Próxima revolução no SNS: a auto-cirurgia

O Serviço Nacional de Saúde não tem capacidade para estancar as mortes por infecção contraída no Hospital. São milhares por ano. É, de facto, mais avisado, deixá-los em casa. Improvisa-se um bloco operatório na cozinha e uma unidade de cuidados intensivos numa janela do oitavo andar. O resto fica para as funerárias americanas. Afinal, trata-se de carne para canhão. Viva a república.

 

Visão

Comments


  1. Diria + ou , até menos até, amigo ( infelizmente, é claro) : ” O Serviço Nacional de Saúde não tem capacidade para estancar as mortes “. Há que aviá-las…

  2. Miguel Bessa says:

    Viva o socialismo geringonço! Recuperar rendimentos (aka comprar votos) mas os serviços que se lixem.

    PS. Já sei que vem tudo do governo anterior. Este governo tem responsabilidade de algo? O anterior nunca se podia desculpar com a bancarrota, já este assumir algo, Ups.

    • Paulo Marques says:

      Os cortes foram feitos pelo vosso mui amado Paulo Macedo.

      • Miguel Bessa says:

        Já antecipei um comentário desses. “Já sei que vem tudo do governo anterior. Este governo tem responsabilidade de algo?”
        Uns a vir de uma bancarrota têm culpa de tudo. Estes 4 anos ainda não conseguiram fazer nada?

        • Paulo Marques says:

          Que parte de não há dinheiro na zona euro é que não percebe? A menos que seja por um défice maior (como Drumpf e Salvini) e violar as “responsáveis” algemas de Berlim, explique lá como.

    • ZE LOPES says:

      Internado no domicílio? Que catástrofe!
      Doente tem de ser internado. E em hospital privado!

      Bota samba!

      Jair,
      Bolsonaro,
      Se quer saúde,
      Pague-a você que é caro!


  3. E os inconvenientes da atual situação são…???

    • Paulo Marques says:

      Pessoas a morrer com casos facilmente tratáveis quando detectadas a tempo, mas nem exames do plano de saúde básico existem.


      • Sim? Onde?

        • Paulo Marques says:

          Em todos os hospitais? Não lhe vou dar nomes por razões óbvias, mas é normal no São João esperar quatro meses por um TAC depois de ter um cancro no pâncreas detectado cedo. Também é normal os médicos estarem sempre ocupados quando os pacientes ou a família querem questioná-los sobre o assunto.
          Percebe-se, os cuidados paliativos contam pouco para o défice.

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