A Fundação de Serralves recebe financiamento público. Todos sabemos o que está a acontecer com as questões das pessoas que lá trabalham e que viram interrompido esse trabalho. Queixas foram feitas a quem de direito (ACT e Ministra da Cultura). O assunto prossegue, de acordo com notícias recentes.
São PPs (prestadores de serviço e/ou precários). O caso será de tribunais, com o consequente desgaste quer da instituição, quer das pessoas em causa.
O que se pergunta é : O que fizeram os representantes (Isabel Pires de Lima e José Pacheco Pereira) do Estado Português na Administração da Fundação? Zelaram pelo interesse público? Pelo cumprimento da Lei? Informaram quem de direito o que se estava a passar?
Bem me parecia.
*Novos contos do Gin-Tonic”, Mário-Henrique Leiria, Ed. Estampa, 1976