O senhor Presidente está na República Popular da China

E mandou um recado interno sobre o tipo de investimento que os chineses fazem actualmente em Portugal, contrapondo aquele que, na sua opinião, deveriam fazer.
O senhor Presidente tem razão (mas, mesmo assim, não vou votar nele).
O problema que o Professor Marcelo Sousa bem coloca resolve-se (resolver-se-ia) facilmente, privilegiando o contacto institucional directo com Pequim, Soberano a Soberano, ou seja, retirando a Macau a primazia pontífica com certos circuitos lisboetas.

Tem coragem para isso, senhor Presidente?

Comments

  1. Paulo Marques says:

    O Sr. Presidente, não contente em exercer o poder que não tem em Portugal de fazer leis, agora quer fazer o mesmo na China, um dos poucos países a fazer qualquer coisa por si próprio?
    Boa sorte com isso.

  2. Rui Naldinho says:

    Não gostamos dos alemães, mas os “boches” lá vão investindo em áreas produtivas, seja através da VW, seja através da Siemens, ou de outros grupos industriais.
    Já os “nossos amigos do pato à Pequim” são mais dados a negócios rentistas, quando não mesmo monopolistas. Tão monopolistas, que primeiro começam por comprar os serviços de uns quantos Catrogas & Comp.ª, depois metem um Secretário de Estado a preceito, no governo, pagam-lhe umas garrafas de champanhe, e o negócio está feito por muitos e bons anos.
    O Senhor Presidente tem razão no seu apelo, mas mesmo assim, também não vou votar nele.

    • Bruno Santos says:

      O problema é outro.

      • Rui Naldinho says:

        Mas o Eduardo Catroga e o General Rocha Vieira não são os macaístas de serviço?

        • Bruno Santos says:

          É melhor perguntar ao Camões, que foi quem escreveu sobre a Inveja.

    • Daniel says:

      Vão investindo porque nos, com menos, fazemos muito mais do que eles!…
      Siemens?!
      Deve ser Bosch…