar se afirma que o seu consumo pode ser mortal ou causar danos permanentes. Independentemente disso, comparar um composto bioquímico que contém agentes patogénicos vivos, além de excipientes potencialmente nocivos, e que se destina a ser inoculado em recém-nascidos através de uma técnica médica invasiva, com uma Aspirina que se toma para a dor de cabeça, é procurar, intencionalmente, manipular e distorcer a verdade científica e enganar, premeditadamente, a população. Outra informação relevante sobre este assunto e que tem sido premeditadamente silenciada, é a posição pública tomada pelo Prémio Nobel da Medicina, Luc Montagnier, segundo o qual “existe uma correlação temporal entre certas vacinas e o autismo, e outras doenças graves.

Luc Montagnier – Prémio Nobel da Medicina

Essa correlação temporal não significa, forçosamente, causa, pois penso que não é a vacinação que causa o autismo, mas pode favorecer o seu crescimento, a sua manifestação, e isso tem que ser levado em conta.” A verdade é que as estatísticas oficiais dão nota de uma verdadeira, essa sim, epidemia de autismo, em vários países do mundo, não estando também ainda devidamente esclarecida a relação entre as vacinas e uma outra epidemia silenciada, que em Portugal tem uma expressão crescente e brutal: o Transtorno da Hiperactividade e do Défice de Atenção. Só no ano de 2014, segundo números do INFARMED, foram gastos pelos portugueses cerca de 8 milhões de euros em medicação para o seu tratamento.

Jim Carrey

O Consentimento Informado, segundo a Entidade Reguladora da Saúde, “é a autorização esclarecida prestada pelo utente antes da submissão a determinado acto médico, qualquer acto integrado na prestação de cuidados de saúde, participação em investigação ou ensaio clínico. Esta autorização pressupõe uma explicação e respetiva compreensão quanto ao que se pretende fazer, o modo de actuar, razão e resultado esperado da intervenção consentida.

Em regra, qualquer intervenção no domínio da saúde apenas pode ter lugar após prestação do consentimento livre e esclarecido pelo destinatário da mesma. Ou seja, o utente deve receber previamente a informação adequada quanto ao objetivo, natureza da intervenção, consequências, riscos e alternativas.”

Em face das dúvidas levantadas pelos cidadãos, no exercício legítimo dos seus direitos constitucionais, o Ministério da Saúde já deveria ter disponibilizado informação detalhada, como é seu dever, sobre todas as vacinas do plano nacional de vacinação. Nomeadamente:

  • Necessidade comprovada da Vacinação
  • Fabricante da Vacina
  • Método de selecção do Fabricante
  • Custo para o Estado
  • Testes clínicos realizados para aprovação da Vacina
  • Composição bioquímica da Vacina (incluindo excipientes)
  • Efeitos Adversos (incluindo danos permanentes e morte)
  • Responsabilidade civil por eventuais danos causados pela vacinação

Robert F. Kennedy, Jr.

Em vez disto, assiste-se a uma campanha agressiva e persecutória, cheia de factos truncados, chantagens e manipulações, que visa instalar o medo entre a população, preparando o terreno emocional para a obrigatoriedade e a imposição das vacinas. Dessa campanha faz parte agora um vídeo divulgado pelo jornal Expresso, cheio de informações duvidosas, tendenciosas e até mesmo falsas. A saber:

  1. O Expresso afirma que o movimento “anti-vacinas” – que é, na verdade, um movimento pelo direito à informação sobre os verdadeiros riscos das vacinas – nasceu com um “estudo fraudulento publicado em 1988, que associava as vacinas ao autismo”. Ora, isto é totalmente falso. As acções cívicas de contestação aos planos de vacinação existem, pelo menos, desde o século XIX. Já nos anos 70 do século XX, em Portugal, surgiram vários artigos em diversas publicações, nomeadamente a Revista Natura, contestando a segurança e até a utilidade da vacinação. A resistência às vacinas e a desconfiança que lhe dá origem, não é, como se quer fazer crer, uma “moda” new age, nem um mito urbano. É um movimento com raízes históricas e total legitimidade cívica e científica.
  2. O Expresso afirma, para tentar desacreditar os movimentos cívicos que colocam em dúvida a segurança de algumas vacinas, que as principais figuras públicas do “movimento anti-vacinas”, são Donald Trump, Sara Palin (Tea Party) e Jenny Maccarthy. É falso. Nos Estados Unidos, são várias as figuras públicas que se associaram ao movimento da sociedade civil que pretende um maior esclarecimento sobre a segurança das vacinas, figuras essas entre as quais se encontram Robert F. Kennedy Jr., Robert de Niro, Jim Carrey, Rob Schneider, Juliette Lewis, Bill Maher, Billy Corgan, Aidan Quinn, entre outros. Algumas destas personalidades têm filhos autistas, doença que contraíram após a vacinação com a MMR, a vacina tríplice viral contra o Sarampo, Papeira e Rubéola. Aqui reside, aliás, uma outra manipulação da verdade que tem sido feita pela comunicação social e até por agentes públicos. O investigador acusado de fraude em 1988, o médico Andrew Wakefield, nunca foi um “activista anti-vacinas”, tendo na verdade afirmado que o problema poderia residir na vacina tríplice viral, que causou, e causa, problemas gravíssimos – tendo sido retirada do mercado no Canadá e no Brasil –  e que a vacina do Sarampo deveria ser individualizada. Nenhum estudo científico provou que Andrew Wakefield estava errado e, antes pelo contrário, o seu estudo foi replicado e confirmado em cinco países. A acusação de fraude não resulta da análise científica realizada por investigadores independentes, mas da reportagem de um jornalista inglês entretanto, ele próprio, acusado de fraude.
  3. O Expresso afirma que “23 anos depois, voltou-se a morrer de Sarampo em Portugal”, mantendo uma narrativa distorcida sobre factos ocorridos recentemente com uma jovem cidadã portuguesa e cujos contornos não são totalmente conhecidos. O jornal Expresso finge não saber que morrem, em média, 12 pessoas por dia nos Hospitais portugueses, vítimas de infecções hospitalares, a maioria das quais talvez fosse evitável com um adequado investimento no Serviço Nacional de Saúde. As mais de 4000 mortes que ocorrem por ano em Portugal, em resultado de infecções contraídas nos hospitais, representam o dobro da média europeia.

