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Ricardo Rodrigues, o verdadeiro artista

Afinal não foi eleito presidente da Câmara. Houve chapelada. Alguém esperava outra coisa?

Ricardo Rodrigues apropriar-se-á da toga do juiz

Sentença do deputado Ricardo Rodrigues é hoje conhecida

Afinal em que é que ficamos, Ricardo Rodrigues?

gravadoresRicardo Rodrigues anda confuso. Compreende-se. Isto de um homem ser suspeito em vários casos obscuros e transitar para deputado, de ser nomeado membro do Conselho Superior do Ministério Público, de desviar gravadores a jornalistas e ir parar à Comissão para a Ética, a Cidadania e a Comunicação, de ser constituído arguido e ser nomeado para o Conselho Geral do Centro de Estudos Judiciários, de ter sido referido como pertencente a um “gang internacional” e ver-se na situação de coordenador da Comissão Parlamentar para o Combate à Corrupção, deixa qualquer um confuso. [Read more…]

Ricardo Rodrigues e o fim da República

Em setembro de 2009 tropecei no espantoso currículo do deputado Ricardo Rodrigues:

As declarações nos autos do ex-gerente da CGD são esclarecedores: «Foi referido pelo arguido detido, Duarte Borges, na acareação (…), que tem consciência que enviou vários milhares de contos (da CGD, provenientes de empréstimos agrícolas) à Débora Raposo / colaboradores, tendo indicado, entre outros, o arguido Ricardo Rodrigues. Mais, referiu que a Débora e os colaboradores, onde se encontra o arguido Ricardo Rodrigues, negociavam Cartas de Crédito, com dinheiros dos empréstimos fraudulentos em vários países».

Pode ler o resto, e este bónus. Dois anos e um gravador depois é nomeado para o Conselho Geral do Centro de Estudos Judiciários.

Cheira a 1973, 1909,  vésperas do fim de um regime. Esta república estrebucha, está em agonia, ou já no velório; falta enterrá-la. Venha outra, que os necrófagos salvadores da pátria já espreitam.

Não chacotem o Ricardo Rodrigues,…

…Deputado da Nação, ou podem ficar sem um gravadorzinho e levar um processo em tribunal.

Ando a pensar desviar (surripiar, aliviar, abafar, aligeirar) um leitãozinho à moda da Bairrada, daqueles com muito molho à base de pimenta e especiarias. Se ficar com hemorróidas ou, até, se sentir o cólon irritado -coisa que, como se sabe, enxovalha, envergonha, embaraça e constringe- processo o sítio desviado.

Comigo não chacotam.

Quando muito, dada a natureza das coisas, chacoalham.

Ricardo Rodrigues afastado da comissão de Camarate

Ricardo Rodrigues, deputado do Partido Socialista, está impedido de presidir à IX comissão de inquérito ao caso Camarate, para a qual havia sido indigitado recentemente. Tal deve-se ao facto de a SUCIA (Sociedade Unificada de Carteiristas Ilegais e Assaltantes) ter conseguido uma ordem de restrição que impede que o referido deputado possa estar a menos de cinquenta metros de qualquer aparelho de gravação áudio, o que impossibilitará o socialista de entrar em São Bento e, eventualmente, na sua própria casa.  

Ricardo Rodrigues celebrizou-se, a 30 de Abril, por ter tomado “posse de dois equipamentos de gravação digital”, propriedade da Revista “Sábado”. A fim de explicar a iniciativa da SUCIA, o secretário-geral da associação declarou ao Aventar: “Isto é tudo uma questão de imagem: se começam a confundir-nos com deputados, é uma corporação inteira de criminosos sérios a ficar malvista.”

Ricardo Rodrigues inspira-nos

Nós, aqui no Aventar, gostamos muito dele. Este homem inspira-nos. Vejam aqui, aqui, aqui e, porque já me dói a mão, aqui.

Obrigado, sr. deputado, volte sempre!

Ricardo Rodrigues, o deputado irreflectido

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“Quando um estúpido faz algo de que se envergonha, diz sempre que esse é o seu dever”

Bernard Shaw, em “César e Cleopátra”

Alguma coisa está mal quando um deputado, seja ele qual for, por não gostar das perguntas de um jornalista, “exerce a acção directa e irreflectidamente retira” os gravadores de jornalistas. Neste caso da revista Sábado. O deputado Ricardo Rodrigues explicou assim, com a citação indicada, o seu gesto de retirar da mesa os aparelhos de gravação que estavam a ser utilizados na entrevista que concedia à revista.

