Tancos, um buraco na rede


A Comissão de Defesa Nacional é a 3ª Comissão Parlamentar Permanente da Assembleia da República e integra 23 membros efectivos e 18 suplentes, dos quais 9 são do PSD, 9 do PS, 2 do BE, 2 do CDS-PP e 1 do PCP.

A Comissão, presidida pelo Dr. Marco António Costa, exerce as suas competências em todas as matérias de Defesa Nacional e das Forças Armadas e dos Assuntos do Mar integrados no âmbito do Ministério da Defesa Nacional, designadamente acompanhando e fiscalizando a actividade do Governo.

Segundo o Artigo 4º do seu Regulamento, a Comissão de Defesa Nacional pode “solicitar a participação nos seus trabalhos de membros do Governo [incluindo o Ministro da Defesa] e das Forças Armadas e de quaisquer cidadãos ou entidades”. Pode igualmente constituir subcomissões e grupos de trabalho para o acompanhamento de assuntos específicos. Um desses assuntos específicos pode até ser o assalto a uma das mais importantes bases militares das Forças Armadas portuguesas, situada em Tancos, assalto esse que resultou no desaparecimento de material de guerra suficiente para levar a cabo actos subversivos capazes de colocar em causa a segurança do Estado português.

Aguarda-se, com serenidade, que a Comissão de Defesa Nacional da Assembleia da República se pronuncie sobre o assunto e anuncie, nos termos do seu Regulamento, a constituição de uma subcomissão destinada a analisar, com minucioso detalhe, o buraco na rede.

Comments

  1. JgMenos says:

    Não há sentinelas nem videovigilância.
    A horas certas passa a ronda.

    Um exército regular…

  2. Não me lembro de semelhante facto no passado. parece que há uma armas “desaparecidas” também de Tancos.
    Andei por aquelas bandas há muitos anos. O quartel onde estive tinha sentinelas estrategicamente colocados ao longo do perímetro reforçados com rondas ao perímetro.
    Quilómetros à volta só se “respirava” tropa até as aldeias à volta eram praticamente de militares.
    Isto parece-me uma história de “bicho no cebolo”.
    Parte da nossa magalada anda estranha.
    O que andam a fazer os serviços de informação e contra-informação do exército?
    O buraco na rede é afinal um caminho para o abismo em que parte da tribo se meteu…

  3. SMO? Porquê? Exército Republicano fora de moda? E as clientelas jotinhas?

  4. SI MI LA RE says:

    Isto não dá para entender, ou melhor, está tudo explicadinho. Qualquer força militar, que se preze, a primeira coisa que organiza é o seu próprio sistema de defesa e segurança, conforme os meios disponíveis no local, quer através de sentinelas e rondas permanentes, quer através de meios electrónicos. sabendo que a videovigilância não resulta , porque qualquer carapuça encobre o inimigo (IN). Tanta ronda que passei, tanto no rectangulo à beira mar, quer nas matas tropicais, para onde nos obrigaram. Mas levavam-se as coisas a sério, porque era a vida de todos que estavam confiadas a uns poucos que velavam por eles e em quem se confiava plenamente . Contudo, sempre houve batalhões a sério e batalhoas. Será que a triste história se repete ? Um paiol não é equiparado a uma parada militar de botas engraxadas, é algo muito, muito sério. Isto não acontece por simples acaso, há que procurar o material ( não será difícil) e tirar as respectivas consequências. Agora é a vida dos civis que está em perigo, por desleixo de quem tem por missão defendê-los. ( dizia-se « até à última gota de sangue») Outros tempos.

  5. JgMenos says:
  6. anti pafioso. says:

    Mas então o MAC metido no buraco na rede , cuidado com as carteiras .

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