Billy Corgan – Smashing Pumpkins

A questão da vacinação não se limita, de todo, a uma problema de liberdade. A questão central está na obrigação que cabe ao Estado de esclarecer a população, com total transparência, sobre riscos associados aos actos médicos que em seu nome se praticam.

Comments

  1. Ze de Fare says:

    eu tomei a vacina da gripe A em 2010. Não tive efeitos secundários nem apanhei a gripe.

    a hiperatividade não é uma doença.

    • Luís Neves says:

      Que bom para si. Os efeitos secundários por definição, pelo menos os graves, são minoritários. Gostava de o ver aqui a comentar se você tivesse tido azar e tivesse morrido. Acontece aos outros, mas às vezes acontece-nos a nós. Não repita. Tome vitamina D3. 10.000 UI/dia.

  2. Deus é grande says:

    Adira às Testemunhas do Jeová

  3. Luís Neves says:

    A jovem que morreu com Sarampo foi internada com Mononucleose. Primeiro antecedente anormal dado que esta doença costuma tratar-se em casa. O antecedente mais próximo disto? Ela tinha Psoríase e tratava-se com um imuno-supressor (segundo a TVI). Metotrexato e Ciclosporina são os dois imuno-supressores usados em Psoríase. Se acham que o nome desta classe de medicamentos não é suficientemente expressiva vejam na literatura destes medicamentos os seus efeitos secundários.
    Em vez de tomar um imuno-supressor, ela com vantagem podia estar a fazer:
    – O Protocolo Coimbra. É um tratamento com altas doses de vitamina D3.
    – O LDN. Low Dose Naltrexone. Baixas doses de Naltrexona.
    – A Auto-Hemoterapia. Estão a juntar a este tratamento a Ozonoterapia.
    – O Protocolo Wahls. É um tratamento baseado na dieta paleolítica e cetogénica.
    É uma lista curta. Nenhum destes tratamentos consta dos protocolos do SNS. Têm pouca investigação? Eles são usados por largos milhares de pessoas. Investiguem mais se acham necessário.
    O facto da jovem não estar vacinada devia ter sido considerado por quem lhe tratava a Psoríase e lhe prescreveu o imuno-supressor. O protocolo não lhe permitia?
    Acho que ninguém pelo menos com doenças auto-imunes deve tomar imuno-supressores. Esta jovem devia tomar vitamina D e a vitamina D que é um imuno-regulador não combina com imuno-supressores. E devia ter cuidados na alimentação.

  4. Luís Neves says:

    Serão raros os médicos convencionais capazes de orientar um paciente no universo das medicinas e terapias. O que sabem eles das alternativas e complementares? O que sabem eles do que não está dentro da ortodoxia médico-farmacêutica?

  5. Luís Neves says:

    O Luc Montagnier repete o que os pais dizem e que não pode de forma alguma ser desconsiderado.

  6. Pasteur says:

    Sabe o que mata verdadeiramente? A ignorância e o preconceito. E isso não falta no seu texto.

  7. teste says:

    engraçado, o movimento que ao não fazer a vacinação efectivamente mina os efeitos benéficos desta para o resto da sociedade mas que “afinal nem é contra as vacinas” e só quer mais informação disponível para o público (imagino que informação CIENTIFICA, e não uma qualquer reza ou crença de que vai correr tudo bem) acerca do que estas contêm e dos seus efeitos, diz agora que foi criado um clima de medo e intolerância para com ele e os seus bravos e nobres intentos, e que isto é tudo pressão para tornar a vacinação obrigatória.
    pois foi, por eles mesmos.
    obrigadinho, tá.

  8. Nina Santos says:

    “A propósito, conto uma história que nos está a acontecer: há tempos o Matthias fez à vizinha o favor de tomar conta do cão dela. O cão (um bichinho tímido e sensível, do tamanho de um gato) fugiu, correu desaustinadamente vários quilómetros, e mordeu a mão do homem que o tentou agarrar. Uns dias mais tarde recebemos uma carta a dizer que a ferida teve complicações, o homem teve de ir ao hospital tratar o ferimento, faltou vários dias ao trabalho, e tudo somado dá um prejuízo de cinco mil euros – que ele agora exige dos donos do cão e de quem o deixou fugir.