O caso aconteceu há dias. A Sábado divulgou-o hoje. Ricardo Rodrigues já comentou. Disse que se sentiu violentado pelas perguntas. Podia permanecer calado. Podia ter virado costas. Podia ter simplesmente abandonado a entrevista. Sentindo-se “violentado”, como referiu, só teria de sair da sala. Mas não. Resolveu de forma “irreflectida” retirar os gravadores, disse. Ora, como foi sem autorização, acaba por ser um furto ou uma apropriação ilícita, não?

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O impoluto Ricardo Rodrigues fala de corrupção

Ver aqui o seu envolvimento num «gang» internacional.

Ops! PArece que me enganei no link. Afinal, ele fala é sobre os submarinos.

Ricardo Rodrigues e o gang internacional

Os invulgares talentos do vice-presidente da bancada socratista já tinham sido referidos algumas vezes no Aventar.

Agora é o Tribunal da Relação de Lisboa que confere:

A Relação, pronunciando-se sobre a utilização da expressão gang, considerou que a palavra era “insultuosa e indelicada”, mas estava “justificada em factos”.

O juiz de instrução concluiu que a acusação de que Rodrigues se envolvera “com um gang internacional” tinha sustentação.(…)

A sua sustentação como porta-voz do PS para questões ligada à corrupção, nomeadamente em relação aos offshores que tão bem conhece, leva-me a desconfiar que se trata de uma escolha tecnocrática: o  homem é sem dúvida um especialista, e estava fora de causa ter-lhe atribuído o ministério da Agricultura, como chegou a ser boatado. Aguarda serenamente por uma vaga na Justiça, ou mesmo nas Finanças.

Ricardo Rodrigues: um deputado com pergaminhos

Transcrevo em seguida parte de um artigo publicado no suspenso Semanário Privado, e que retirei do seu blogue. É uma estória exemplar da capacidade de um partido em acarinhar os seus nas horas difíceis, levantá-los do chão, dar-lhes um rumo e um amparo para a vida. Pungente exemplo da solidariedade que faz do PS uma família.

Ricardo  Manuel de Amaral Rodrigues tem sido membro do Conselho Superior do Ministério Público, e foi dado como possível Ministro da Agricultura, e mais tarde como provável Secretário de Estado da Justiça.

Por algo que se deve aproximar do pudor continua deputado, e já se fez ouvir, contestando as propostas legislativas de combate à corrupção. Com toda a naturalidade, é claro.

 

 

Passo a citar:

 

O deputado Ricardo Rodrigues, vice-presidente da bancada socialista – e figura proeminente do partido -, parece não se conseguir livrar de um passado menos claro e que, volta e meia, teima a vir ao de cima.

 

Estávamos em Novembro de 2003, era Ricardo Rodrigues secretário regional da Agricultura e Pescas do governo de Carlos César, quando rebenta um enorme escândalo de pedofilia nos Açores, conhecido também por «caso garagem do Farfalha». Várias figuras conhecidas da discreta «boa sociedade» de Ponta Delgada vêem o seu nome enredado no escândalo, entre elas um conhecido médico e um procurador-adjunto, convenientemente transferido para o Tribunal de Contas do Funchal – e nunca, ao contrário do primeiro, «incomodado» judicialmente.

Rodrigues vê, também, o seu nome «enlameado» pelo diz-que-diz insular e, antes que a coisa atinja outras proporções, demite-se do Governo Regional. Porém, apesar do falatório, o agora deputado nunca foi constituído arguido no processo. Mas, azar dos azares, no início de Janeiro de 2004, são conhecidas ligações de Ricardo Rodrigues a um outro escândalo, neste caso financeiro, que envolvia uma burla tendo por alvo a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo, S. Miguel, a poucos quilómetros de Ponta Delgada.

 

Ligações perigosas

 

Nessa época conturbada, a comunicação social passou a dizer à boca cheia o que se segredava à boca pequena e, «indignado», o responsável socialista resolveu processar um jornalista que, não só referiu este caso, como também o malfadado escândalo de pedofilia. Cinco anos depois, o Tribunal da Relação de Lisboa não lhe deu razão e, desgraça das desgraças, espanta-se, no acórdão, por o deputado não ter sido investigado nem ter ido a julgamento, no processo de Vila Franca do Campo.

