É o relato de uma testemunha, uma portuguesa de 38 anos, publicado no sítio da internet da Arquidiocese de Braga, segundo o qual o alegado ataque com armas químicas não passou de um “cenário”, uma “história inventada” e “mais uma desculpa para poderem atacar”.
Maria de Lúcia Ferreira diz que o bárbaro ataque com armas químicas atribuído ao regime de Bashar al-Assad no dia 7 de Abril, não passou de um falso pretexto destinado a justificar o ataque militar levado a cabo pelos Estados Unidos, a França e o Reino Unido.
“Não houve nenhum eco de armas químicas aqui no país. Não se ouviu dizer nada” – afirmou a religiosa que vive no Mosteiro de São Tiago Mutilado, em Qara.



Veio a ser desmentido que se trata de Catarina Martins. O jornalismo português cada vez é menos levado a sério por culpa própria.

Obrigada pele informação desse relato que será credível e importante de ser conhecido e divulgado.
Só me pergunto porque é que sendo assim, provadamente, pois que já se suspeitava, porque é que os Putin e Bashar al-Assad não apregoam alto e bom som essa farsa tão fácil de provar ??
…que mundão esquisito e inquietante este dos senhores da guerra !
Entretanto os capacetes brancos foram homenageados em Fafe. Teria sido uma boa altura para os jornalistas (onde é que andam?) os interpelarem.
A Amnistia Internacional também joga com esses. É a posição da ICAR. Todos os grupos islâmicos se mostraram hostis à minoria cristã ortodoxa.
Sobre o assunto então colocado no Aventar, em 19/042018, disse e fiz a seguinte pergunta:
“Para além de tudo o que acima se diz, que trás à superfície os jogos de poder na zona, uma questão se põe, para a qual será necessário encontrar uma resposta. Tendo sido bombardeadas as fábricas onde, alegadamente, estariam os produtos químicos; muitos deles, certamente, armazenados, então como foi possível a sua neutralização, considerando que não se verificaram quaisquer efeitos na população?”
Como é óbvio, existindo, esses tais químicos grande parte da população de Damasco teria perecido; o que também indiciava as reais motivações dos grupos, que, ainda no terreno, prepararam o referido cenário, a fim das posições do governo sírio serem atacadas. Posta a marosca à vista, foi o que se viu: os atacantes ficam sem saber que dizer e os grupos que se opõem a Assad estão a ser batidos no terreno e a recuar. Para desespero de França, Inglaterra, EUA e Israel.