    Parece-me que se as pessoas têm de responder pelos prejuízos provocados pelos animais que estão à sua guarda, também podem ter de responder pelos prejuízos provocados por elas próprias e pelas decisões que tomam. Enquanto se discute se as vacinas devem ou não ser obrigatórias, e enquanto não se chega a consenso, faça-se uma lei que não deixe dúvidas sobre a responsabilidade de quem, podendo evitar ser portador de uma doença contagiosa, não o fez. Concretamente: se eu escolho não vacinar um filho meu, e se ele acaba por contagiar um bebé que ainda não está em idade de ser vacinado, depois este contagia a sua avó, e se esta morrer por causa disso, eu devia ter de pagar as despesas médicas da avó e do neto e as faltas ao trabalho por ser preciso tratar desses dois doentes, e ainda me devia sujeitar a um processo por homicídio involuntário. Que tal? ”
    (in 2 dedos de conversa)

    Concordo plenamente

  9. Luís Neves says:

    Os pais das crianças não vacinadas dizem que os seus filhos dão contagiados pelas crianças não vacinadas. Neste caso devem remeter a conta a quem? E os pais que vacinaram os filhos na sequência do que eles morreram ou contraíram uma doença crónica e incapacitante?

  10. Acho curioso e ao mesmo tempo estranho o tempo e o modo de colocar em causa (discussão) a vacinação, sobretudo das crianças.
    A discussão: Perguntar, questionar é normal e saudável em sociedade democrática.
    Não tenho uma ideia acabada sobre os efeitos benéficos de todas as vacinas.
    Algumas têm vantagens claras, demonstradas na saúde individual e coletiva, sobretudo na coletiva (há muitos estudos).
    Também não enfermo do dogma que a medicina aleopata-convencional é a única via para a cura-tratamento. Mas é seguramente entre nós a melhor forma de termos saúde e respondermos à doença.
    Já escrevi que a melhor forma de termos saúde é garantir saneamento básico, trabalho em ambiente saudável, alimentação cuidada, boas habitações, água potável, ar não poluído.
    São conhecidas as notícias sobre negociatas na medicina aleopta. E já agora também nas outras. Há notícias sobre disparates em todas as medicinas. Já agora é bom recordar as propostas nas redes sociais sobre forma de cura em tantas outras doenças. Também falam em estudos e exemplos de curas milagrosas.
    As entidades nacionais de saúde têm legitimidade para aconselhar e até impor regras sobre a vacinação por duas razões básicas:
    1 – Baseiam as suas tomadas de posição em estudos (empíricos);
    2 -Têm legitimidade democrática porque são representantes da sociedade.
    Finalmente, as crianças não são “propriedade dos pais”, são um bem para toda a comunidade. Aos pais compete-lhes cuidar delas, protegendo-as nomeadamente na saúde. Claro amando-as porque têm os seus genes.
    Por isso, o Estado (Comunidade Política), de forma supletiva, interfere e bem na vacinação das crianças.
    Meter no mesmo “saco” a vacinação contra o sarampo, varíola, tétano gripe influenza e gripe das aves é um erro conceptual e prático.

    • Luís Neves says:

      Sim, não é necessário. Para mim a culpa da morte com sarampo da jovem de 17 anos, para além do contágio durante o internamento hospitalar, foi do imuno-supressor. Por mim até podia estar vacinada e morria na mesma. Não sei em que se funda essa sua fé. Assumidamente a medicina farmacêutica – não é toda a alopática – não é competente para tratar doenças crónicas. Os exemplos que dei ainda estão dentro da alopatia. Um deles até está dentro da farmacêutica (mas baseia-se num medicamento barato que já não é negócio para a indústria). Este é muito popular nos EUA. Tão ou mais popular do que alguns fármacos (promovidos pela indústria) com os quais concorre. Falei em largos milhares de utilizadores, mas neste caso podia ter falado em largas dezenas de milhar ou mesmo algumas centenas de milhar. Há vigaristas em todo o lado. É preciso que a informação circule. Mas não é um problema individual. Os médicos no SNS cumprem ordens. Estão obrigados a seguir protocolos. Acho que vêm da DGS. Eles até podem chegar ao LDN, mas primeiro têm que esgotar tudo o que está no protocolo. Está mal. O LDN devia ser um dos tratamento de primeira linha. (Os imuno-moduladores, na EM, deviam ser jogados fora. Já se sabe que são fazem nada para impedir a evolução da doença.) Acham que falta investigação? Façam-na! Têm universidades e hospitais e não faltarão voluntários. Só não esperem por financiamento da indústria. Mas isto é como os genéricos! Agora… quem está doente e precisa-se tratar não pode esperar. A melhor maneira de fazer o LDN é procurando informação num grupo – por exemplo, no Facebook. Não há risco de encalhar num vigarista. Porque não é necessário recorrer a um médico ou terapeuta. E o LDN é bastante simples. É só um exemplo.

