85 euros por minuto

Para fazer aquele serviço que se vê todas as semanas na SIC, o senhor Dr. Marques Mendes é pago a 85 euros por minuto. São cerca de 1900 euros por cada programa de 22 minutos. Não é o único, nem é o que recebe mais. Mas cada sílaba que este senhor pronuncia – devemos ter consciência disso – é roubada ao país que deveríamos ser. Aquele país de gente instruída onde os Marques Mendes desta vida andariam pelas feiras numa Ford Transit, a vender edredons e acolchoados.

Comments

  1. Julio Rolo Santos says:

    Marques Mendes (comentador) e Eduardo Muniz apresentador da rubrica “Deus e o Diabo”são dois propagandistas ao serviço do PSD. As estações de televisão que os acolhem são as responsáveis pelos programas e pagamento de avultados cachês que manteem no ar porque esperam retorno com a chegada do PSD ao poder e isso será quando? Saíram e não deixaram saudades.

  2. Anonimus says:

    Eu faço a minha parte.
    Mudando de canal.

  3. Antonio Cabral says:

    Não ofenda os carros. Está enganado, devia andar a pé, com o cobertor ás costas.
    António Cabral


  4. Belo país…


  5. Engraçado não referirem o bispo evangélico Louçã. Não convém, todos sabemos…

    • Rui Naldinho says:

      Engraçado é confundir um comentador que recebe 2500,00€ por mês, com outro comentador que recebe 7500,00€, no mesmo período de tempo.
      É só o triplo! Mas é só por acaso!
      Um deles comenta em canal aberto, ao domingo, o outro em canal por cabo, à sexta feira. Um chega a todos as casas. O outro só a quem tem sinal de cabo.
      Mas mais engraçado mesmo, mais do que isso tudo, é um gajo postar um comentário com o nick “JMS”, demonstra bem ao que vem…
      Mas é só por acaso!


      • Já o teu nick é o nome da minha avó.

        És um totó.

        Achas que toda a gente é estúpida.

        Típico da esquerda que acha que é dona da verdade. E do país.

        Actualiza-te e sai lá de 1917, onde ainda vives.

    • Paulo Marques says:

      Ao menos o Louçã vai dizendo qualquer coisa que não se desmente em 5 segundos.


      • Aqui está, Paulo Marques :
        ( ?… quem tem medo do Louçã, do Louçã, do Louçã ? )

        «Numa entrevista desta segunda-feira ao “Eco”, Rui Rio terá deixado uma mensagem críptica que, segundo o jornal, terá sido: “sou favorável a que a CGD mantenha uma maioria pública de capital, mas estou aberto à abertura de critérios de gestão privados.” A coisa caiu no silêncio profundo que seria de esperar, dado que aparentemente não se refere a qualquer família em especial.

        Lida com cuidado, a segunda parte da frase não tem qualquer significado: a CGD é gerida como qualquer banco, logo com os tais “critérios de gestão privados”, ou seja, concede crédito e escolhe operações financeiras segundo a regra da rentabilidade e da gestão de risco que faz parte do negócio bancário normal. Portanto, nada no seu regime de propriedade altera essa norma de gestão, para o melhor e para o pior. Então, o que importa é a ideia, essa também antiga, de uma “maioria pública da capital”, que é a forma mal amanhada de sugerir uma “minoria privada de capital”. Tudo mansinho, como aliás ocorreu no passado com as privatizações, nunca começaram pela declaração de uma vontade de alienação completa e, no entanto, foi sempre aí que terminou o processo.

        Quem lê estas linhas, gente avisada, bem se lembrará de que existe uma espécie de latência no PSD sobre a privatização da Caixa, com recaídas de quando em vez: na época mais recente, a proposta surgiu num livro de Passos Coelho, então ainda candidato à liderança do PSD, depois houve algum ensaio na preparação do programa do Governo, até que os outros bancos ou alguém acima deles se colocou no caminho. O facto é que os acordos com a troika não incluíram a CGD-banco na lista das privatizáveis, mas não pouparam a CGD-seguros, que representava um terço do mercado e a mais poderosa das seguradoras, a Fidelidade.

