Entrevista imaginária ao Dr. Vítor Constâncio sobre a ameaça de demissão do Primeiro-Ministro

 

– Dr. Vítor Constâncio, quais os motivos que, na sua opinião, levaram o senhor Primeiro-Ministro a ameaçar demitir-se?
– Está em causa a credibilidade externa de Portugal e – isso é um facto – o Estado não tem dinheiro para satisfazer as reivindicações dos professores e as outras que, inevitavelmente, se seguiriam.
– Mas não tem dinheiro porquê?
– Bem, isso não me lembro.

Lista de grande devedores à CGD:

Comments

  1. Paulo Marques says:

    Decidiu viver à custa de mesada da máfia financeira para financiar a máfia interna, tinha tudo para correr bem.

  2. Nuno M. P. Abreu says:

    Dos Estatutos do PCP:
    “O Partido Comunista Português, partido político da classe operária e de todos os trabalhadores, inteiramente ao serviço do povo português e de Portugal, tem como objectivos supremos a construção ..do Comunismo
    Como partido tem como base teórica o marxismo-leninismo.
    …A adesão de Portugal à CEE, contra a qual o PCP justamente lutou –”

    Escrevia, há dias, Francisco Melo, membro do Comité Central,no Militante :
    “Defendemos hoje o marxismo-leninismo com o mesmo espírito com que, no seu tempo, Lénine defendia o marxismo”

    Dizem os Estatutos do PCP:
    “São princípios essenciais de uma democracia:
    – o sufrágio universal directo, secreto e periódico;
    – a capacidade activa e passiva a partir dos 18 anos;
    – o recenseamento único para todas as eleições, controlado pelos cidadãos e pelos partidos políticos, obrigatório para os eleitores residentes no território nacional;
    – o acesso aos meios de comunicação social e a todas as outras formas de contacto e esclarecimento dos eleitores em condições de igualdade e efectiva liberdade;
    – a fiscalização livre e eficaz das eleições.”

    Diz Jerónimo de Sousa:
    A Coreia do Norte não é uma democracia?
    Primeiro temos de saber o que é uma democracia!

    Mais palavras para quê? A coerência na sua plenitude.

    • Nuno M. P. Abreu says:

      Desculpem. Comentário publicado aqui por erro.


      • ….tal é a raiva ao PCP que dá para se atrapalhar e repetir-se, Nuno Abreu !! grrrrrrr……

        (

        • Carlos Almeida says:

          O Pavlov há muito tempo definiu as reacções desse género.
          Enfim, oremos……

  3. Brito says:

    O PS aceitará ser governo se não vencer as próximas eleições com maioria?

    É a questão que se impõe. É a pergunta que está obrigado a fazer o sr. Presidente da República antes de aceitar a demissão do governo. É a pergunta que se impõe colocar a todos os que assistiram a uma encenação sem pudor, até porque os portugueses merecem saber se António Costa está ou não disponível para governar se não vencer com maioria. E, talvez, antes disso, saber se faz sentido fazer essa pergunta a quem se apresenta a eleições numa democracia, principalmente a quem governou nas condições em que todos sabemos, sem vencer eleições e com o apoio parlamentar de outros partidos.

    Numa clara tentativa de inverter uma queda nas intenções de voto, aposta-se desavergonhadamente no “tudo ou nada”, colocando já em campo um conjunto de personalidades da comunicação social famosa pela sua prestabilidade sem limites e pela sua disponibilidade para auxiliar na sempre triste tarefa de convencer a opinião pública que a mesma já está convencida do que dizem. Todo um exército foi já chamado para começar o despudorado exercício de explicar o inexplicável: que a opção da “direita” foi diferente da opção da “esquerda” – como se tivesse sido possível que a justiça neste caso dos professores fosse feita sem a acção conjunta de toda a oposição, de todos os partidos que sempre disseram, desde o início, que o tempo não se apaga, conta-se, e todo. E de avisar que, afinal, o famoso “diabo” de Passos Coelho sempre aparecerá porque alguns incautos tiverem a ousadia de querer abrir uma pretensa “caixa de Pandora”, com a contabilização dos anos de serviço congelados dos professores. Que todos os males do mundo cairão sobre os infiéis que se atreverem em aumentar uma despesa inventada, fictícia, que não foi demonstrada e que mistura despesas e receitas num mesmo saco para aumentar um número que, dividido numa solução como a da Madeira, não chegaria a 50 milhões de euros anuais e que, se se fosse estendido a todas às outras carreiras especiais, ficaria abaixo dos 70 milhões.

    E assim tenta-se assustar os ingénuos, arriscando tudo numa maioria absoluta que lhes permita não ter que se coligar com quem, de antemão, já sabem que nunca apoiará um partido que tenta repor todo o tempo congelado para uns e apenas um terço para outros.

    Será caso para perguntar ao senhor presidente o que pensa sobre um governo de um partido que se demite e que apenas aceita ser governo novamente se vencer com maioria?


  4. Bruno Santos, bem visto, genial “entrevista” com tudo o que se subentende !!!

  5. Carlos Duarte says:

    Qualquer dia temos tambem um presidente comico! No coments PORTUGAL no seu melhor