 

O inquérito policial que investigou Ricardo Rodrigues por crimes de «viciação de cartas de crédito e branqueamento de capitais» remonta a 1997 (nº 433/97.8JAPDL), sendo que relatórios da PJ enfatizam a sua estreita ligação à principal arguida, Débora Maria Cabral Raposo, entretanto detida e em cumprimento de pena, depois de vários anos com mandados de captura internacionais, e classificada pela polícia como «burlona e traficante de estupefacientes».

 

Rodrigues foi sócio e advogado de Débora, sendo que com ela frequentou os melhores hotéis e utilizou os serviços das mais conceituadas agências de viagens, tendo deixado um considerável rasto de «calotes»…

(…)

O estratagema encontrado para lesar a Caixa Geral de Depósitos foi gizado por Débora, ex-bancária e apontada como «cérebro da operação». Esta e o gerente da CGD, Duarte Borges, engendraram um esquema de acesso a empréstimos fraudulentos servindo-se de um singular expediente. Como Borges usufruía de capacidade para conceder empréstimos até 2.500 contos, apenas com a finalidade de «adquirir novilhas para recria», angariavam putativos agricultores para acederem ao crédito, a troco de algumas dezenas de contos.

 

Denunciado em acareação

 

Este expediente, permitiu à «associação criminosa» prejudicar o banco do Estado num valor aproximado de 1 milhão e meio de contos, utilizados em operações de «engenharia financeira» muito duvidosas e, segundo a PJ, com ligações a redes internacionais de tráfico de droga, com quem Débora Raposo teria estreitas relações. Um dos tentáculos destas operações era o Colégio Internacional, no Funchal, cujos sócios eram Débora , Ricardo Rodrigues e a sociedade offshore Hartland Holdings Limited, uma obscura empresa com sede num apartado da Ilha de Man, no Reino Unido.

 

As declarações nos autos do ex-gerente da CGD são esclarecedores: «Foi referido pelo arguido detido, Duarte Borges, na acareação (…), que tem consciência que enviou vários milhares de contos (da CGD, provenientes de empréstimos agrícolas) à Débora Raposo / colaboradores, tendo indicado, entre outros, o arguido Ricardo Rodrigues. Mais, referiu que a Débora e os colaboradores, onde se encontra o arguido Ricardo Rodrigues, negociavam Cartas de Crédito, com dinheiros dos empréstimos fraudulentos em vários países».

 

Como, em 2003, referia uma fonte policial, «os indícios e elementos probatórios fortes, nunca foram assim entendidos pelo Ministério Público, vá-se lá saber porquê». Seis anos depois, a Relação de Lisboa deu razão retroactiva ao agente policial. Entretanto, vá-se lá também saber porquê, depois do destapar mediático do escândalo financeiro e dos rumores da pedofilia, que levaram o então secretário regional a demitir-se «por uma questão de honra», Ricardo Rodrigues teve uma das mais meteóricas ascensões na nomenclatura socialista. É caso para dizer que o PS protege os que caem em desgraça…

 

Uma sugestão para a playlist de Eduardo Vítor Rodrigues

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Na hora do almoço, enquanto conduzia, dei por mim a ouvir a playlist de Eduardo Vítor Rodrigues, autarca de Vila Nova da Gaia, na TSF. Devo confessar que fiquei bastante surpreso, não pela escolha musical, que até me pareceu bastante agradável, mas pela ausência de uma dedicatória a Marco António Costa, esse grande obreiro da catástrofe financeira na CM da Gaia. [Read more…]

Ainda o Escarnecedor Rodrigues

Ninguém no seu perfeito juízo se atira a defender o escarninho Ricardo Rodrigues, dando-lhe o benefício de uma natural reacção a quente. O deputado foi entrevistado. Uma entrevista aceita-se ou declina-se. Numa entrevista, responde-se sim, não e mesmo talvez. Se foi confrontado com o envolvimento num caso de pedofilia, não tinha de ter uma reacção intempestiva, mas desenvolver os seus argumentos com imensa serenidade. Quem não deve não teme. Desatar a pegar nos gravadores e abrir pelos sonoros corredores do palácio de São Bento não abona a favor de uma boa autodefesa ou suficiente paz de espírito, mas sublinha uma sensação de derrota e comprometimento.

