Matar e profanar o funeral: bem vindos ao apartheid israelita

No funeral de Shireen Abu Akleh, militares do IDF irromperam por entre a multidão que se despedia da jornalista e distribuíram porrada a torto e a direito, incluindo àqueles que carregavam o caixão.

Só a pior da escumalha vai para um funeral à procura de confusão. Mesmo nas barbas da imprensa internacional, para que todos vejam que o regime israelita, sempre autoritário, fez o que bem lhe apetece e atropela quem tiver que atropelar.

O que distingue esta gente do regime russo?

Comments

  1. Francisco Antifa says:

    O que distingue esta gente do regime russo é o mesmo que distingue charutos da caganita de rato. Informe-se bem sodre o que se passa e ou passou e depois é só depois veicule as suas opiniões.Não seja apenas uma Correia de transmissão de opiniões alheias e de que tem um conhecimento unilateral…

  2. João L Maio says:

    Nada os distingue. Israel cometeu inúmeros crimes de guerra, a Human Rights Watch já alertou para o que lá se passa: colonatos ilegais, naquilo que se caracteriza como um Apartheid. (https://www.hrw.org/report/2021/04/27/threshold-crossed/israeli-authorities-and-crimes-apartheid-and-persecution)

    Outra organização, a Amnistia Internacional, aponta o mesmo: Israel está a impor um regime de apartheid nos territórios da Palestina (https://www.amnistia.pt/apartheid-estado-de-israel/).

    Aliás, neste momento, fazendo uma suma sobre o que os distingue: a Federação Russa ainda só invadiu; Israel já ocupa e coloniza.

  3. luis barreiro says:

    Mas ela sendo americana o funeral não é feito nos usa?

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