  11. «Algumas destas personalidades têm filhos autistas, doença que contraíram após a vacinação com a MMR»

    «Extraordinary claims require extraordinary evidence.»
    – Carl Sagan

    • Luís Neves says:

      São muitas coincidências temporais. O princípio da precaução manda que não se vacine e se procurem alternativas. É que o sarampo tem cura, mas o autismo não (pela medicina farmacêutica). E o aumento da taxa de incidência que se tem verificado desta doença é alarmante.

      • Coincidências temporais =\= provas factuais.

        • Luís Neves says:

          É pelo menos um facto a carecer de explicação. Acho que ainda ninguém reclamou os 100.000 dólares do Robert de Niro.
          Será que na medicina farmacêutica ninguém sabe o que é o princípio da precaução?! Pelos 90 aconselhavam as mulheres que tinham EM a não terem filhos. Até era excesso de precaução ou precaução não justificada. Não sei em que a fundavam. Talvez somente no medo. Não é o caso.

          • Se calhar o autismo não era diagnosticado por mera ignorância… Que tal está hipótese? Tal como a epilepsia de que lhe dou um exemplo. Tenho uma amiga da minha idade, 36 anos, que nos primeiros 18 foi tratada por mezinhas, rezas e até atirada ao mar (do qual hoje tem pavor) porque todos à sua volta viam no seu problema uma coisa do além, até o suposto médico da terra. E Até que calhou coincidir no SNS com alguém que pelos sintomas lhe fez logo um diagnóstico correto.
            Noutro caso, conheço um miúdo autista com 12 anos que perante o manifesto atraso patente aos 2/3 anos, foi dito à mãe que falava pouco por passar muito tempo com os avós… Isto numa capital de distrito. Isto nos anos 90.
            As estatísticas hoje que evidenciam mais autismo, epilepsia e hiper atividade estão mais relacionadas com diagnósticos mais corretos, só isso.
            Chill out. Nem 8 nem 80, simples.

  12. Luís Neves says:

    No último Prós e Contras a cambada que tomou conta do palco não explicou porque é que sendo o mercúrio das vacinas tão inócuo (como disseram que era) porque é que já foi retirado das ditas. O tipo disse que foi de todas as vacinas do PNV, mas disseram-me que da do Tétano ainda não foi. E fala-se que está na da gripe embora esta não esteja no PNV.
    Também não explicaram o que a Raquel Varela denunciou. A existência de vacinas alternativas às do PNV. Supostamente têm menos efeitos secundários. São também produzidas pela indústria farmacêutica. Só não são gratuitas. E são caras.

  13. A relação causa efeito entre sarampo e autismo, associada a vacinas com mercúrio é estranho, muito estranho.
    A quem aproveita a “discussão” ou seja, que esta seja verdadeira: vacina contra o sarampo igual a autismo…?

    • Luís Neves says:

      São dados publicados pela administração americana… Vá ao mural do Dr. Daniel Matos no Facebook que encontra lá as ligações.
      Mais ou menos entre 2005 e 2015, nos EUA, nenhuma morte por sarampo e mais de 100 mortes pela vacina do sarampo. E largos milhares de casos de autismo.
      O mercúrio é um neuro-tóxico. Está proibido (aqui) nas amálgamas dentárias. Foi retirado das vacinas por algum motivo. Parece que ainda não de todas. Mas os “anti-vacinas” continuam a dizer que as novas vacinas sem mercúrio continuam a ter problemas.

  14. Agradeço a informação.
    Mas não tenho o tal livro de faces.
    Sei que há um Infarmed a quem os médicos e outros podem apresentar as suas reservas, discordâncias científicas e há a Ordem dos Médicos.
    Não me lembro do Infarmed, a OM terem declarado publicamente para não vacinarem as crianças contra o sarampo
    Claro que se sabe dos muitos efeitos negativos do mercúrio.
    Vacinas, ainda com mercúrio!?
    Preocupante sim em termos de visibilidade pública e acesso à informação por parte dos particulares, instituições e países, a junção entre a Bayer e a Monsanto.

    • Luís Neves says:

      Deixo-lhe aqui o post do Dr. Daniel Matos.

      “Caros amigos, creio que não falarei mais neste assunto, a menos que algo de imperioso me leve a isso.

      Pretendo apenas clarificar alguns pontos do Programa Prós e Contras, muito importantes, que podem ter passado despercebidos.
      Em primeiro lugar vamos aos dados que eu citei, que se pretendia ser apenas uma opinião. Os dados são 100% fidedignos.
      Dados extraídos do VAERS
      O portal VAERS é um serviço público do governo americano. As mais de 300 mortes cobrem apenas um período de tempo; referem-se apenas aos EUA e à vacina combinada. Para além das muitas mortes presentes nas pesquisas pode ainda contabilizar-se as doenças incapacitantes que advieram da vacinação, e nesse caso, são muitos milhares.