O deputado aceitou ser entrevistado e os jornalistas fizeram perguntas que o embaraçaram? Azar. A protecção da lei não tem sido igual para todos – protege os facínoras e ladrões de alto gabarito, oprime e esmaga os pagadores de impostos e os pequenos delituosos filhos da miséria e do desespero. Mas é curioso o quanto esta casta de socialistas degenerados pela obscenidade socratista invoca abusivamente para homens-lixo, para índoles infectas nada recomendáveis e para manifestos corruptos, nada mais nada menos que a defesa do respectivo bom nome e reputação, tratando-se de impunes crónicos e beneficiários vitalícios do beneplácito protector proporcionado por bonecos aos quais aconteceu encabeçar uma Procuradoria.

Por más práticas de gestão, por coacção abusiva de jornalistas e órgãos dos media, ostensivos beneficiários de escandalosa impunidade, apesar de comportamentos censuráveis em funções públicas, é vasta a colecção de cromos doentios de que se compôs o infeccioso socratismo. Só falta a higiene exemplar de uma prisão.

Recado ao Ricardo, João Paulo e outros professores do Aventar

Como sabem cá o "je" frequenta lugares selectos onde se encontram pessoas selectas com quem se têm conversas selectas. Se não sabiam deviam saber e como tal, tudo o que vem aí a seguir não é da minha responsabilidade.

 

Poie é, hoje estive à conversa com a Dra Maria de Lurdes Rodrigues. Ela na mesa dela e eu na minha, mas ao lado um do outro. Ela não falou para mim e eu tambem não falava para ela, mas ouvíamos o que eu estava a dizer aos meus amigos conservadores (todos querem que os professores deêm ao pedal para chegarem ao topo) e eu ouvia o que ela estava a dizer aos seus amigos.

 

E às tantas estavamos num estranho diálogo, tendo como fundo a bela parede que está coberta pela arte de Keil do Amaral.( quem não sabe onde é, fica por aqui, porque se nunca bebeu um café a olhar para aquela maravilha, bem, estamos conversados) eu a falar para os meus colegas mas a responder ao que a ex-ministra dizia aos (dela) colegas de mesa.

 

Os meus amigos diziam tão mal dos professores que ela às tantas já olhava para a nossa mesa a ver se a ideia era mesmo estragar-lhe o fim de tarde, ou se teria ali encontrado os únicos apoiantes da "sua" avaliação. Uma das minhas amigas, até é professora, e dizia que não, a profissão é do pior, ter que aturar meninos que não têm educação nenhuma, etc e tal, o habitual, e os outros todos a dizerem que isso são os ossos do ofício…

 

Bem, adiante que é preciso ir ao que interessa. , e o que é que interessa, perguntam vocês, o que interessa é que eu às tantas com este meu feitio de comerciante, antevi logo ali melhorar as audiências do Aventar e vá de dizer alto e bom som que aqui escrevem alguns dos mais empernidos anti-Prof Lurdes , escrevem coisas que eu nem me atrevia a repetir tal era a falta de bom senso que grassa por este blogue, no que à Educação se refere.

 

Com nomes! Por isso não é de estranhar que entre os nossos leitores alguem esteja muito atento ao que hoje aqui se escreve. E esta história do "calendário" não abona em nada os "nossos" professores…

 

A Educação que queremos: petição

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“Mas isso é tema para debater no tal grande debate sobre Educação que é necessário e urgente iniciar. O que aqui está em causa são os Contratos de Associação, a lei e a obrigação de a cumprir. E dar atenção a um espírito reformista que é preciso acalentar, nomeadamente num país conservador que insiste em não resolver os seus problemas crónicos. Há muitas razões para ver isto de forma muito ponderada e com bom-senso. Sempre defendi que a Educação, a par da Cultura, não são um custo, mas sim um investimento de médio e longo prazo. Custa-me ver o debate centrado somente nisso, bem como a ligeireza com que se fazem propostas de privatização da Educação em detrimento da Escola Pública. A Educação é um objetivo muito maior. Tem a ver com o futuro, com aquilo que queremos ser como país e como povo e com a escolha que fizemos pela democracia e pela liberdade.”

Com um um artigo que publiquei no Observador sobre a Escola, os contratos de associação e a necessidade de debater a Educação, deixo-vos um convite para assinarem a Petição em Defesa da Escola Pública. Por favor leiam e se concordarem assinem (online).

Assinar ONLINE aqui.

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Trabalhos forçados

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para repor o que o Governo tirou às pensões, para ajudar os filhos, pagar a casa e as contas, comprar medicamentos.
Um trabalho de Ricardo Rodrigues para a Notícias Magazine.