        Houve depois um abanão com os dois processos de recapitalização, em 2012 e em 2016-17, obrigando mais uma vez o banco a ceder parte do seu negócio a concorrentes no estrangeiro, ou garantindo-lhes uma generosa renda por aplicações de capital. Que agora, em vésperas de eleições, venha Rio sugerir, sem chegar a propor, uma entrada de privados no capital da CGD, tudo como se fosse um simples ajustamento de carteira, pode ter mais que ver com a necessidade de disparar em todas as direções do que com um programa coerente.

        Em todo o caso, coerência não tem nenhuma. Todas as privatizações e vendas de ativos na banca portuguesa ajudaram a destruir os centros de capital nacional, e levaram o BCP, o BPI e o Novo Banco para as mãos de interesses angolanos, catalães e norte-americanos, sendo nuns casos concorrentes diretos e noutros aventureiros avulsos. Ter a Caixa nas mãos do Estado é a única garantia de um sistema de crédito gerido em Portugal, no mínimo.

        Bem sei que, no dia em que nos bater à porta a próxima vaga de austeridade, os credores exigirão parte da Caixa. Talvez devêssemos então olhar para este tipo estranho de família que, do PSD aos agentes financeiros, está tão interessada em ir banalizando a ideia de que lhe cabe ficar com uma parte do maior banco português.
        Água mole em pedra dura, esta velha ideia vem por vagas, testa o terreno, explora a desatenção, procura os elos fracos, vai tentando os dirigentes do PSD, cola-se aos liberais. O seu argumento é tremendo, revelador e evidente: o privado gere melhor a banca. Como se tem visto, não tem?»

        Francisco Louçã

  6. Antonio Serpa says:

    Então a SIC não é um canal Privado ? Como assim sai do meu bolso ?
    O que sai do meu bolso é para o Francisco Louçã ! E ainda por cima para ele andar por lá a pregar as boas graças de sistemas politicos que são responsáveis pela morte de milhões de pessoas que apenas queriam ter Liberdade.

    Antonio Pena Serpa.

    • abaixoapadralhada says:

      “sistemas politicos que são responsáveis pela morte de milhões de pessoas que apenas queriam ter Liberdade.”

      Que cassete tão roufenha e antiga !

    • Rui Naldinho says:

      Diga lá qual é o Sistema Político responsável pela morte de milhões de pessoas, que ele defende?
      Mostre lá uma frase escrita por ele, ou uma afirmação nas televisões, públicas ou privadas, do qual se constate, nessa sua afirmação, defender esses sistemas políticos?
      Mas seja claro.

      • Antonio Pena Serpa says:

        O Louça já do tempo da LCI e do PSR era Trotskista. Sabes muito bem o que é ser Trotskista não sabes ? Ou é preciso explicar-te ?
        Não, digas que não sabes … Não vou explicar o padre nosso ao vigário.
        Sentiste-te atingido porque também és um velho sonhador com a Ditadura Comunista não é ? Para ti o Comunismo não matou ninguém não é ?
        Mas tipos como vocês já nem vale a pena. Mas para os jovens que poderão estar a ler isto e se sintam atraidos pelas vossas mentiras recomedo o livro ” O Livro Negro do Comunismo” que até pode ser encontardo na Net gratuitamente, e só para abrir o apetite deixo o comentário(ver Wikipedia) do historiador Tony Judt, analisando o livro para o The New York Times:

        Um compêndio de 800 páginas dos crimes dos regimes comunistas por todo o mundo, recolhidos e analisados em grande detalhe por uma equipa de especialistas. Os factos e os dados, alguns deles bem conhecidos, outros confirmados há pouco em até agora inacessíveis artigos, são irrefutáveis. O mito dos fundadores bem intencionados – o bom czar Lenine e os seus perversos herdeiros – foi apagado de vez. Ninguém poderá mais clamar ignorância ou incerteza acerca da natureza criminosa do comunismo, e aqueles que começaram a esquecer serão forçados a relembrar de novo.

        E por mais que queiras disfarçar o teu querido Guro é apoiante deste tipo de regimes.