      No Programa eu falei só das 108 mortes ocorridas entre 2004 e 2015. Mesmo assim foi dito que eu apenas estava a dar uma opinião que não pode comparar-se com os dados científicos. Não se trata de opinião. O site oficial do Governo americano diz que neste período de tempo não houve nenhum caso de morte por sarampo, mas houve 108 mortes relacionados com a vacina do sarampo.
      Se se consultar o 2º site, mais completo que o 1º pode ver-se que existiram muitas mais mortes em anos anteriores.
      O site oficial americano não esconde. Por que hão de os portugueses esconder?
      Se tiver dúvidas, consulte o que é
      VAERS Vaccine Adverse Event Reporting System

      Veja então estes dois sites
      Vacina do Sarampo mata mais do que a própria doença
      http://vaccineimpact.com/…/zero-u-s-measles-deaths-in-10-y…/

      361 exemplos de morte (vacina combinada)
      http://www.medalerts.org/vaersdb/findfield.php…

      Pode também ver notícias credíveis, embora já não tenham a mesma credibilidade, do que aconteceu na Europa:

      800 crianças da Europa ,com narcoplesia devido a vacina gripe H1N1 “Pandemrix”

      http://web.archive.org/…/sweden-a-cautionary-tale-about-va…/

      http://www.reuters.com/…/us-narcolepsy-vaccine-pandemrix-id…

      https://www.rt.com/ne…/vaccine-nacrolepsy-link-children-520/

      UK Government Awards Compensation For Swine Flu Vaccine That Caused Brain Damage To Hundreds Of Children
      http://www.vaccines.news/2016-03-03-uk-government-awards-co…

      http://www.collective-evolution.com/…/over-800-children-in…/

      Mas há tantos, tantos, estudos credíveis que são quase incontáveis, uns a dizer uma coisa e outros o contrário.
      Por aqui se pode ver o que é Ciência em Medicina, o que irritou o meu colega Director-Geral de Saúde. Dizer verdades irrita certas pessoas, cuja personalidade têm medo da verdade. Eu percebo que as pessoas fujam da verdade por medo, seguindo o exemplo da avestruz que se sente protegida por não ver.
      Quando eu expus a verdade, dizendo que há estudos credíveis que tiram conclusões diversas, o meu colega Director-Geral disse baixinho: Não falo consigo. Lamento esta atitude, pouco de acordo com a Ciência e o seu Método. Talvez não saiba que a verdadeira Ciência vive e desenvolve-se na luta saudável entre posições diferentes para chegar à verdade possível, que por vezes ainda se transforma numa verdade maior e assim sucessivamente. Quando eu pus em dúvida as conclusões de estudos contraditórios, em vez de admitir a dúvida metódica científica, a frase foi: Não falo consigo.
      Se estudarem as lutas científicas entre Einstein e Niels Bohr verificarão o que é o espírito científico. Niels Bohr ganhou a Enstein, que nunca quis aceitar, mas acabou por aceitar parcialmente.
      O espírito científico não tem dogmas. Os factos são para ver e usar e jamais para esconder.
      Na Ciência não se admitem Fundamentalismos nem dogmas. A Ciência também falha porque é feita por cientistas falíveis.
      Mas há quem queira transformar a Medicina numa super ciência que não é nem pode ser. Eu nunca fui contra as vacinas nem contra a Medicina Convencional. Mas não gosto de ver mitos científicos. Só isso. Por dizer a verdade que está no Portal de saúde americano, estou a emitir uma opinião? Não. Estou a expor uma verdade incómoda. Que culpa tenho eu de a verdade ser incómoda? Porquê querer ocultar uma verdade incómoda?
      Sim à vacinação, mas com mais cuidado. É preciso fazer estudos sem preconceitos e aceitar os resultados. A vacinação mostrou muitas vantagens associadas a grandes perigos. Os factos mostram isto. Será científico esconder a Verdade?
      Eu não gosto nada que queiram tapar-me os olhos porque eu quero ver e decidir em consciência. É uma questão de personalidade e de postura perante a Vida.
      Eu vou expor de forma simples e clara o que por vezes se esconde debaixo duma linguagem técnica, difícil de perceber.

