Infarmed: o regresso do papão “elitista de Lisboa”

Ou como dizer nada sobre coisa nenhuma.

Comments

  1. Paulo Marques says:

    Deve ser por o país não ser Lisboa que só o metro da dita cuja ser o único transporte público que se expande. E não é pouco.

  2. Rui Naldinho says:

    Como cidadão português residente em Matosinhos, só me posso congratular com o desenvolvimento, e todas as mais valias culturais, técnicas e cientificas que a zona metropolitana do Porto puder acrescentar ao seu já rico espólio, incluindo como será lógico pensar, novas empresas, centros de investigação, além de outros equipamentos públicos que nos melhorem a qualidade de vida.

    Nunca me ocorreu que o InFarmed para aqui pudesse vir. Mas também não me choca essa mudança de local, até a aplaudo, desde que haja razões inteligíveis para essa opção política. Tudo o resto soa-me a república das bananas.

    Depois do tão afamado Orçamento Limiano de António Guterres, de má memória, só uma decisão destas, sem medir todas as suas consequências, para percebermos que o registo do PS na sua forma de governar se mantém igual nos últimos vinte anos.

    Já era tempo de mudar alguma coisa, não acham?

  3. José Feliciano Cunha de Sotto Mayor says:

    uma estupidez a agencia europeia, uma estupidez o infarmed e uma estupidez ainda haver portuenses que se acham vitimas do centralismo lisboeta quando as ÚNICAS vitimas de centralismo em portugal se chamam castelo branco, guarda, bragança, vila real, évora, portalegre, chaves, viseu, pinhel, covilhã, lamego, elvas, beja…

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