Montepio

Conta a lenda, que o Pelicano arranca a própria carne para a dar a comer aos seus filhos. A carne sempre foi fraca e hoje há um problema insolúvel de natalidade. Há que arrancar o próprio Espírito para alimentar os que têm fome de Espírito.

Para que cresçam e se multipliquem.

Comments


  1. Espírito… Santo… Ámen!

  2. Bento Caeiro says:

    “Vira o Disco e Toca o Mesmo” ou “Se Bem Me Lembro”

    Com dificuldades de expiração e inspiração, que espero não seja indiciadora de nova constipação no sistema, como costuma acontecer e antes que fique sem pio, vou, até ao adro da igreja, ver a procissão a sair.

    “Tocam os sinos na torre da igreja,
    Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
    Na nossa aldeia que Deus a proteja!
    Vai passando a procissão.

    Olha os irmãos da nossa confraria!
    Muito solenes nas opas vermelhas!
    Ninguém supôs que nesta aldeia havia
    Tantos bigodes e tais sobrancelhas!

    Ai, que bonitos que vão os anjinhos!
    Com que cuidado os vestiram em casa!
    Um deles leva a coroa de espinhos.
    E o mais pequeno perdeu uma asa!”


  3. Sr. Bruno santos,

    Os meus cumprimentos.
    Não me choca que as misericórdias entrem no capital o Montepio porque efetivamente os objectivos são idênticos (Associação Mutualista). As finalidades entre as associações mutualistas e as misericórdias são idênticas.
    A minha preocupação é a falta de escrutínio das misericórdias e das mutualistas em termos de cumprimentos dos seus objectivos.
    Também me preocupa os investimentos que fazem do tipo à ceguinho sem que nada aconteça. O Montepio parece ter investido em fundos imobiliários e perdeu muito dinheiro. As Misericórdia de Lisboa parece que fez o mesmo e perdeu.
    A questão é sabe onde investir o dinheiro. Aí parece-me que devem investir (gastar) o temo é apropriado em pessoas que preciso para viver com um mínimo de condições (cama e três refeições quentes por dia) e investir na educação, porque é aqui que ganhamos todos como comunidade.
    Uma vez um perito do antigo BES telefonou-me para me ajudar a investir as minhas poupanças.
    Falou-me em juros muito bons, fundos imobiliários, carros a crédito de alta gama, blá, blá, blá.
    Rematei a conversa dizendo que respeitava a posição profissional dele, mas que sabia investir as minhas poupanças e que o BES, para mim era um mealheiro.
    Eu saberia onde gastar/investir o meu dinheiro e não precisava do BES para isso. Disse que o BES estava a ganhar dinheiro com as minhas poupanças.
    Hoje não faço parte dos “perdedores do BES” que estão nas ruas e tento gastar racionalmente as pequenas poupanças que vou tendo.
    Cada um deve estudar, informar-se e adotar comportamentos que lhe sejam mais convenientes n o contexto das regras que existem.
    De tempos a tempos devemos escolher os políticos que nos dêem algumas (poucas) garantias que que não nos infernizam a vida em demasiado no interesse de grandes sacanas que se infiltraram nos partidos.
    É apenas um ponto de vista, certamente falível, como tudo na vida à exceção da morte.
    Bom fim de semana.

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