      No debate sobre vacinação eu não defendi sim ou não, mas apenas o bom senso. Se dissesse sim queria dizer que aceitava tudo como está. Se dissesse não queria dizer que estava contra toda a vacinação.
      Optei por não aceitar o sim ou não porque não vejo o Mundo a preto e branco, mas com muitas cores.
      Disse que levei vacinas e as prescrevi. Disse que as vacinas são importantes no combate a epidemias. Mas disse também que as vacinas são perigosas e por vezes mortais. Disse que nos Estados Unidos da América desde 2004 a 2015 não houve nenhum caso de morte por sarampo mas houve 108 casos de morte relacionados com a vacina do sarampo.
      Numa repetição, cometi um lapso, dizendo que nos Estados Unidos desde 2004 a 2015 não tinha havido nenhum caso de sarampo, quando deveria ter dito que não houve nenhuma morte por sarampo, mas houve 108 mortes relacionadas com o sarampo.
      Não fui rebatido do lapso, certamente para não dar mais visibilidade ao caso.
      Eu apenas queria passar a ideia de que as vacinas são importantes, mas devemos ter bom senso, não esgotando o Sistema Imunitário, mas foi dito que o Sistema Imunitário aguenta quase tudo. Foi dito que um cálculo americano tinha estabelecido que não haveria qualquer problema se uma criança levasse cem mil vacinas num só dia. Isto foi dito, sem ser qualquer engano.
      Fui rebatido com o argumento de que o Sistema Imunitário está a fazer milhões de tarefas ao mesmo tempo. É verdade, mas aprendeu-as sucessivamente ao longo do tempo, passando a executá-las em piloto automático. É bem diferente de injectar cem mil vacinas numa criança ao mesmo tempo.
      Neste caso, em relação a todos os germes ainda não conhecidos pelo Organismo, o Sistema Imunitário teria de iniciar um processo de luta contra tamanha invasão.
      Fiquei a pensar que dentro em breve se fará uma única vacina para todas as doenças infeciosas, com todas as estirpes, de todas as bactérias e virus, mycobactérias, ricketsias, com uma multidão de virus e bactérias misturadas. As crianças ficarão vacinadas por longo período … talvez a eternidade.
      Eu defendo que, quando o Sistema Imunitário leva uma vacina, uma parte do Sistema Imunitário fica ocupado durante um tempo mais ou menos longo, certamente vários dias. Se forem várias vacinas simultaneamente, uma parte muito maior do Sistema fica ocupado para reagir à vacina. Não pode ser de outra maneira, excepto se os recursos imunitários fossem infinitos e ilimitados.
      É frequente ter um Síndrome gripal a seguir à vacinação contra a gripe. Então é lógico presumir que outros virus, adenovírus, virus sinciciais respiratórios ou outros, aproveitem o abaixamento imunitário para criarem tal Síndrome gripal, idêntico a uma gripe; ou até eventualmente uma verdadeira gripe, induzida pela vacina, por abaixamento imunitário.

      Sabemos também que várias situações como o cansaço, stress, até disfunções digestivas podem baixar a imunidade fazendo com que o virus herpes 1, latente no interior das células, se manifeste. O virus pode estar anos sucessivos latente e criar só doença quando a imunidade baixa. Isto prova que o Sistema Imunitário baixa a sua guarda em múltiplas circunstâncias, até psicológicas. O Sistema está longe de ter capacidade de suportar todas as cargas que os cientistas desejariam.
      Os recursos imunitários são “finitos” e “limitados” e variam de pessoa para pessoa, ao ponto de algumas, sem qualquer vacina, resistirem a infecções que outras contraem facilmente. O Ser Humano é muito diferente de qualquer máquina técnico-científica; é aqui que reside a falta de bom senso que está a invadir a mentalidade pseudocientífica.
      A maioria da população conhece casos de gripes que surgem pouco depois da vacinação contra a gripe.

      O facto de ser frequente um Síndrome gripal a seguir a uma vacinação contra a gripe indicia um abaixamento do alerta imunitário. É lógico portanto presumir que juntar várias “vacinas” na mesma injecção pode conduzir a perturbações imunitárias.
      Isto é apenas bom senso: se uma vacina já pode trazer problemas, um conjunto de vacinas em simultâneo poderá trazer muitos mais problemas.
      Mas uma parte da Medicina Oficial só aceita a tragédia quando ficar claramente provado que aquele acto médico foi desastroso. Até lá não há provas científicas, mesmo quando as evidências estejam a mostrar que se deve ter prudência.
      Eu disse que a Medicina não é uma Ciência mas sim uma Arte científica.
      O Cientista e Imunologista respondeu que a Medicina é provavelmente a Ciência por excelência … que obedece ao Método científico …
      Fiquei a pensar que o Senhor Cientista até já considerava a Medicina uma Ciência mais exacta que a Matemática ou a Física. Ser a Ciência por excelência só pode significar ser tão ou mais rigorosa que a Matemática e a Física.
      Mas já não pude responder. É nestes casos que se vê a falta que faz a Filosofia. Este senhor, certamente um bom cientista, mostrou apenas um desconhecimento de algo fundamental, a origem do Método Científico que diz praticar. Desconhece portanto que não usa o genuíno Método, mas uma adaptação posterior, para tornar possível considerar científico o que na verdade só o é parcialmente.
      No final do programa disse-lhe que ele estava errado. Ele disse-me que era cientista e praticava o método científico. Disse-lhe que devia estudar bem o Discurso do Método de Descartes e ver que o Método científico se aplica facilmente à matéria inanimada, mas com dificuldade e só parcialmente à Medicina. O Ser Humano têm uma variabilidade fenomenológica de tal ordem grande que não permite aplicar o método científico definido por Descartes. Para contornar este problema, a Biologia, Medicina e Psicologia criaram um método modificado que permite tirar várias conclusões. Tudo isto está certo, mas não é Ciência pura. É isto apenas que não querem que se perceba – ou talvez eles não percebam mesmo, por desconhecimento filosófico, a origem da Ciência.

      Um fenómeno só é científico se tiver constância, se nas mesmas condições se obtiver o mesmo resultado, se for mensurável e se for independente do observador.

