Despacho

Agora é necessário auditar a avaliação de qualidade feita à auditoria. Depois avaliar a qualidade da auditoria feita à avaliação de qualidade realizada sobre a primeira análise sumária e provisória. Posteriormente, encomendar um estudo de “benchmarking” sobre avaliações e auditorias em contexto fenomenológico e metafísico forense, em função de cujos resultados deve ponderar-se a nomeação de uma Comissão independente que defina, sem pressa, no quadro da semântica processual administrativa, os limites da jurisprudência “a quo”, nos termos previstos em regulamentação específica a criar nos termos e para os efeitos previstos, cujos trâmites aguardam despacho vinculativo do grupo de trabalho “ad hoc” que, por determinação de acórdão ainda não transitado, desce à comissão. A pé e pelas pelas escadas.

Comments

  1. Mário Reis says:

    A quadrilhice em pleno gozo das suas competências e fins desde sejam para servir o não há alternativa é garantir a mama aos chamados empreendedores. Tempos de falsidade e fartar vilagem até mais não….

  2. Rui Naldinho says:

    Em Portugal, os pareceres jurídicos, as auditorias, ou as recomendações das entidades que têm por missão fiscalizar o equilíbrio entre as partes, sendo que uma delas é o contribuinte ou o consumidor final, dão sempre razão a quem lhes paga, ou na melhor das hipóteses, a quem faz o recomendado lobby a montante. A jusante ficam todos os Tugas, que entre si esgrimirão culpas sobre o partido A, B ou C.
    Ainda estou para ver, será que está para breve(?), o parecer ambiental estratégico do aeroporto do Montijo.
    Até me vou rir!

    • Paulo Marques says:

      Não é só em Portugal; ganhávamos todos muito se nos deixássemos de fazer de coitadinhos, esta merda é importada com muitos anos de atraso.

  3. JgMenos says:

    Uma rigorosa análise da boyada no seu melhor!

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