        Serpa

        • Rui Naldinho says:

          Ó Serpa, tu é que me saíste um grande “Guro”!
          Só sabes fazer:
          “Guro, Guro, Guro… como o perú.
          Já agora, talvez necessitasses de um Guru, para te ensinar algumas coisas.


        • Já que gostou tanto do “Livro negro do Comunismo” poderá também juntar este à sua biblioteca.

          https://www.wook.pt/livro/o-livro-negro-do-capitalismo/82776


          • Porque não vai viver para um paraíso comunista?

            Pelo seu raciocínio, vive-se muito bem num local desses.

            Não vai? Pois…

        • abaixoapadralhada says:

          “Um compêndio de 800 páginas dos crimes dos regimes comunistas por todo o mundo, recolhidos e analisados em grande detalhe por uma equipa de especialistas”

          Insistes na cassete bandido Serpa. Quanto é que ganhas por minuto de lixo que debitas aqui ?

    • Paulo Marques says:

      Nesse aspecto, a democracia não dá lições a ninguém. Desde a fome irlandesa e indiana (o Trevelyan assentava que nem uma luva no PPE) ao desastre iraquiano, nem é preciso ir ao ecocídio eminente do planeta inteiro.

  7. abaixoapadralhada says:

    O topo Gigio devia fazer a pregação de borla.
    Está a pregar no Laranja Canal do Balsa Mamão, militante numero 1 do PPD, que é também o partido do Topo Gigio

  8. Paulo Lopes says:

    Não vejo qual o problema! A SIC e a TVI são privados, dão o que quiserem dar! Mais chato é RTP que somos obrigados a pagar e ainda da para cederem profissionais a canais privados! Isso sim, e chato!

    • j. manuel cordeiro says:

      Não tem mal algum.

      Mas cruzemos esta linha de argumentação com a tese de a comunicação social ser controlada pela esquerda. Ou com as teses moralistas do excelso doutor Mendes, mas que se esqueceu da nomeação da esposa.

      É capaz de haver algo que não bate certo.

  9. Nuno M. P. Abreu says:

    Não sei porquê hoje ao ler o Aventar lembrei-me da A1. Aqui,há uns largos anos, fazia a A1 duas vezes por semana. E era bom abrir a janela e sentir na cara um vento novo que me refrescava a cabeça e as ideias. De ver em quando surgia um vento bafiento que me obrigava a subir o vidro mas nada de grave. Havia todavia um lugar em que o cheiro era nauseabundo, mais parecendo uma flatulência gástrica, que quase me obrigava a calafetar os vidros. Era em Cacia.
    Aqui acontece-me o mesmo. Existem comentários, que para mim constituem uma brisa refrescante, existem outros que me parecem um pouco bafientos, mas chego a um onde onde sinto apenas o odor de uma flatulência incontida: pum, pum, cassete, cassete… pum, pum cassete. cassete, mais parecendo uma pescadinha de rabo na boca que se auto alimenta das suas próprias redundâncias.
    Mas vamos ao que interessa a ventos refrescantes que, incomodativos ou não, arejam o ambiente.
    Não concordo em nada com o exercício sobe quando ganha um comentador politico. É-me fornecido gratuitamente um produto que só consumo se quiser. Poder ser útil discutir se tal produto tem alguma utilidade. Mas isso é o mesmo que os anúncios do calcitrim. Por ventura quem os anuncia ganha naquele minuto mais de oitenta euros, mas o que interessa saber é se é verdade que aquelas pastilhas repõem ou não a massa óssea.
    Penso que este espaço é bem mais útil para discutir ideias sobre o melhor modo de progredirmos societariamente do que discutir a melhor ou pior gestão financeira de empresas.

    • Paulo Marques says:

      Certo, mas convenhamos que uma instituição com uma licença rara e controlada para informar devia falar um bocadinho de verdade, mas é o que é desde que nasceu.

      • Nuno M. P. Abreu says:

        No campo do dever ser, praticamente tudo pode ser dito. Não acha, por exemplo, que deveriam ser os espectadores a ter cultura suficiente para se não deixarem enganar por gesticuladores profissionais e desligarem o canal? Se estivermos sempre à espera de presbíteros para nos explicar ao credo, não temos futuro.

