Gaia, uma lixeira a céu aberto

Vila Nova de Gaia, Quinta das Rosas, 18 de Novembro de 2018.

Uma zona habitacional situada a cerca de mil metros do centro da terceira maior cidade do país, onde é possível constatar-se que as políticas de protecção do ambiente permanecem uma “questão civilizacional”, tantas vezes tratadas exclusivamente ao nível da mera propaganda.

Comments

  1. vitor manuel marques says:

    o Pay – you – threw na questão dos resíduos sólidos em Gaia acção prometida pelo executivo há 2 anos para o Concelho continua na gaveta, o Gaia mais verde, mais ecológica, mais amiga do ambiente, continua a ser um sonho. No entanto as finanças, as contas do Município desde 2017 que se encontram no “verde”.

  2. Luís Lavoura says:

    Tudo o que sirva para dizer mal de Gaia – implicitamente da sua Câmara Municipal, mais precisamente do respetivo presidente – é bom para o Bruno Mendes.
    Lixeiras a céu aberto existem, infelizmente, em praticamente todos os municípios do país. Não deveriam ser motivo para dizer mal dos respetivos presidentes de Câmara.

    • Manuel Silva says:

      Ó Lavoura:
      Se bem percebi, devemos comer e calar.
      Entretanto, demasiadas câmaras no país, de norte a sul, transformaram-se em agentes de espectáculos de diversão (que, como se sabe, é das mais importantes tarefas que a lei estipula para estas entidades), promovendo todo o tipo e espectáculos e contratando os mais sonantes artistas nacionais e estrangeiros, missão em que gastam centenas de milhar, até milhões de euros.
      Mas está tudo nos conformes para si.
      Ainda bem, faltava-nos a sua caução para percebermos que tudo vai bem no reino das autarquias.
      Excepto as transferências do poder central, sempre escassas e abaixo do legalmente estipulado.
      Bingo, Lavoura.

      P.S. Sabe o que foi a Gaianima? E quantos milhões derreteu? E que empregos, para quem, criou?
      O presidente da coisa, Ricardo Almeida, parece que foi condenado a 3 anos e 6 meses de pena suspensa. Certamente por dar milho aos pombos.
      Eu sei que foi com o Menezes, mas o «normal» faz o seu caminho independentemente de quem vai ao leme da barca.

  3. Ana A. says:

    Independentemente das condutas dos municípios serem erradas no tratamento destes casos, acho lamentável que tratem com condescendência os “cidadãos” autores desta porcaria!
    Ou será que são todos inimputáveis!

  4. Ana A. says:

    As câmaras municipais têm que cuidar dos resíduos que os grunhos depositam a céu aberto e também devem dar aulas de cidadania aos ditos!

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