Presidente do Conselho Metropolitano do Porto julgado pelo crime de difamação agravada


A decisão do Juízo de Instrução Criminal do Porto, onde decorria a instrução do processo-crime em que Eduardo Vítor Rodrigues, também presidente da Câmara Municipal de Gaia, é arguido, foi hoje conhecida. A Decisão Instrutória refere que “a prova recolhida em inquérito e aquela produzida em instrução é capaz de passar e ultrapassar a presunção de inocência do arguido [Eduardo Vítor Rodrigues] e o princípio in dubio pro reo; ponderando na sua globalidade os indícios recolhidos, não subsiste dúvida razoável sobre se o arguido efectivamente cometeu o crime (…).

Assim (…) PRONUNCIA-SE o arguido Eduardo Vítor de Almeida Rodrigues, pelos factos e imputação jurídica constantes da acusação contra si deduzida.

O arguido aguardará os ulteriores termos processuais na situação coactiva em que se encontra (termo de identidade e residência)”.

O literato edil gaiense, que quando não está no feicebuque a insultar outros cidadãos de modo torpe e escabroso, tem tempo para ser dirigente nacional do PS, presidente do Conselho Metropolitano do Porto e ainda dar aulas de filosofia, terá a oportunidade de se explicar no banco dos réus, desiderato para o qual certamente continuará a contar com a preciosa ajuda dos estanques deste mundo. E até do outro.

 

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