        • Paulo Marques says:

          Claro que não, deviam saber só matemática, computadores e empreendedorismo, que é o que está na moda política. Ah, e contabilidade, para saber apreciar as contas públicas.
          Gosto muito de democracia, mas convenhamos que eleitores informados é coisa que nunca existiu, e os média sempre foram grande parte da razão.

          • Nuno M. P. Abreu says:

            O Paulo não é eleitor? Não está informado?

          • Paulo Marques says:

            Talvez esteja, e daí? A maior parte das pessoas tem mais que fazer, a começar pelos filhos, e acredita em qualquer notícia de gente “responsável”.

          • Nuno M. P. Abreu says:

            Daí? Daí a certeza de que a afirmação- eleitores informados é coisa que nunca existiu – é falsa. í

          • Paulo Marques says:

            O problema é que não sou só eu que voto.

    • j. manuel cordeiro says:

      Só consume se quer. Mas, para mim, o tema é outro. Alguém que prega moralismos é um autêntico hipócrita. E isso merece comentário, independentemente da brisa.


  10. … Olhe que não, Nuno Abreu,
    pois que se sabe que a maioria de espectadores ” que deveriam ter cultura suficiente para não se deixarem enganar ” a que se refere, simplesmente e lamentavelmente NÃO possuem essa cultura/informação !
    E os canais Tvs, que nem sempre difundem cultura, pelo contrário, apostam no entretenimento básico, funcionam de acordo com o tipo e número das audiências que sabem que têm com vista a lucros da empresa e também e sobretudo à intencional e perversa alienação continuada dessas audiências que serão talvez a maioria dos espectadores !
    …veja-se o nível de audiências da TV2 ou Radio Antena 2 ou Mezzo, por ex, comparativamente com os canais CM e Tvis etc e programas desporto/futebol que invadem até o serviço público de TV !!!!

    • Nuno M. P. Abreu says:

      Cara Isabela:
      Eventualmente me não fiz entender. Não acha que os telespectadores DEVERIAM ter cultura suficiente para se não deixarem enganar? Acha que eu afirmei que tinham?
      Não sou tão pretensioso que me sinta habilitado a definir se esta ou aquela sociedade é evoluída. Se possui ou não cultura/informação.
      Os canais privados são canais comerciais que vivem de telespectadores, como um produtor de batatas vive de consumidores ou um escritor vive de leitores. Não me compete a mim educar o povo, impondo o que devem ver, comer ou ler. Isso parece ter cabido a Mao ou a Arnaldo de Matos.
      A mim compete-me opinar dentro daquilo que julgo que é o melhor para todos segundo os conhecimentos que adquiri, os princípios éticos que me incutiram, as boas e más experiências que vivi. Tão só!

      • ZE LOPES says:

        É um lindo fado! Proponho o seguinte refrão:

        Tinha a Direita encontrado um filão,
        P’ra comentar, em sua pastorice.
        Quando então, um Cavaco, feito leão,
        Abreu a Caixa, da Pandorice.

        Foi na Covilhã, vetusta cidade,
        Usando sua eminente vozinha,
        Que Cavaco finalmente se soltou,
        Inspirado pela fôfa lãnzinha.

  11. ZE LOPES says:

    Não é por nada mas…a coisa foi parar ao laranjal e abreu-se uma Caixa de Pandorice!


  12. ” …Falei de cultura. Porventura serei mais claro se falar de revolução cultural, embora saibamos que se trata de uma expressão desgastada, muitas vezes perdida em projectos que a desnaturaram, consumida em contradições, extraviada em aventuras que acabaram por servir interesses que lhe eram radicalmente contrários….” / José Saramago

    Estamos de acordo, caro Nuno Abreu ?