      Não vou pormenorizar o Método Cartesiano, o Método que permite definir o que é Ciência e o que não o é. Mas é fácil de perceber a dificuldade de aplicar Ciência ao SER HUMANO, com os triliões de fenómenos físicos, fisiológicos, bioquímicos, emocionais, racionais e irracionais que se dão a cada momento no Organismo Humano, sem que se consiga definir algo de concreto, constante, que possa constituir uma verdade a que se possa chamar Ciência. Onde está a constância em Medicina para que se possa dizer que a Medicina é uma Ciência? A Medicina só é científica porque se socorre de Ciências. Em si mesma ela é uma arte. É por isso que a prática médica é tão variável, tendo algo de constante na parte científica.
      Há de facto uma constante em Medicina: Tudo é variável.

      A Medicina dita científica tem diferenças de país para país, até na medicação usada para algumas doenças. Há medicamentos usados na Europa e proibidos nos Estados Unidos. Há doentes que têm de ir a um país estrangeiro tratar-se porque os seus médicos não podem receitar certos fármacos na sua pátria, pois ficariam sem carteira profissional. Isto não é próprio de uma Ciência.

      O meu Colega Director-Geral de Saúde ficou muito irritado comigo por eu dizer que a Ciência é difícil de aplicar em Medicina. Eu disse: O caso da Ciência é um problema em Medicina. Ele respondeu: eu não falo consigo.

      Ficou claro que o conceito científico do Sr. Director-Geral não permite discordância. Ora, a Ciência consiste exactamente em debater ideias, por vezes opostas, entre cientistas oponentes, para chegar a uma verdade consensual. Parece que o Sr. Director-Geral desconhece as lutas científicas aguerridas entre Einstein e Niels Bohr. E Niels Bohr ganhou. Einstein era um génio, mas estava errado.

      O Sr. Director-Geral pretendia passar a ideia de que eu estava apenas a emitir opiniões, quando eu estava a relatar factos, alguns provenientes de um site de credibilidade total, do Governo americano.

      Os estudos médicos são baseados em estatísticas que têm alguma validade, mas não podem ser considerados definitivos até porque há outros estudos igualmente credíveis que dizem o contrário.

      Pode haver interesses manipulativos. Mas a verdade é que é mesmo difícil fazer Ciência em Medicina. Por isso a Medicina, tal como a Arquitectura ou o Desenho, não são Ciências nem misturas de ciências. São Artes científicas, Artes que se socorrem de ciências.

      Parece que não interessa explicar a verdade tal com é.
      O Povo pensa que a Medicina é uma Ciência como outra qualquer. Portanto deverá ter o mesmo êxito da Física ou da Química.

      Se um cientista diz que a Medicina é provavelmente a Ciência por excelência, então o seu rigor deve ser de excelência.
      Quando as pessoas não se curam ou morrem só pode ser por culpa dos Médicos porque – pensam – a Medicina é uma Ciência muito avançada.

      Felizmente, o cientista admitiu não estar certo e disse que ia estudar o assunto. Talvez então perceba a pouca cientificidade da Medicina e a causa de tantos erros médicos, de que os Médicos não têm culpa total, mas têm alguma culpa por aceitar tudo como científico sem o ser, por motivos diversos
      .
      A Medicina usa a estatística para medir e dar credibilidade científica aos estudos. Está certo, mas estamos ainda longe do Método Científico puro. Dou um exemplo de Estatística: Clinton está em 1º lugar. Trump ganhou. Notemos que não estou a desvalorizar a estatística. Estou só a apresentar factos.

      Para transformar em Ciência toda a fenomenologia biológica que não se enquadrava no Discurso do Método, criou-se uma modificação do Método, convencionando-se que a nova metodologia se aplicaria em tudo o que é biológico, incluindo o Homem. Está certo. Agora o que não era Ciência já é Ciência porque se convencionou que o é. Mas não é Ciência pura tal como foi estabelecido por Descartes.

      O meu colega pediatra disse, mais ou menos, que é triste ver morrer crianças com sarampo que teria sido evitado com uma vacina.

      Faltou dizer como se sente quando olha para as mortes com a vacina que não teriam morrido se não as levassem.
      Um pai sofre quando vê um filho morrer de morte natural, mas talvez fique revoltado se ele morrer ou ficar deficiente com uma vacina evitável, ou por não ter feito algum tratamento extra.

      Obviamente, eu não tenho a verdade, mas ninguém a tem.
      É preciso resolver esta inequação: vantagens vs benefício.
      Eu sou da opinião de que há maiores benefícios, mas não está provado que assim seja. A quantidade de efeitos colaterais graves relatados no site oficial do Governo americano fazem pensar. As Rosas estão com excesso de espinhos e os perigos são grandes.

      Eu só quis fazer pensar, mostrando que o que se diz ser Ciência médica não é tão científica como se pretende fazer crer.
      Sim, eu sei, a Verdade dói. Será preferível escondê-la?
      Eu não sou contra a Medicina Convencional porque a pratiquei e continuo a defendê-la. Mas tenho consciência das suas insuficiências e dos seus excessos.

      Mas como foi dito no Programa, há quem pense que a Medicina é provavelmente a Ciência por excelência.
      E o Senhor Director-Geral não fala com quem apresente estudos diferentes dos dele.

