A Comissão para a Igualdade de Género


A Dra. Teresa Fragoso, presidente da CIG, mandou retirar dois livros do mercado porque “alimentam estereótipos”. Quem é que elegeu esta senhora e lhe deu poder para retirar livros do mercado?

Comments

  1. Certas pessoas ainda não entenderam o significado da palavra recomendação.

  2. Atrasos há muitos says:

    Ó retrógado.

    Acalma-te.
    Andas a ler o Correio da Manhã, confessa lá.
    A dita cuja recomenda, não manda.

    Deves ter lido muitos manuais desses para não perceberes a diferença.

  3. Paulo Marques says:

    Qualquer semelhança com a censura está apenas na imaginação. A direita agradece.

  4. ganda nóia says:

    mentira. a porto editora retirou os livros assim que viu o que se passava nas redes sociais e quando começou a ter caixas de comentarios e de email entupidas com mensagens… pouco simpaticas. o governo fez uma simples recomendaçao e que tem alguma logica, e que foi concertada com a porto editora.

    até parece um post do antónio almeida. ah, quanto a esse, aquilo que ele postou da candidata do ps aceitar coligar-se com o andré ventura também é mentira.

    em ambos os casos, curiosamente, mentiras propagadas pelo observador.

  5. Nefertiti says:

    Mandou retirar? E Bruno Santos ainda se arvora em especialista instantâneo da Constituição. Os fogos fizeram-lhe mal. Troque lá cadernos de exercícios para meninos e cadernos de exercício para meninas por cadernos de exercício para meninos brancos e cadernos de exercícios para meninos negros. Continuavam a achar excessiva a recomendação. não era?

  6. Ernesto says:

    “A Dra. Teresa Fragoso, presidente da CIG, mandou retirar dois livros do mercado porque “alimentam estereótipos”.” – Mentira, não mandou!

    Mas é dizer muitas vezes,que pode ser que cole!Pelo menos aos incautos, vai colar!

    Se você recomendar que eu jante bacalhau logo à noite, está a ,mandar?É que apetece-me frango.

  7. Ana A. says:

    O Bruno Santos vai-se “revelando”! Lentamente…

    • Bruno Santos says:

      A Ana revelou-se instantaneamente com o exemplo vergonhoso que usou da criança “aflita”. Procurou manipular emocionalmente uma discussão com base numa imagem dramática, cujo contexto não podemos conhecer e à qual ninguém, de boa índole, pode deixar de ser sensível. Embora não lhe dando nome, é verdade, usou a fragilidade de uma criança para fazer valer um dogma irracional, e lançar sobre o autor do texto que comentou o anátema do preconceito. Mas o preconceito é seu, Ana. E é precisamente essa inversão que contamina a discussão sobre este tema. E a falta de escrúpulos.

      • Ana A. says:

        “…usou a fragilidade de uma criança para fazer valer um dogma irracional, e lançar sobre o autor do texto que comentou o anátema do preconceito. ”

        Relatei um facto! Facto esse que revela preconceitos! Como crescem e se disseminam os preconceitos, acho que todos nós sabemos.
        E não preciso de manipular ninguém, porque não sou filiada em nenhum Partido nem ocupei nem penso ocupar nenhum cargo público! Expresso apenas, e tão só o que penso, sobre os assuntos em apreço.

        • Bruno Santos says:

          Usou a fragilidade de uma criança “aflita” para manipular emocionalmente que a lê e tentar provar um ponto de vista. Se nunca ocupou cargos públicos, devia pensar nisso, pois tem algumas características que hoje são obrigatórias para os ocupar. Garanto-lhe que terá sucesso.

          • Ana A. says:

            Percebi a mensagem!
            Quando pensar em exprimir a minha opinião no Aventar, terei o cuidado de não o fazer nos textos do Bruno Santos, uma vez que se sentiu atingido, quando escreveu acima, que eu pretendi “…lançar sobre o autor do texto que comentou o anátema do preconceito.”
            A liberdade de expressão tem destas coisas: é uma faca de dois gumes!

          • Bruno Santos says:

            Faça o favor de comentar o que muito bem entender. Mas quando decidir fazer chantagem emocional sobre quem a lê, usando truques psicanalíticos de pacotilha e instrumentalizando a fragilidade de um ser humano “aflito”, lembre-se que nem todos andam neste mundo a dormir.

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