Assuntos verdadeiramente importantes

kelvinHá uns anos, o Bloco de Esquerda, partido em que tenho votado, resolveu, numa unanimidade rara na Assembleia da República, não condenar no plenário o comportamento de Ricardo Rodrigues, o deputado socialista que se apropriou, no mesmo edifício que é a Casa da Democracia, de gravadores que não lhe pertenciam, por não gostar das perguntas dos jornalistas.

Resolvi, então, escrever ao Grupo Parlamentar do BE, pedindo que me explicassem por que razão deixaram passar em claro uma atitude tão absolutamente condenável, exactamente por ser ter sido tomada por um deputado da nação. A resposta foi, para mim, uma desilusão: que havia problemas muito mais importantes e que dar importância a um acontecimento daqueles iria distrair os trabalhadores e a sociedade desses problemas muito mais importantes.

Parece-me evidente que o desemprego crescente seja muito mais preocupante que um roubo de pequenos electrodomésticos, como aceito que uma fractura exposta seja mais grave que um furúnculo, mas, tal como ambos os problemas de saúde devem ser tratados, não percebo por que razão dois assuntos importantes de importâncias desiguais não devam merecer a referência na medida certa, não sendo, para mim, aceitável que o furúnculo, isto é, o roubo dos gravadores, mereça o silêncio, quando não pode, de maneira nenhuma, considerar-se que um deputado tenha o direito de se comportar como um carteirista. [Read more…]

Michael Seufert, o deputado que não precisa de reforma

O estudante nas horas vagas (ainda não acabou o “mestrado”, designação pós-bolonhesa para licenciatura) e deputado por profissão Michael Lothar Mendes Seufert  quer a malta nova a trabalhar sem Segurança Social.

A afirmação tem causado a repugnância habitual. Eu fiquei contente. Em novembro escrevi no Aventar: “vamos ouvir falar muito deste deputado na presente legislatura, diz-me o meu dedo que adivinha.” Assim de repente recordo-me de ter tido outro palpite sobre Ricardo Rodrigues, personagem que superou as minhas piores expectativas.

É pena não haver apostas sobre deputados como as há para actividades desportivas. Desconfio que tal como Seufert também passava a desdenhar da Segurança Social.

Era de esperar

Ricardo Rodrigues roubou sentença das mãos do juiz a meio da leitura e foi-se embora

Quando o PS voltar ao poder ainda lhe vão dar um lugarzinho na ERC

Ricardo Rodrigues foi condenado por atentado à liberdade de imprensa e atentado à liberdade de informação.

Depois de Ricardo Rodrigues ter ficado com os gravadores, foi nomeado para o Conselho Geral do Centro de Estudos Judiciários, e integra, actualmente, a Comissão Parlamentar para a Ética, a Cidadania e a Comunicação.

 

Diz-me com quem andas

Secretas: Deputado Ricardo Rodrigues solidário com Silva Carvalho

Dito pelo deputado dos gravadores tem outro valor…

Deputado do PS diz que Conde Rodrigues reúne todos os requisitos para o TC

«E, portanto, é juiz. Primeiro ponto», disse Ricardo Rodrigues. Pelos vistos até bastava ter acabado de sair do CEJ.

O rol dos traidores

Sem o terem anunciado antes de serem eleitos, estes são os deputados que acabam de vender Portugal por um prato de austeridade. Todos se poderiam chamar Miguel de Vasconcelos. Voltem a votar neles e um dia acordam sem país.

Abel Baptista | Acácio Pinto | Adão Silva | Adolfo Mesquita Nunes | Adriano Rafael Moreira | Afonso Oliveira | Alberto Costa | Alberto Martins | Altino Bessa | Amadeu Soares Albergaria | Ana Catarina Mendonça Mendes | Ana Paula Vitorino | Ana Sofia Bettencourt | Andreia Neto | Ângela Guerra | António Braga | António José Seguro | [Read more…]

Atirar areia para os olhos

Tem muita piada ver as pessoas escandalizadas com a deslocalização da Jerónimo Martins. É que, só do grupo das empresas que integram o PSI-20, antes da JM, já outras 18 o tinham feito.

Como é muito engraçado, ver o principal partido da oposição dizer que tinham tentado prevenir esta situação, mas o Governo não quis. É que 95% dessas empresas efectuaram a deslocalização durante os 6 anos de governo PS!

Aliás, e para continuar o registo cómico do principal partido da oposição, é vê-los insurgirem-se contra a suposta ligação de alguns membros da bancada do PSD à maçonaria. Sim, o PS tem todo o direito de ficar indignado porque fizeram um inquérito na sua própria bancada e conseguiram descobrir deputados PS que não são “maçons”! Não eram muitos, mas descobriram alguns. E só uma pessoa mal intencionada poderia insinuar ligações entre os históricos do PS e a maçonaria.