  13. Nuno M. P. Abreu says:

    Desculpe, cara Isabela, mas parece que não entendeu o artigo de onde retirou a citação de Saramago.
    Mas, em primeiro lugar, queria dizer-lhe que, para mim, Saramago não constitui qualquer referência como ser humano. Naturalmente como escritor é reconhecido internacionalmente, como homem deixou muito a desejar. Quando assumiu as funções de director adjunto do DN , onde mandava como testemunha Mario Zambujal provocou o saneamento de 24 jornalistas. Passei por essas alturas pela Avenida da Republica, ao Marquês; onde uma manifestação queria correr com ele e gritava “Diário é do povo Não é de Moscovo”
    Como Joaquim Viera refere nunca foi um homem com relações honestas com mulheres. Com o partido andou sempre desavindo. Com coerência ideológico é uma aberração. Como é que sendo um comunista confesso aceita um prémio monetário oriundo de um capitalista que fez fortuna a produzir dinamite?
    Sartre quando foi indicado como potencial vencedor do Nobel escreveu de imediato uma carta, em 14 de Outubro de 1964, avisando a Academia Sueca que não tencionava aceitar o Nobel da Literatura, caso este lhe fosse atribuído.
    Agora em segundo lugar, Peço desculpa mas penso que a Isabela não entendeu o artigo donde retira o excerto do texto que cita, sobre o “Homem novo”. dos Cadernos de Saramago”
    Nesse artigo ele começa por afirmar que “culturalmente, é mais fácil mobilizar os homens para a guerra que para a paz” . Termina escrevendo: “A única revolução realmente digna de tal nome seria a revolução da paz, aquela que transformaria o homem treinado para a guerra em homem educado para a paz porque pela paz haveria sido educado. Essa, sim, seria a grande revolução mental, e portanto cultural, da Humanidade. Esse seria, finalmente, o tão falado homem novo”
    O PCP que todos os dias fala em luta – A luta continua – vive ainda na idade da pedra socialista. O homem deve cultivar-se em paz e em paz arranjar os consensos que lhe permitam evoluir”
    Na sociedade de hoje este PCP é uma aberração ideológica.

    • Paulo Marques says:

      Então o PCP devia dizer que os trabalhadores deviam capitular e deixar de ter direitos, a bem da paz? E a luta contra as intervenções estrangeiras, é pela paz ou pela guerra?

      • Nuno M. P. Abreu says:

        Caro Paulo:
        A minha vivência de muitos anos, as várias experiências que vivi nos contactos com PC, as decisões que os vejo tomar permitem-me afirmar que o PCP não esta inserido na nossa democracia de uma maneira séria.
        O PCP ainda não abdicou do seu principio ideológico estrutural que é impor à sociedade que integra uma ditadura. Teve de mudar a letra da lei dos seus estatutos por imposição constitucional mas não teve pejo de afirmar que a letra mudou mas o espírito da mesma continua. Álvaro Cunhal afirmou, na altura do PREC, que em Portugal jamais aceitaria uma democracia do tipo ocidental.
        Mas isso foi no passado? Não. É no presente. Basta ouvir o Jerónimo de Sousa, o Secretário-geral do PCP, aceitar o regime Norte-Coreano como uma democracia porque os outros não sabem qual o conceito de democracia. Só eles que nos parlamentos dos países da Europa Ocidental representam menos de 2% dos eleitos, o sabem.
        Não se engane, caro Paulo. O PCP não luta pela melhoria da situação dos trabalhadores , procurando uma relação mais justa entre trabalhadores e empresários. Eles odeiam estes. E não descansarão enquanto os não eliminarem totalmente, estatizarem toda a economia e instalarem uma ditadura do proletariado que eles classificam como o paraíso mas que a realidade histórica e presente nos dizem que é o inferno.

  14. César P. Sousa says:

    Versão mea culpa :
    Cara Isabela !
    -“Eventualmente não me fiz entender” .Terréutéutéu pardais ao ninho.
    Versão já me estou a passar :
    -” Desculpe cara Isabela mas parece que não entendeu…”
    Onde é que eu já ouvi isto ???
    off record : (kkkkkkkk ! )

  15. Ana Araújo says:

    Vergonha mas as nossas TV são às culpadas entrao pelas casas dos portugueses com estes senhores da conversa da treta .ou programação do não se aprende nada

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