O discurso do embaixador Ernesto Araújo

O embaixador Ernesto Araújo tomou posse como Ministro de Estado e das Relações Exteriores do Brasil. O seu discurso inaugural é um documento que merece atenção por vários motivos, sendo que alguns desses motivos não são óbvios. Um deles é o facto deste discurso remeter para o berço civilizacional e filosófico do Ocidente, qualquer coisa com vinte e cinco séculos. Ao contrário do que possa parecer, o Brasil não anda propriamente a brincar ao Whatsapp e às Fake News, sendo um erro clamoroso, a avaliar pela amostra, subestimar a qualidade dos escolhidos de Bolsonaro. Por cá não temos nada parecido.

Comments

  1. Paulo Marques says:

  2. Ainda bem que por cá não temos nada parecido. Se isto é um intelectual, só porque sabe citar em Grego e em Tupi, vou ali e já venho. Discurso chato, sonolento, a transpirar erudição de encher o olho, mitológico no mau sentido e uma ideia de nação que nada tem a ver com a história dos povos que habitam o Brasil. Com tanta citação e erudição pena que não tenha citado sequer o mártir e santo da Igreja Católica: Thomas More, que se opôs ao nacionalismo do rei inglês e escreveu sobre a utopia socialista não marxista. Ou citado os atos dos apóstolos sobre a comunhão dos bens, ou S. Bento e a sua ordem de vida em fraternidade.


  3. “Não estamos aqui para trabalhar para a ordem global”

    • Paulo Marques says:

      Narrador: diz ele, enquanto redige o plano de vender o país às postas ao maior império global.

  4. JgMenos says:

    Pois não é que o corretês fica proscrito?
    E não é que o materialismo uberall vai junto?

    Deus, Pátria, Família? !

    • ZE LOPES says:

      Dirigido a V. Exa:

      Que Deus o amanhe, a Pátria o cubra e a Família o carregue

      São os votos para o Ano Novo.

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