Hecatombe?


O PSD, concorrendo sozinho ou coligado, teve nas eleições autárquicas de 2017 mais 1412 votos do que em 2013.

Comments

  1. Rui Naldinho says:

    Estamos naquela fase pós eleitoral em que ninguém perdeu.
    Afinal, vendo bem, ganharam todos!
    Mas talvez alguns tenham ganho mais do que os outros. O problema será mais dessa ordem de grandeza.
    Nessa perspectiva, eu acho que se tudo ficou na mesma, eu acho que nada justificava a saída de Passos Coelho da liderança do PSD. Jerónimo de Sousa sem saber que perdeu Barreiro, Almada, e mais algumas Câmaras Alentejanas, deixaria de inflamar os discursos, e o país irá numa boa até 2019.
    Nessa altura vamos de novo a votos, e o PS ganha, mesmo com uma subida ínfima do PSD em ralação a 2015. Passos Coelho não se demitirá, porque o PSD até subiu de votos. O CDS igual, porque Cristas teve mais votos em Lisboa que o PSD. A direita continuará a sua telenovela sobre António Cista por ter ganho as eleições, mas por “poucochinho”.
    Como diz aquela música muito conhecida do Gilberto Gil:

    E Portugal continua lindo
    O Verão continua sendo
    Em Portugal , Julho e Agosto
    Alô, alô, Realengo
    Aquele Abraço!
    Alô torcida do Fquepê
    Aquele abraço

  2. HAHAHAHAHAHA e depois é o PCP que gosta de dourar a pílula.

  3. falta dizer que houve mais 175 mil votantes em 2017 que em 2013. em 175 mil o psd ganhou 1412. um triunfo em toda a linha. nem percebo porque sai o passos.

  4. E não terá antes sido o CDS a ter esse acréscimo de votos, por acaso? 😀

  5. António Rocha says:

    Deve ter sido à custa do resultado em Gaia.

  6. Fernando Manuel Rodrigues says:

    Tendo em conta que o resultado de 2013 já tinha sido desastroso (um dos piores de sempre) e que agora houve mais vontantes, o resultado de 2017, façam as carambolas aritméticas que quiseremm, será sempre uma hecatombe.

    Mas por mim, o PSD está à vontade. Continuem com a cabeça enterrada na areia, à espera da chegada do Diabo, porque enquanto continuarem assim, o país prospera.

    Um partido sem ideologia, que não acredita em nada, que se diz socia-democrata e liberal, de centro-esquerda e de direita, defensor da solidariedade e defensor do mercado livre, etc.etc., só pode ser uma espécie de Frankenstein, que só funciona à base de choques eléctricos.

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