      Enfim, talvez não tenha conseguido passar a mensagem de que seria bom repensar a maneira de administrar as vacinas e usá-las com mais critério, não ocultando os perigos que elas envolvem para que, quando aparecer a vacina com cem mil vacinas, considerada inofensiva para as crianças, não tenhamos uma surpresa. Eu só apelei ao bom senso. Considero bom senso não abusar do Sistema Imunitário. Eu sou científico mas não sou fundamentalista da Ciência, como se a minha mente só se guie pela Ciência. Eu não aceito fundamentalismos nem dogmas na Religião e muito menos na Ciência. A Ciência tem muito valor, mas há conhecimentos que vão para além da Ciência, que não podem naturalmente conflituar com a verdadeira Ciência.

      Já cheguei a uma conclusão, nada agradável: A maioria dos Seres Humanos não aprende com pequenos erros. Repetem-se os erros até se tornarem num erro fatal. Quando não existir nenhuma possibilidade de salvação ou recuperação, a lição está aprendida.

      A minoria que vê os pequenos erros e quer evitar o erro fatal só pode alertar e pedir bom senso. Nada mais podemos fazer. Mas é bom que o façamos. Estamos no caminho duma hecatombe a vários níveis: Ecológica, Médica, Social, Política. A Medicina não sabe lidar com micróbios. E não quer aprender. Só pensa em vacinas e antibióticos, obviamente muito importantes. Simplesmente não chega, e cada vez menos devido à resistência aos antibióticos. A Homeopatia e outras terapêuticas têm um papel muito importante no bom funcionamento imunitário complementando as vacinas, os antibióticos e outros fármacos.

      Ninguém tira o valor da Medicina Convencional e dos seus fármacos. Simplesmente, a maioria dos fármacos são produtores de doenças, ditas iatrogénicas. Estas são tratadas com outros fármacos que produzem mais iatrogenia, e assim sucessivamente. É portanto necessário complementar a Medicina Convencional com outras terapias. Eu defendo aquilo em que acredito, sem dogmas e sem qualquer fundamentalismo.

      O Fundamentalismo é o terror do nosso tempo. Quer a Medicina Convencional impor a sua verdade, baseada na Ciência, bem discutível devido aos muitos erros sucessivos, repetindo os erros do passado, a Inquisição que matava quem se opusesse à Igreja, Lutero que se separou da Igreja para depois fazer o mesmo, outra Inquisição protestante que até matava outros protestantes, e Calvino que mandou matar Anabatistas e outros protestantes que discordavam dele???

      Não chegou já o Fundamentalismo religioso para aterrorizar a Humanidade? Não chega o Fundamentalismo Islâmico, que não dialoga, porque tem a Verdade?

      Haverá necessidade de que a Ciência se torne também fundamentalista ao ponto de impor a verdade, não da Ciência, mas de alguns cientistas, muitas vezes dependentes de quem lhes paga?

      Não há nenhum mal nisto desde que sejam isentos, defendam as suas ideias e respeitem as dos outros. Eu só defendi o bom senso. Eu apresentei dados dum site de credibilidade total.
      O Sr. Director-Geral disse que não fala comigo e que o que eu disse é apenas uma opinião.

      Só emiti uma opinião e de bom senso: devemos ter cuidado com excesso de estimulação imunitária. Em tudo o resto relatei factos e dados publicados.

      É nestes casos complexos, até nos efeitos colaterais da vacinação, em que há tratamentos que podem melhorar a Saúde, permitindo diminuir a carga tóxica do Organismo, melhorando a nossa ecologia corporal e mental que vale a pena usar outros métodos para minorar os efeitos iatrogénicos.

      É sempre a mesma situação: Há fármacos indispensáveis, mas o seu mau uso ou o seu excesso vai criar sérios problemas. É possível na maior parte das situações dar qualidade de vida e melhor saúde associando terapêuticas diversas das quais eu pratico apenas algumas: Acupuntura auricular, técnica de Nogier, Homeopatia, Cromoterapia e colorpunctura, terapia vibracional, Access Bars, várias terapias psicológicas.
      Mas existem muitos outros métodos igualmente bons: terapia de Bowen, quiroprática, osteopatia, fitoterapia, naturopatia.

      Mas quando a verdade está só de um lado … quando a Ciência vira Fundamentalismo … quando a Medicina desdiz hoje o que queria impor dogmaticamente ontem…

      Pensemos!!! A vacina total das cem mil vacinas em dose única, num só dia, já está na mente de grandes cientistas. Ninguém tenha receio porque a Medicina é provavelmente a Ciência por excelência.
      Morrer ou ficar doente de forma científica será uma honra.”
      Daniel Matos

    • Luís Neves says:

      E do caso Alfredo Pequito, da promiscuidade entre médicos, delegados de propaganda médica e farmacêuticas, e da resistência médica ao genéricos, lembra-se?
      Mais recentemente, lembra-se que o presidente americano nomeou uma comissão para averiguar a verdade sobre as vacinas?
      Coloquei aqui o texto do Dr. Daniel Matos com as tais ligações, mas foi apagado. Continua lá no mural dele.
      E que credibilidade tem um director-geral que, para não responder a factos (com que é confrontado) os confunde deliberadamente com opiniões? Um director-geral que para não responder a factos da sua responsabilidade apela a uma caça às bruxas?

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