Até os mortos aparecem para falar sobre a eutanásia


Fala-se de despenalização da morte medicamente assistida e eis que, de repente, o reino dos mortos dá sinais de vida.
Os próximos tempos prometem.

Comments

  1. Carlos Almeida says:

    As múmias paralíticas, estão mortas ou vivas ?

  2. Rui Naldinho says:

    Cavaco Silva ainda há-de ser “reconhecido”, como um grande apreciador do Bolo Rei.
    Quanto ao resto, nem por isso.

  3. Mr José Oliveira Oliveira says:

    É muito significativo que o Acabado tenha andado calado que nem um rato perante todos os mais importantes problemas do país, e só acordou agora para atirar uns bitaites sobre um assunto perfeitamente lateral e sem implicações de maior para o comum dos mortais. Ele há prioridades e prioridades. Deve ter sido obra da cavaca:
    – Oh filho, vai lá mandar vir umas postas de pescada que o PCP anda assanhado!
    – Hã…o quê?…Ah…tá bem. Contrariado mas vou.

  4. Julio Rolo Santos says:

    O título não podia ser mais sintomático para caracterizar quem, de vez enquando, ainda resolve fazer prova de vida para citar a sua “douta” sentença sobre um assunto que o poderá afetar. Eu, que aínda estou no mundo dos vivos, declaro-me a favor da eutanásia assim os senhores deputados o estejam para darem plena liberdade de se poder morrer, sem sofrimento.

  5. Abraham Chevrolet says:

    Desliguem-lhe a máquina,porra !!!

  6. abaixoapadralhada says:

    Até a ratazana com mixomatose vem dar o seu contributo

    https://sicnoticias.pt/especiais/eutanasia/2020-02-12-Passos-Coelho-considera-leviana-forma-como-esquerda-quer-legislar-sobre-eutanasia

    Não têm mesmo nada a que se agarrar.
    Até parece que se vai legistar para que a Eutanásia seja obrigatória

    Abaixo a padralhada e afins


  7. De muito mau gosto, o post e os comentários. Quem se importa com o que diz CS? Eu não confio nos deputados e, muito menos, nos partidos. Isto não tem a ver com missas, o referendo exercido após esclarecimento verdadeiro e profundo é a forma mais democrática de decidir uma questão deste tipo. Serviu para a despenalização do aborto, não sei porque não há-de servir para a despenalização da Eutanásia.

    • abaixoapadralhada says:

      ” Eu não confio nos deputados e, muito menos, nos partidos.”

      Mais uma adepta da padralhada a falar.
      Os criminosos pedófilos ainda têm muita força neste País. Há que deita-los abaixo de vez

      Abaixo a padralhada

    • Julio Rolo Santos says:

      “Não confio nos deputados e, muito menos, nos partidos…”
      A Isolete confia numa Igreja que tem, no seu seio, padres que
      pregam a moral e os bons costumes e são pedófilos? Confia numa Igreja que torturou e matou milhares de seres humanos no tempo da Santa Inquisição? Confia numa Igreja que não se coibe de levar as pessoas a pensar que o que se pretende com a despenalização da eutanásia é promover a morte sem regras? Felizmente que a maioria das pessoas não pensam como a Isolete porque acham, e muito bem, que cada um é dono do seu corpo e livre para poder decidir do seu destino, no momento de um eventual infortúnio. Lembro-lhe, caso se esqueça, que Já quando da da discussão e aprovação da despenalização do aborto, havia muita boa gente a alinhar pela lenga-lenga da Igreja, que se manifestava contra o aborto, mas levava as filhas a Espanha para o fazer. Quem nos livra desta “Santa” hipocrisia.


      • Sr Júlio Santos: Nada do que presume sobre mim é verdade. Não tenho nada a ver com a igreja católica ou outra. Sou DEMOCRATA. Defendo o Referendo nesta, como noutras matérias que transcendem a AR onde, como é evidente, há muita gente impreparada para legislar.


      • Sr Júlio Santos: Nada do que presume a meu respeito é verdade. Não tenho nada a ver com a igreja Católica ou outra. Sou DEMOCRATA e defendo o Referendo em matérias como esta. É a minha opinião. Não me parece adequado aproveitar o meu comentário para expressar o seu anti-clericalismo. Estamos a falar de um assunto numa outra dimensão.

      • E o burro sou eu ? says:

        Sr Santos

        “Lembro-lhe, caso se esqueça, que Já quando da da discussão e aprovação da despenalização do aborto, havia muita boa gente a alinhar pela lenga-lenga da Igreja, que se manifestava contra o aborto, mas levava as filhas a Espanha para o fazer. Quem nos livra desta “Santa” hipocrisia.”

        É essa a verdadeira questão.
        Quem nos livra dos padrecas e seus sacristas hipocritas

  8. Julio Rolo Santos says:

    Sr.D. Isolete Calheiros. Um DEMOCRATA deve respeitar as instituições que elegemos livremente e,a Assembleia da República, é uma dessas instituições. Não reconhecer legitimidade aos seus deputados competência para legislar sobre a despenalização da eutanásia, não é ser coerente com os preceitos democráticos. Ser a favor de um referendo, sobre esta matéria, é estar fazer o jogo sujo daqueles que não querem que nada mude para poderem continuar a manter o controlo sobre o seu “rebanho”. Estou certo, de que a hipocrisia não vingará.


    • Um DEMOCRATA deve respeitar a Constituição-“Artigo 24.º
      (Direito à vida)1. A vida humana é inviolával.” Se o jogo é sujo, não sei, não fui eu que o sujei.Também não sei o que quer dizer com “rebanho”. O que vejo é muitos “carneiros” a votarem em quem não tem capacidades para a tarefa da governação. Quanto à hipocrisia ela existe- desvia-se a atenção das pessoas para o direito a uma morte digna e não se lhes garante uma vida digna. Só este mês a GNR do Algarve reportou a morte de 10 idosos que viviam sozinhos e isolados. Mas não se preocupem, vamos ter 5G e as comunicações vão ser muito mais rápidas.

  9. Julio Rolo Santos says:

    “O que vejo é muitos “carneiros” a votarem em quem não tem capacidade para a tarefa da governação”. e ainda “a hipocrisia ela existe, desvia-se a atenção das pessoas para o direito a uma morte digna e não se lhes garante uma vida digna”.
    Sra Dna Isolete Calheiros, estou muito confiante de que, no primeiro parágrafo, a Senhora se esteja a referir aos governos de Cavaco Silva e ao governo de Passos Coelho em quem não votei daí, não me servir a carapuça. Quanto ao segundo parágrafo, pelo que conheço, as doenças não escolhem extratos sociais e até julgo que são os mais bem sucedidos socialmente os mais propensos a doenças graves pelo tipo de estilo de vida que levam e não pelas dificuldades no acesso aos melhores cuidados de saúde, o que não acontece com os mais desfavorecidos socialmente. O que está em causa é a despenalização da eutanásia, a pedido de quem se encontra numa situação de doenças incurável e em sofrimento intolerável, nada mais do que isso.

  10. Julio Rolo Santos says:

    Digo, estratos sociais e não extratos sociais.

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