Vão por mim, ainda vamos ver o insigne Ricardo Rodrigues, colérico e revoltado, a acusar membros da bancada do PSD de andarem a “gamar” gravadores aos jornalistas.

 

 

TBD: actualizar as desculpas

desculpas que já não funcionamComo se sabe, o Parlamento emana sabedoria e exemplos para a vida. Por isso, duas iluminadas deputadas do PS propuseram em 2010 eliminar quatro feriados e programar outros junto ao fim-de-semana. Quando constatei que Ricardo Rodrigues, nessa altura, declarou que essas ideias mereciam o “consenso na bancada” socialista pressenti que nos iriam fanar alguma coisa. Fomos felizmente salvos pela justiça socrática, que é reconhecidamente bem menos assertiva do que a salomónica, e foi dada a benesse de uma tarde de tolerância de ponto para a função pública. Finalmente, recomendo aos leitores do Aventar que se abstenham de seguir as notícias do resto da semana, já que se  prevê uma enorme onda de indignação por parte das deputadas Teresa Venda e Rosário Carneiro, as proponentes desse projecto de resolução sobre os feriados.

 

cartoon primeiro saído aqui

O Partido Socialista agride também a gramática

Numa breve incursão pela página do Partido Socialista, para além de confirmar aquilo que Miguel Relvas afirma, descubro que a incompetência se estende à escrita. Uma das regras mais básicas da pontuação é a que afirma que o sujeito e o predicado não podem ser separados por vírgula. Aqui, podem ler as seguintes frases:

Paulo Campos, lidera a lista da Guarda, Fernando Medina, é o primeiro nome da lista por Viana do Castelo, Pedro Marques, concorre por Portalegre, e Ricardo Rodrigues encabeça a lista pelos Açores.

Vieira da Silva, é o cabeça de lista por Setúbal

É claro que a crise é mais importante do que as vírgulas, mas era escusado revelar ignorância também naquilo que é básico.

Será que a caixa negra lhe cabe no bolso?

O vice-presidente da bancada do PS Ricardo Rodrigues vai presidir à IX comissão de inquérito ao caso Camarate, que será discutida e aprovada quarta-feira no Parlamento.

In Sol online

Parece que é o mesmo Ricardo Rodrigues do caso irreflectido.

Poupar 1000 milhões é fácil

Ricardo Rodrigues, o deputado dos gravadores, alinha com a posição do seu partido e diz que as propostas do PSD para o orçamento implicam uma "perda" (!) de receitas na ordem dos mil milhões de euros e pergunta onde se vai buscar esse dinheiro.

É simples:

  • não gastar 408 milhões em publicidade
  • usar os 400 milhões que afinal não vão para a Mota-Engil
  • poupar 200 milhões na iniciativa "Redes de Nova Geração"  do Plano Tecnológico (eu também quero um Porsche mas não tenho dinheiro)

E ainda sobram 8 milhões para termos o leite com chocolate com, no máximo, o mesmo IVA de uma garrafa de vinho tinto.

Simples, não é?

Por vezes a tendência não é a miniaturização

Novo modelo de gravador para jornalistas

A notícia: «Gravadores furtados por Ricardo Rodrigues foram restituídos à "Sábado"», no Público

Deputado ladrão, ministra desobediente

Portugal em todo o seu esplendor: depois de Ricardo Rodrigues, o deputado que gama gravadores, temos hoje a ministra que desobedece a ordens de tribunais e por tal é condenada, ainda por cima por causa de um concurso que nos termos em que decorre qualquer cábula do 1º ano de Direito (não sou, mas já fui) entendia à primeira que ia dar nisto.

Ao açoriano, que além de se ter demitido do governo regional no momento em que rebentou um escândalo de pedofilia na região, fora o envolvimento num gang internacional, chamei em Dezembro deputado banheiro “no sentido tradicional e veraneante do termo, aquele que nas praias arma barracas”. Enganei-me por pouco, homofonamente falando, afinal é o deputado que dá banhadas.

À senhora que faz de conta que é Ministra da Educação, pasta que Teixeira dos Santos e o Primeiro na prática detêm, desejo que se dedique à escrita de Uma Aventura nos Tribunais, de preferência com um consultor jurídico a sério. Parece que não, mas por vezes faz falta.